terça-feira, 29 de agosto de 2017

A realidade não existe

"A realidade não existe!". Por mais absurda que esta afirmação possa parecer, estudos científicos estão chegando a esta conclusão. A física quântica, que estuda o comportamento da matéria a nível subatômico tem provado isso através de teorias propostas por estudiosos da área, de procedimentos e instrumentos científicos avançados.
Quem se interessar mais a respeito das experiências científicas que chegaram a esta conclusão basta pesquisar mais detalhadamente sobre este assunto em sites especializados, mas o que importa agora é o conceito desta temática.
Basicamente, os cientistas ficaram pasmos ao perceber que partículas subatômicas ora comportavam-se como matéria e ora comportavam-se como ondas, a depender do nosso em que eram observadas. É como se elas agissem conforme a expectativa de cada cientista que as observavam.
Parece confuso? E qual a importância disso no dia-a-dia de cada um de nós? Neste ponto a ciência abre brechas para reconciliar-se com a espiritualidade, depois de milênios de conflitos entre ambas. Todos somos feitos de matéria física que, por sua vez é composta de células, moléculas, átomos, nêutrons, elétrons, fótons, quarks e partículas cada vez menores. Algumas dessas partículas foram teorizadas no passado e posteriormente foram confirmadas através de estudos científicos e instrumentos criados após décadas ou séculos. Mas se o que acontece a nível micro puder ser repetido a nível macroscópico será uma revolução em todo o pensamento humano: Mudar a realidade através do pensamento!
De certa forma isso já acontece. A realidade não passa de um conjunto de crenças que tomamos como verdade, tanto a nível pessoal como a nível social. Até mesmo nosso cérebro pode ser facilmente enganado por nós mesmos, tanto conscientemente quanto inconsciente.
Permita-me dar um exemplo: Quando você assiste a um filme você se envolve com a história e tem reações físicas e emocionais a partir do que vê na tela. Você sabe que se trata só de uma realidade virtual em duas dimensões, mesmo assim você se emociona se for um romance ou um drama, ri se for uma comédia, se assusta se for um filme de terror, fica com raiva a depender do desenrolar da história. Você sai do cinema ou desliga a televisão e sai assustado ou de alma lavada, a depender do que assistiu. Você sabia que não corria risco algum ou que não poderia mudar o final de uma história escrita e já gravada, mesmo assim ficou com medo ou torceu pelos mocinhos do filme.
Tudo isso acontece com seu consentimento, alguém contou uma história e você acreditou. Nos tribunais da justiça humana isso acontece constantemente ao longo da história: Os promotores acusam e a defensoria tenta provar o quanto o réu é inocente e vítima das circunstâncias, e a opinião pública acredita na história mais convincente.
Uma pessoa manipuladora ou carismática consegue criar realidades na cabeça das pessoas a ponto de mudar outra rumos da História da humanidade, para o bem ou para o mal.
O que é  a educação alimentar além de você enganar seu próprio organismo para sentir-se saciado a passar a comer menos? Por que trabalhar a ansiedade a ponto de não nos sentimos ansiosos e comer apenas o necessário para nos alimentar e ter uma vida mais saudável?
Afirmações como esta fazem os céticos e pessoas com pouco esclarecimento simplesmente duvidarem e terem isso como loucura. Mas outras quem vive condicionado às próprias vontades e dogmas religiosos não tem condições de pensar além dos efeitos limites de sua própria cultura pessoal e social no qual está inserido.
