segunda-feira, 21 de maio de 2018

TEMPLO SAGRADO 
Autor: João Luiz
Imagine uma casa pequena e simples mas arrumada, iluminada por dentro e e fora, com aquela aroma de jantar vindo de seu interior. Imagine que esta casa é bem confortável e todos os viajantes que passam durante dela tem vontade de entrar e permanecer lá por um tempo indefinido. Mas seu dono é vigilante e não deixa qualquer um se aproximar se tiver mal intencionado.
Agora imagine que esta casa está em um lugar isolado, sem iluminação, em uma região tão escura e confusa que não se enxerga nada a frente do nariz. E nessa região podem ter pessoas boas e outras perversas que querem invadir esta casa só para causar prejuízos. Criaturas estranhas, famintas, desfiguradas, tristes e desesperadas, ansiosas para encontrar um lugar para descansar de seu sofrimento e falta de abrigo. Se elas encontrarem essa casa desguarnecida, elas entrarão, gostarão e não vão sair facilmente.
Finalmente, imagine que esta casa é seu corpo e a região onde ela está é o mundo ao seu redor. Seu corpo é o templo de sua alma que é eterna, mas seu corpo não. Seu corpo é composto de matéria orgânica que pertenceu a outros seres vivos antes de você e irá fazer tarde de outros seres depois que sua alma sair deste templo. O corpo também pode ser comparado ao veículo que transporta seu passageiro mais precioso: sua alma.
Seu corpo pode se sentir atraído pelos prazeres desde mundo e esquecer da razão de sua existência de submissão e serventia a alma. O corpo não foi criado para te todo prazer que possa ter, mas servir de receptáculo ao seu hóspede valioso.
Mas nem tudo são trevas. Se você procura estar em paz consigo mesmo, deixa rancores e magoas passadas de lado, cultiva o amor em si mesmo, é uma pessoa consciente do seu papel neste mundo, afasta-se do mal sempre que percebe a influência dele em sua vida, não deseja possuir aquilo que não te pertence, não você em função de satisfazer cada desejo carnal que te cerca, não compara sua vida com a de outras pessoas, você não terá motivos para viver sobressaltado em ter seu espaço invadido por influências negativas em sua vida. 

