sábado, 2 de abril de 2022

TODA RELAÇÃO É DE INTERESSE

Autor: João Luiz

Você consegue imaginar algum tipo de relação que não seja de interesse? Ou você é daqueles que acha que amor é gratuito? Que as amizades não tem interesse envolvido?
Muita calma nessa hora, eu explico. Interesse é algo normal. Toda relação interpessoal, sem exceção, é de interesse, seja essa relação de amizade, social, amorosa, política, econômica e até religiosa. 
Quando nos envolvemos com alguém, também temos nossos próprios interesses pessoais envolvidos. 
Se for uma relação profissional, remuneração e prestígio são sua força. Se for de amizade, queremos poder contar com aquela pessoa. Se for uma relação amorosa, queremos prazer e acolhimento. Até mesmo nos relação com Deus tem interesses envolvidos: Deus quer que o amemos e o obedeçamos, em troca temos o amor e proteção Dele.
Logo toda relação tem um preço. A questão é saber qual é esse preço e se estamos dispostos a pagar para ter essa relação. As intenções tem que ser claras para saber se o envolvimento é vantajoso ou não para ambos. Se não houver interesses obscuros, então a relação pode ser boa e duradoura para ambas as partes.
O problema é que costumamos idealizar tudo, até as relações. Quando temos interesse em algo, esquecemos de levar em consideração outros fatores que podem nos causar muito sofrimento e prejuízo mais adiante.
Quando queremos estar com alguém que quer nos afastar de tudo e de todos que conhecemos, isso pode ser um mal sinal de que há algo muito de errado por trás das intenções da outra pessoa. Em situações normais, quem quer nosso bem não nos afasta dos outros intencionalmente.
Enfim, quando seus planos envolverem outras pessoas, tenha certeza de que há interesses envolvidos. A questão será e os interesses são conciliatórios ou conflitantes, e você precisa saber quanto isso vai te custar e se é mesmo vantajoso para você pagar o preço pela relação.

RELACIONAMENTO NAS REDES SOCIAIS

 Autor: João Luiz 

O que as pessoas que não acreditam no amor estão fazendo na redes sociais? Estão procurando sexo? Dinheiro?
A verdade, é que as pessoas querem algo que nem elas sabem bem como definir. Querem alguém, mas não viveram a experiência do amor o suficiente para conseguir reconhecê-lo. E existem motivos para isso. 
Na infância, muitas vezes os pais confundem a cabeça das crianças com submissão no lugar de obediência. E os pais são o mundo das crianças, sua primeira experiência com o amor e a vida em sociedade. Se a relação familiar for doentia, então o caminho para conhecer o amor poderá ser bem tortuoso. 
Os meninos são estimulados a serem mais insensíveis, pois homem forte não chora.... Já as meninas são doutrinadas a serem obedientes e depender seu sustento a outra pessoa, de preferência seu parceiro. 
Então, já adultos, forma-se o ambiente perfeito para uma relação fracassada : homem insensível e mulher dependente (por vezes submissa). O homem mantém o possuem de chefe da família (mesmo que a mulher trabalhe tanto quanto ele, e a mulher dependente. 
Homem sensível é visto como fraco em nossa sociedade, e mulher independente é vista como aventura (já e ela não vai se submeter a tirania de um homem). O que mantém este tipo de relação é a bebida, o cigarro e os amigos, pois o casal não se suporta. 
Diante deste cenário, aonde cabe o amor numa relação a dois? Não há espaço para o amor, pois neste tipo de relação, o que sobra é tristeza, desconfiança e ciúmes. 
As redes sociais estão repletas de todos os tipos de pessoas, porém um grupo que se destaca é aqueles que estão em busca de um relacionamento, seja apenas casual ou duradouro. Antes de pensar em embarcar na aventura de entrar em contato com uma pessoa desconhecida , você deve estar bem seguro do que quer encontrar. E para isso você tem que conhecer muito bem a si mesmo, quais são seus interesses e seus talentos. Precisa começar a se amar, pois se você não for capaz de reconhecer o amor em você, como vai saber a diferença entre amor e atração física? 
Dizem que não devemos ir ao mercado quando estamos com fome, posta não comprar mais do que realmente precisamos. Da mesma forma, procurar relacionamento em um momento de grande carência, a possibilidade de fracasso é grande. Na carência, fazemos vista grossa as incompatibilidades entre nós e a outra pessoa, apenas para garantir logo uma companhia. 
Não podemos deixar que papéis sociais definidos por outras pessoas afetem nossas decisões na hora de escolher alguém para estar conosco.

EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Autor: João Luiz

A alguns anos atrás eu estava interessado em investimentos, como eu não entendia quase nada sobre isso, então fui perguntar as pessoas que eu conhecia, e recebi as mais diversas respostas, mas nenhuma que me satisfizesse. Me disseram para ser ambulante na praia ou trabalhar mais ainda na mesma função que pagava pouco. Então eu percebi que o brasileiro médio não sabe ganhar dinheiro. Isso não é ensinado nas escolas, até porque se escola ou faculdade fosse um lugar de aprender a ganhar montantes de dinheiro, os professores seriam ricos. E nem ensinado em casa, aonde os pais não têm tempo para fazer planejamentos, apenas tem tempo para ganhar o pão de cada dia. 
No Brasil e em tantos outros países, o método de ganhar dinheiro "fácil" que a maioria das pessoas conhece é através de coisas erradas, perigosas ou ilegais. Não que as pessoas apelem para isso, mas é a cultura que é difundida. Outra maneira é estudar feito um condenado, fazer faculdade e trabalhar como empregado de alguém até a exaustão.
As mulheres são orientadas a arranjar um homem de boas condições para bancar todos os seus sonhos. E os homens apenas se juntam nos bares e discutem como as coisas estão caras e comentam, entre uma cerveja e outra, como sabem maneiras de ganhar dinheiro. 
Também é dito que devemos fazer concursos públicos como nossos pais e tios, mas essa época do concurso como garantia de emprego já passou. Hoje em dia, boa parte dos concursos são para com tempo de contrato limitado. Estatutário é algo quitar extinto e bem restrito a algumas funções. 
O brasileiro médio não tem aulas sobre educação financeira. Não sabe nem o básico que é gastar menos do que ganha e evitar gastos desnecessários a todo custo. Parcela um celular de última geração em inúmeras vezes, contando com a sorte e conseguir pagar até a última parcela. De um lado tem a pressão social para mostrar que está bem de vida, por outro lado, existe as sérias restrições no orçamento pessoal e familiar de cada um.
O que deve ser feito é realmente estudar e trabalhar para poder ir se mantendo. Evitar desperdícios também é importante para poupar recursos, evitar qualquer tipo de empréstimo se for possível, e não emprestar cartão de crédito ou dinheiro para outras pessoas, principalmente se esse dinheiro for te fazer muita falta. Mas, paralelo a isso, por desenvolvendo os próprios talentos, suas aptidões naturais. Não vai ser algo que dê resultados de forma imediata, mas você estará trilhando no caminho para uma boa financeira mais saudável.
Não estamos mais na época da pura ostentação. Estamos em uma época onde o mínimo é o máximo.

PERDOAR NÃO É ESQUECER

Autor: João Luiz

Devemos mesmo perdoar a quem nos faz o mal? Por qual motivo?
Devemos sim aprender a perdoar quem nos faz o mal, e perdoar sempre. E a razão é simples: quando perdoamos deixamos algo quieto nos machucou para trás, no passado. Não se consegue caminhar adiante se ficar preso às amarras do passado.
Mas perdoar é uma coisa, é esquecer é outra. Não devemos esquecer as ofensas, ainda mais se quem nos fez o mal não demonstrou legítimo arrependimento. Quem faz uma vez, pode fazer muitas outras vezes. E não está sendo dito que um simples pedido de desculpa resolve tudo.
Geralmente, quem faz o mal não admite que fez o mal. Se quando se desculpa, geralmente é só para voltar a causar mais prejuízos mais adiante. Quem é perverso não vai se compadecer com a dor do outro.
A perversidade e a manipulação andam de mãos dadas. É ser um enganador é uma das habilidades de pessoas ruins.
O rancor que resulta da ações maldosas e premeditadas dos outros podem causar traumas duradouros. Por isso a necessidade do perdão consciente. O melhor que você a fazer é se afastar deste tipo de pessoa tóxica. Mas se não for possível, não se deixe envolver em suas tramas elaboradas.

sexta-feira, 1 de abril de 2022

PSICOLOGIA E ESPIRITUALIDADE JUNTAS?

Autor: João Luiz

Existe algo em comum entre a psicologia e espiritualidade? Sim! Tem tudo a ver. 
Ao longo do tempo, aprendemos na escola a estudar a matérias separadas uma das outras, sem conseguir fazer uma conexão entre os diversos assuntos. O conhecimento humano tornou-se muito segmentado/fracionado/ dividido. As pessoas têm dificuldade em perceber a relação entre assuntos diferentes. E com a psicologia e espiritualidade não é diferente (entenda espiritualidade como uma filosofia de vida, que pode ou não estar ligada à uma religião). 
A psicologia mais o comportamento humano, enquanto que a espiritualidade de dedica aos assuntos relacionados ao espírito ou alma, sendo que o espírito é a união entre corpo material e alma. 
Mas qual a importância de relacionar um com o outro? É muito importante estudar tanto um como o outro,pra tem assuntos que a psicologia explica muito bem, e outros assuntos só a espiritualidade. Mas tem certas ocasiões que separar um assunto do outro não dará uma resposta conclusiva.
Por exemplo: culpar um espírito maligno pelo mal comportamento do ser humano pode ser muito conveniente, pois basta "expulsar" este espírito para a paz voltar a reinar. E quem fez coisas erradas, já terá a quem culpar. Às vezes, a pessoa já é perversa mesmo e não tem vontade de se arrepender e fazer o bem. 
Porém, pode ocorrer que alguém esteja com um problema que não pode ser resolvido apenas com terapias ou uso de medicamento psiquiátricos. 
Para um ser humano conhecer a si mesmo, ele não pode ignorar o fato que é regido pela biologia e pela espiritualidade. O ser humano encontrará sua paz interior quando perceber isso e passar a viver em equilíbrio de acordo com essas duas áreas do conhecimento que são diferentes uma da outra, porém, complementares entre si.