domingo, 24 de fevereiro de 2019

O EGO
Autor: João Luiz

O estudo do comportamento humano esquematizado por Sigmund Freud é dividido em três partes: Ego, superego e id.
Podemos descrever o ego como sendo a pessoa que reconhecemos que somos. Aquela imagem que fazemos de nós mesmos que que rompe-se facilmente em um momento de fúria, mostrando que realmente somos quando somos provocados ou em momentos de pressão ou desespero.
O superego seria quem deixamos que a sociedade veja e como queremos ser reconhecidos. É a imagem pública do personagem que criamos para viver e sermos aceitos em sociedade.
E id seria o nosso subconsciente, aquela parte de nós mesmos que esforçamo-nos em esconder. Esse é o nosso verdadeiro Eu. Sufocamos nosso verdadeiro Eu em troca da aprovação da outras pessoas. Conseguimos controlar o id até o ponto em que explodimos em um momento de fúria e estragos que dificilmente serão reparados.
Neste texto, vou me dedicar a comentar mais sobre o ego, que é aquela parte de nós que conseguimos te algum controle e temos alguma consciência de sua existência.
Vi em algum lugar que o Capiroto mais gosta no ser humano é seu ego. E o ego exagerado que impede o ser humano de de um ser melhor quando não tem a capacidade de reconhecer os próprios erros, pedir perdão e recomeçar. A maturidade não vem apenas com a idade, mas vem com a capacidade de reconhecer os próprios limites e supera-los sempre que possível. Os antigos já falavam da necessidade do ser humano conhecer a si mesmo, em sua totalidade e não apenas na parte consciente.
A palavra egocêntrico é derivada do ego e define a mentalidade de alguém que acredita que tudo e todos giram em torno dele. O egocêntrico não tem a capacidade de perceber a necessidade dos outros, principalmente se ele acreditar que pode perder algo ao ceder algum direito que ele pensar que tenha.
Quantas pessoas destruíram suas próprias vidas, de suas famílias, de suas empresas e sua própria nação por ser acharem absolutas em conhecimento e que seriam capazes de lidar com todo tipo de situação sem pedir ajuda? Um egocêntrico pensa que é humilhação reconhecer os próprios erros e pedir ajuda a quem sabe algo mais do que ele.
Supervalorizar a própria imagem diante das outras pessoas é um dos erros mais comuns que as pessoas cometem durante a vida e quando descobrem o desperdício de energia e oportunidades que tiveram já é tarde demais em muitas situações.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

AMBIENTE E ATMOSFERA
Autor: João Luiz
Quantas vezes temos que conviver com situações e em ambientes que nos fazem mal e na maior parte das vezes, por covardia ou comodismo, permanecemos como estamos, querendo mudanças para que tudo permaneça como sempre foi?
A realidade coletiva, como estamos acostumados a interpretar racionalmente não existe, ela não passa de um conjunto de crenças e valores que criamos e seguimos à risca. Desta forma, podemos criar nossa própria realidade e viver em um ambiente, com pessoas e como realmente queremos e acreditamos.
Podemos criar em torno de nós mesmo um ambiente de paz. harmonia, amor e felicidade, basta que acreditemos nisso e renunciemos a tudo que nos afasta de nossos ideais de vida. Quanto mais estivermos empenhados em viver neste ambiente criado por nós mesmos, permanecermos nele por mais tempo e envolvemos outras pessoas nele, maior a possibilidade de torná-lo duradouro e verdadeiro.
Temos o poder de ser quem quisermos ser, que nosso cérebro, mente e coração trabalhem juntos. Nossas ideias e sentimentos trem que estar alinhados para que consigamos realizar pequenos ou grandes milagres diariamente em nossas vidas e na vida das pessoas que nos cercam.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

O ESFORÇO PARA ELEVAR-SE
Autor: João Luiz
Quem sabe alguma coisa sobre grandes foguetes espaciais, sabe que para que ele consiga escapar do campo gravitacional da Terra, ele precisa gastar muito combustível para fazer todo esse esforço. Além disso, ele vai eliminando partes de si a medida que gasta este combustível. Não adianta ficar com peso extra desnecessário senão volta para superfície terrestre de onde saiu. Da mesma se queremos nos elevar. Temos que fazer muito esforço e eliminar tudo o que pesa em nossas vidas: Rancores, mágoas, decepções, frustrações, complexos e coisas do tipo.
Podemos também comparar nos crescimento pessoal à subida para um plano superior onde não há auxílio de escadas rolantes ou elevadores: O trajeto é feito todo a pé mesmo. Nos primeiros andares encontramos diversos tipos de pessoas, mas à medida em que vamos subindo, vamos vendo cada vez menos pessoas, pois muitas desistem no meio do caminho devido aos esforços e renúncias que tem que fazer para se chegar a um plano superior. Nesta subida, também conhecermos diversos tipos de pessoas e muitas delas, querendo ou não, acabam servindo de motivação para continuarmos, de uma forma ou de outra.
O comodismo, o medo e a falsa sensação de segurança que temos ao permanecer em uma situação confortável (como que tivéssemos o poder de parar o tempo) fazem com que não percebamos as mudanças que ocorrem o tempo todo em todo lugar, com novas ameaças e oportunidades.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

O PERIGO DA ACOMODAÇÃO
Autor: João Luiz
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha nazista reinou absoluta na Europa e no norte da África, todo por conta na competência de seus generais, pelo fervor de seu povo e pela figura e ideias políticas, sociais e econômicas desenvolvidas por Adolf Hitler.
Mas, a partir da segunda metade da guerra, a Alemanha em franca desvantagem numérica frente aos bem coordenados Aliados, começou a perder a guerra. Devido a isso, os engenheiros foram orientados a desenvolver armas  vez mais sofisticadas para fazer frente ao avanço dos exércitos aliados. Mas as principais armas avançadas alemãs seguiram tarde para mudar o curso da Guerra e evitar a derrota do regime nazista.
Esse texto tem que ler nas entrelinhas. A Alemanha as acomodou com o que tinha na primeira fase da guerra e não se antecipou para um cenário em que tudo se modifica-se. Os Aliados se coordenaram, avançaram e os alemães quando desenvolveram tecnologias revolucionárias para sua época já era tarde demais para reverter sua situação.
O que isso nos ensina? Ensina que não devemos deixar a situação se complicar demais para começar a pensar criativamente e mudar a forma de pensar e de agir. Devemos estar sempre atentos a novas ideias que não nos desviem de nossos objetivos e de nosso caminho. Evidentemente se soubermos qual é o caminho que queremos seguir e se soubermos aonde queremos chegar.
Devemos sempre nos antecipar aos fatos e estarmos preparados para as mudanças que ocorrem em nossas vidas e no mundo. Não adianta ficarmos apegados a ideias conhecidas que deram certo no passado. Tudo muda o tempo todo. Não adianta tentar ficar parado no tempo em situações aparentemente seguras e confortáveis.
As mudanças sempre ocorrerão, queiramos que elas aconteçam ou não. Cabe a cada um de nós decidir quem vai nos guiar e para onde queremos ir nos períodos de rápidas e desconhecidas mudanças de resultados incertos.