quinta-feira, 17 de maio de 2018

HORIZONTE DE EVENTOS 
O amor - parte III
Autor: João Luiz
O amor é mais tranquilo mas nem por isso fraco. O amor também requer entrega total e não há espaço para desconfianças. Ou se ama ou não se ama. O amor é tão grande que não cabe dentro de uma só pessoa e nem pode ser dedicado a uma única pessoa, pois dessa forma, arrisca-se a ficar irremediavelmente arrasado se perder a quem tanto ama. Devemos amar unicamente a Deus, senão o medo fará parte da vida desse amante ingênuo.
O amor é uma força com vontade própria, e não se aproxima de ninguém, nós é que temos quo te buscá-lo, ir ao encontro dele, desprovidos do sentimento de posse. O amor não nos pertence, nós é que pertencemos a esse, se assim escolhermos. Quem não escolhe o amor escolhe o medo.
O amor te leva a um mundo de sensações e sentimentos inimagináveis, tal qual um buraco negro, tem uma força irresistível a quem dele se aproxima. É um fogo que até sem queimar, uma luz imensa que brilha sem cegar. É um mundo com  seu próprio tempo, leis e regras, e quem não se adaptar a elas é expulso e reencontra-lo é muito maior difícil, depois de perdido.
O amor é soberano e paira acima de nós. Para alcançá-lo, temos que nos tornar cada vez mais leves, desapegados, livres e conscientes. Não podemos nos apegar ao mal como uma graça viscosa que não desgruda. Temos que ter pensamentos leves e sentimentos seremos, e deixar que ele nos conduza sem impor condições ou prazos para que algo seja realizado. 
Amar exige consciência, maturidade, desprendimento e confiança. Quando temos medo de perder alguém é porque, no fundo, sabemos que aquele alguém não está destinado a nós. E onde existe medo não existe amor.
O amor anda de mãos dadas com a felicidade, ambos são duradouros e elevados, exigindo que nós sejamos pessoas melhores para merecermos eles.
O amor digno e não se aproxima de pessoas indignas dele, mesquinhas, maldosas, cruéis, invejosas sexolatras ou pervertidas.
O amor não se pede, conquista-se. Quando pedimos amor não merecemos ele. O amor não se aproxima de pessoas pobres de coração. E antes de amarmos alguém, devemos amar a nós mesmos. Como amar a Deus quem nunca viveu uma experiência real de amor?
HORIZONTE DE EVENTOS 
A paixão - parte II
Autor: João Luiz
Fazendo uma analogia com a força e mistério de um buraco negro, talvez possamos compara-lo à paixão e ao amor, respeitando suas proporções. Existem vários pontos em comum entre um buraco negro, a paixão e o amor: força de atração, capacidade de destruir, mistério, nem todos acreditam em sua existência, possibilidade de ir a um mundo totalmente desconhecido e sem volta.
A paixão provoca emoções fortes e até incontroláveis, se levada ao extremo, pode ter uma força destruidora para o ser humano sem igual. Se estiver associada ao sexo, atua força aumenta exponencialmente na mesma proporção que seu perigo.
A paixão tem prazo de validade para acabar. O problema é quando ela acaba apenas para uma das partes envolvidas, e a parte ressentida é a quem mais pode sofrer e causar estragos. A paixão pode levar alguém a um estado de euforia que não se sustenta indefinidamente, e quando acaba, entra em colapso com o próprio peso. 
Costumamos idealizar nossas relações e quando encontramos as alguém que se encaixa no personagem que criamos com antecedência, acreditamos ter encontrado um grande amor. Mas quantas pessoas estão realmente preparadas para viver um grande amor? Quantas pessoas sabem o que é um amor? Costumamos impor condições para amar alguém: beleza, riquezas, posição social, desempenho sexual, aparência física. Fazemos o que queremos e chamados isso de livre arbítrio, como se não houvesse consequências em tudo que pensamos, sentimos, falamos ou fazemos.
Costumamos invocar o livre arbítrio como um dom que Deus nos deu para sermos livres e fazermos o que bem entendermos sem maiores consequências. E nessa liberdade escolhemos com quem vamos nos envolver. Mas nem sempre essa escolha é consciente e madura, normalmente é impulsionada por fatores externos e superficiais que não refletem o verdadeiro conteúdo.
A paixão é uma emoção primitiva e inconseqüente, onde sua principal razão de existir é a satisfação de uma vontade. Mas como s vontade é uma sensação e não um sentimento puro, ela não resiste às dificuldades impostas pelo cotidiano, esfria e vai se reacender para outras pessoas. A paixão é boa enquanto esta sendo satisfeita, mas quando é chamada a realidade dos fatos, ela se esfria e desaparece.
Normalmente, a paixão não resiste a falta de dinheiro, doenças, deformações, velhice ou desempregado. A paixão só costuma ser fiel aos próprios desejos. A paixão é como um fogo que queima seu combustível de forma intensa e rápida, sobrando apenas fuligem e aquela sensação de: Acabou.
HORIZONTE DE EVENTOS - parte I
Autor: João Luiz
Para quem acredita que o mundo existe que o mundo vai além do que nós vista alcança e o Universo é mais extenso do que podemos avistar a olho nu, sabe que existem muitas maravilhas, como planetas, estrelas, constelações e galáxias dos mais variados tamanhos e formas.
De todos, o mais temido é o buraco negro. Supermassivo, sua gravidade é tão poderosa que nem a luz consegue escapar de sua força. Ele esmaga qualquer objeto que dele se atrever se aproximar, nem a luz é capaz de escapar de sua imensa força gravitacional. Quanto maior a massa, maior a força gravitacional. A gravidade interfere no tempo e espaço e diante de um astro desta magnitude, não existe tempo simplesmente. Para quem está fora de sua influência, o tempo transcorre normalmente, mas preta quem já está ao alcance de sua gravidade, não sente o tempo para e uma eternidade cá fora pode ser apenas um instante lá dentro. O tempo e as leis da física perdem o sentido diante de uma gravidade beirando o infinito.
Mas existe um ponto que é seguro se aproximar dele sem ser tragado por sua gravidade descomunal: é uma região próxima a ele chamada Horizonte de Eventos. É o ponto limite não deve ser ultrapassado para não ser absorvido pelo buraco negro.
Os estudiosos acreditam que qualquer coisa que seja tragada pela força desde megaastro seja completamente destruído, porém outro grupo de cientistas sugere que os buracos negros podem ser uma passagem para outra dimensão, um novo Universo.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