Fica difícil ver a realidade como ela realmente é porque tendemos a querer que tudo seja como desejamos. Fomos criados para satisfazer as nossas vontades de algum jeito. E costumamos nos acomodar com situações a pensamentos que são mais confortáveis e seguros para nós mesmos. A verdade é um conceito pessoal para cada um de nós e só quando ultrapassamos as barreiras de nossas vontades e verdades pessoais é que seremos capaz de vermos as maravilhas da criação daquele que conhecemos como Deus.
Para entender mais facilmente entender esta questão da realidade, basta nos lembrarmos dos exemplos da realidade virtual. Os óculos de realidade virtual mergulha você em um mundo virtual que da você sentir sensações próximas àquelas que você teria se passasse por aquele tipo de experiências na v vida real. Os simuladores de vôo e de direção são tão similares à vida real que servem até para treinamento de pilotos e motoristas. Estes aparelhos são interativos e envolvem o participante nas simulações propostas, provocando até reações físicas e emocionais.
Se equipamentos que nem chegam a similar a realidade de forma convincente provocam reações nos nossos cérebros e corpos, imagine daqui a alguns anos quando a definição das imagens forem mais perfeitas do que a atuais? E o que dizer da perfeição das simulações quando a inteligência artificial começar a trabalhar com algoritmos complexos formando imagens em 3D? Serão criadas imagens e sequências perigosamente viciantes. Sem falar nos efeitos adicionais que afetarão a percepção da realidade e fantasia criadas por programas de computador.
Além disso, não podemos esquecer das doenças psicossomáticas, aquelas em que o paciente acredita que tem e desenvolve todos os sintomas, como em uma doença real. Também podemos citar como exemplo os remédios de efeito placebo ou pílulas de farinha, quando um indivíduo toma um medicamento de efeito inócuo fornecido pelo médico de sua confiança, mas que o paciente acredita que seja um remédio que vai curar sua doença e ele fica realmente curado, apenas por acreditar em seu cérebro que aquele remédio falso vai cura -lo.
Não podemos deixar de mencionar a gravidez psicológica, em que uma mulher acredita estar grávida e tem os reais efeitos de uma gravidez em seu organismo: a barriga cresce, sofre com enjoos, os pés incham, tem lactação, apenas por acreditar esta gestante.
E o poder da fé e das curas milagrosas, onde uma pessoa pode ser curada, independentemente do seu credo religioso?
E para finalizar, o que dizer dos esquizofrênicos que vivem uma realidade distorcida toda deles, interagindo com o mundo real e as fantasias criadas em suas cabeças, sem distinguir a realidade da aluminação?
O cérebro humano é um órgão poderoso e um gerente admirável, mas que pude ser enganado, propositalmente ou ao acaso. O que chamamos de realidade não passa do que acreditamos ser real. E o que é real para cada um de nós esta profundamente relacionado com o que aprendemos ao longo desta existência. A maior parte das vezes, não temos consciência do modo em que pensamos e os reais motivos que nos levam a tomar nossas decisões no cotidiano. Muito só que pensamos ser ideia nossa, esta profundamente influenciado por r ideias de outras pessoas que nos fazem acreditar que a ideias alheias dado fruto do que chamamos de livre arbítrio.
No filme "A Origem", com Leonardo di Caprio, um grupo de cientistas ganhava a vida manipulando as ideias das outros através de seus sonhos, para que assim conseguissem o que desejassem. E di Caprio era expert em implantar ideias no subconsciente das pessoas. Ele dizia que para implantar uma ideia em alguém, basta fazer com que esta pessoa acredite que a ideia foi dela. Fazendo isso, uma pessoa pode fazer tudo o que outra quiser sem nenhuma objeção, pois ela pensará que ela quem está no comando.
O ser humano nunca será realmente livre enquanto não compreender todas as forças que atuam sobre ele e sobre suas próprias decisões. Não há porque haver conflito entre a religiosidade de cada um e a ciência. A liberdade não se ganha, conquista-se!