O AMOR TRANSFORMA
Autor: João Luiz
Amar alguém não é tarefa fácil, nem mesmo quando se trata de nossa própria mãe. Mas o que é amar? Quando sabemos que estamos amando alguém de verdade?
Quando amamos alguém esquecemos de nós mesmos. O que importa é o bem estar do outro. Quando dedicamos esforços e tempo e alguém estamos adotando aquilo que temos de mais importante: O tempo. O tempo que nos dedicamos a alguém define a importância que aquilo ou aquele alguém tem para nós.
Mas não se pode viver a experiência de amar alguém sem antes termos amado a nós mesmos. Amar a do mesmo não é um ato de egoísmo, mas cultivar um terreno fértil donde há de frutificar todo tipo de amor.
Amor não é desejo carnal, isso é paixão. Paixão é avassaladora mas passageira, e depois que ela passa fica o vazio da sensação que a euforia deixa.
Amar multiplica uma energia que reflete por toda a eternidade. Se desejamos ter algo, devemos desejar de todo o coração e com todas as forças, e isso só é possível para quem for capaz de amar.
Existem pessoas tóxicas que se aproximam de nós com o objetivo de corromper nossa visão e capacidade de amar. São manipuladoras e, para conseguir o que querem são capazes dos atos mais baixos. Depois que alcançam seu objetivo, se afastam nos deixando com a impressão de que nos filmes os culpados e essa pessoa manipuladora foi a vítima. Não devemos nos entregar a qualquer tipo de pessoa para evitarmos de ficarmos desiludidos e incapazes de nos entregar a um amor verdadeiro. O amor não boa faz sofrer, mas a inveja alheia, a cobiça, a perversidade sim.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

E AGORA?
A situação atual em que vivemos parece não ter uma solução definitiva a curto prazo. As pessoas vivem com medo dentro de suas próprias casas, quando saem, não sabem se voltam. O cenário econômico não está animador para a maioria das pessoas e o crime parece ser a saída para uma parcela da população menos propensas a suportar as adversidades atuais. E é nesse cenário que a indústria produz bens o comércio abre as portas todos os dias, para consumidores aflitos com o dia de amanhã.
Para alguns, já é o fim dos tempos e para outros, uma crise passageira que logo termina para tudo continuar como sempre foi. E todas as duas linhas de pensamentos estão erradas: nem é o dom do mundo e nem uma crise passageira.
Sem entrar na linha do misticismo, o que está acontecendo atualmente é um conjunto de mudanças que esta acontecendo em toda a sociedade, em escala mundial, em parte devido às mudanças tecnológicas e perda gradativa do controle que a mídia e os governos exerceram durante décadas sobre a população. A Internet está sendo um fator de grandes mudanças nos hábitos da população. Obviamente que as ideologias ainda existem disfarçadas de apelo popular.
Quem está desempregado, querendo mudar de emprego ou ser empreendedor, deve perceber as oportunidades que se abrem nesse novo e imprevisível cenário político e econômico mundial, e que afeta a vida de cada cidadão em todas as cidades e campos.
Trabalhar o próprio lado emocional, descobrir os próprios talentos, perceber as necessidades de sua semelhantes e tornar isso um produto ou um serviço, é uma grande oportunidade para quem quer alavancar sua carreira profissional.
Autor: João Luiz