domingo, 27 de agosto de 2017

As mulheres, a sociedade e seu prazer pessoal

Em pleno século XXI, existem mulheres que ainda acreditam que haja homens que sejam capazes de cair aos seus encantos apenas por causa de umas belas curvas. Mulheres que acreditam que o homem que paga algumas cervejas e levam elas de caso para o motel nos primeiros encontros virá a se apaixonar perdidamente porque elas fizeram todas as fantasias dele.
 Não dá para acreditar que existem pessoas tolas a esse ponto, mas é o que mais existe. Mulheres que se iludem pelo brilho da pintura de um veículo motorizado e embriagam-se nos odores do combustível. E a história continua a se repetir. Depois de algumas aventuras amorosas, esse tipo de homem abandona essa mulher iludida por outra mais atraente. E assim por diante.
 A solidão pede pode ter várias faces. Tem pessoas que estão casadas a anos e sentem-se solitárias, outras pessoas que trocam de parceiros a todo momento e também sentem-se só.
Nas atuais circunstâncias econômicas, o homem não tem condições de bancar as vontades de uma mulher por muito tempo. A estratégia deles são sempre a mesmas: chamar a atenção de uma mulher com um carro, roupas da moda, cerveja e dinheiro. Promessas de que elas terão todos os sonhos e vontades delas realizados, contanto que elas demonstrem "gratidão" e sejam bem generosas com eles no sexo. Mas o potencial de fato deles tem limitações mensais, e depois de poucas saídas, ele levará ela para a casa dele ou dela e estado sexo como ele quer e de graça. Mas o sexo por si só enjoa, se não tiver algo para completar o vazio que ele deixa. Sem afeição a relação tem os dias contados. Tem que haver entrosamento mais do que sexual.
Além disso, ao longo do tempo as mulheres foram condicionadas a dar o que o homem que em troca de atenção e facilidades. Historicamente falando, a mulher foi vista como se humano de segunda categoria ao longo dos milênios e em várias culturas.
Mais recentemente, dos anos sessenta para cá que a mulher começou a ganhar espaço na sociedade. Mas isso não foi uma conquista delas e sim uma jogada do poder econômico para aumentar o número de consumidores para seus produtos. A mulher começou a trabalhar e querer consumir produtos femininos direcionados a ela. Ou seja, a mulher conquistou estado na sociedade mas não que esta sociedade tenha reconhecido seu valor, mas por interesses econômicos das classes dominantes.
Se antes a mulher era a fêmea reprodutora ou apenas um simples objeto de prazer sexual para o homem, ela foi induzida a acreditar que tinha conquistado um espaço. Mas ensinou essa mulher a lidar com esta "liberdade". As mães não souberam ensinar as filhas a terem dignidade e independência diante das novas mudanças, e os próprios homens não souberam lidar com esta muda realidade. Se antes bastava para o homem impor sua vontade, de alguma anos para cá este mesmo homem teve que começar a se interessar sobre as vontades das mulheres, e ninguém ensinou isso outras eles. Até mesmo porque um homem sensível demais ainda tem sua masculinidade questionada nos dias atuais.
A mulher quer sentir os prazeres que o homem sente, mas a mulher é biologicamente diferente do homem e não vai ser uma revolução sexual e cultural que vai mudar totalmente milênios de comportamentos ancestrais.
A mulher tem que compreender que há muita pressão em cima do homem e não lhe deram o conhecimento para lidar com essas pressões. Também a mulher tem que compreender que ela é dona de seu próprio corpo e que não tem que cumprir papel social nenhum se não estiver disposta: Ela não deve ser obrigada a ser mãe se não desejar, e nem se submeter a tirania de um homem só para continuar casada. A mulher tem que entender de uma vez por todas que nem sexo e nem filho segura casamento. O que mantém um casal unido são as afinidades de interesses.
A mulher tem todo o direito de sentir prazer com seu próprio corpo e um homem de verdade deve sentir-se na responsabilidade de satisfazer sua parceira como ele também quer estar sexualmente satisfeito. A fidelidade deve se uma escolha de cada um e não uma imposição da outra parte envolvida, e o respeito mútuo deve ser uma constante na relação.
Se a mulher quiser até se conhecer seu corpo e seus órgãos genitais para saber onde e como ela segue prazer, não estará fazendo nada de errado. Mas neste quesito deve-se evitar tocar-se constantemente em sua próprio corpo para estimular seu próprio prazer, para que isso não se torne um vício e ela não se esqueça seu propósito.
A mulher tem que se envolver com parceiros que tenham mais afinidade com os interesses dela: das a vontade dela é só sexo e aventura sem compromisso emocional, então procure alguém assim; mas se ela deseja um parceiro para uma relação duradoura com envolvimento emocional, então ela deve buscar um parceiro que tenha as mesmas intenções. Se ela que relação estável, terá que convencer o homem de que ela é uma mulher de confiança para que ele sinta-se a vontade para assumir um compromisso serio, que ele queira ser visto em público com ela, apresentá-la a família dele e se apresentar a família dela.
Culturalmente, o homem foi criado para casar com uma mulher que pudesse ser apresentada a sociedade e que pudesse gerar seria filhos. A sociedade ainda cobra muito para que um casal tenha filhos. Ainda há muito resquícios de machismo, onde o fingem pode trair abertamente mas a mulher não. Nenhum homem tem coragem de assumir compromisso com uma mulher que gosta de trair, pois ficará conhecido nos meios sociais como "corno". Já uma mulher não fica estigmatizada como "corna". Cada um escolhe os próprios caminhos que que trilhar.

"Mens sana in corpore sano"

"Mens sana in corpore sano ("uma mente sã num corpo são") é uma famosa citação latina, derivada da Sátira X do poeta romano Juvenal."
Desde a antiguidade sabia-se da relação entre saúde, corpo e mente. Já na antiga Grécia o culto a beleza física e a sabedoria. Lá surgiram grandes filósofos e os jogos olímpicos. Com o passar do tempo os cuidados com a saúde foram relegados a segundo plano, cuidando-se apenas da estética externa mas esta seria através de roupas extravagantes e perfumes, que disfarçavam a data de atividades físicos e cuidados com a higiene pessoal.
Com a ascensão da burguesia, da era industrial e da massificação da produção, a meta era vender muito para todas a parcelas da população que pudessem adquirir os bens industrializados e assim movimentar a economia, tendo o marketing como uma poderosa máquina de divulgação de ideias e comportamentos, ditando tendências e criando hábitos que aumentassem cada vez mais a venda e a lucratividade. Tudo isso incentivado pelos governos interessados na arrecadação de impostos.
Se antes a prioridade era produção em pequena escala por vários tipos de produtores, dos grandes proprietários de terras ao pequeno produtor rural, depois dessa massificação da produção, a prioridade passou a produzir para um número cada vez maior de pessoas a custos economicamente viáveis, e a produção em pequena escala de produtores familiares já não atendiam a esta demanda.
Mas com a exigência cada vez maior do aumento da produção, a qualidade do que era produzido ficou cada vez mais comprometida. O que antes era simplesmente descartado para o lixo, acabou virando subprodutos também comercializados em embalagens atraentes pela indústria e o comércio, respaldados por intensas campanhas publicitárias que fizeram a ter como verdade tudo aquilo que era dito a respeito desses produtos industrializados e desejam consumi-los avidamente. Depois de décadas de exposição a essa mídia feroz, a sociedade moderna esqueceu-se dos hábitos e de consumir produtos saudáveis.
Com uma população mundial aumentando cada vez mais, onde a taxa de natalidade supera a taxa de mortalidade, devido a melhoria das condições sanitárias e até mesmo acesso aos sistemas de saúde, ficou cada vez mais difícil alimentar tanta pessoas de forma natural. A grandes lavouras são susceptíveis a pragas e doenças, devido s monocultura concentrar em grandes espaços o mesmo tipo de plantação. Assim como a criação de animais em cativeiro facilita a propagação de doenças entre eles e posta combater isso são usados grandes concentrações de fungicidas e antibióticos que acabam se acumulando nos corpos das pessoas, que podem provocar alterações genéricas e doenças como câncer, entre outras.
Com esta ideologia mercadológica implantada na sociedade, até as doenças viraram fonte de lucro para a indústria farmacêutica, que viu neste filão de mercado oportunidade de ter lucros exorbitantes com a venda de medicamentos sintéticos que prometem a cura para várias doenças. Até mesmo os graves efeitos colaterais que este tipo de medicamento provoca oferece oportunidade de mais lucro para a indústria, que vende um segundo tipo de medicamento para atenuar os efeitos colaterais provocados pelo primeiro, um terceiro medicamento provocado pelo segundo medicamento, e assim por diante.
Se antes as doenças serem vistas por grandes parcelas da população como um castigo de Deus e a Ele deveriam pedir perdão e fazer promessas para recuperar sua saúde, a indústria farmacêutica passou a vender a ideia de que seus produtos, oriundos de pesquisas científicas e aprovados pelos governos eram a solução para a recuperação da saúde de cada um, melhorando as chances de sobrevivência de quem pudesse pagar mais por tratamentos caros para uns pouco privilegiados. Mas também sem desprezar a renda obtida com aquela parcela da população menos abastada nas também desesperada em recuperar a saúde fragilizada ou perdida.
Antigamente fatores genéticos eram responsáveis pelos maioria das doenças, conhecidas também por doenças hereditárias. Hoje em dia qualquer um está sujeito a qualquer tipo de doença, devido ao consumo excessivo de produtos industrializados cheios de conservantes e outros produtos químicos que provocam graves problemas de saúde.
Hoje em dia, a obesidade da população tornou-se um grave problema de saúde pública, onerando os cofres públicos em bilhões de dólares em vários países do mundo. Assim como doenças como diabetes, hipertensão e câncer, que estão associadas a alimentação irregular e flores de hábitos saudáveis. E mesmo assim a indústria ainda lucra com cada um desses doentes.
Com a era da informática e da divulgação de conteúdos por pessoas e organizações não comprometidas com a indústria e nem com governos alinhados com os interesses das grandes indústrias, ficou mais fácil de informar-se sobre questões como estas. Mas depois de décadas de lavagem cerebral para indústria que promete prazeres e a cura pelo consumo desses produtos, a maior parte da população ainda prefere viver na ignorância e prejudicar sua própria saúde e ainda ensina aos seus filhos a terem hábitos extremamente prejudiciais a si mesmos.
"Você é o que você come”, diz um velho ditado. Cuide de você mesmo e de bons exemplos aos outros. Se você não demonstra carinho com você mesmo, quem vai querer ou conseguir cuidar de você mais adiante?

sábado, 26 de agosto de 2017

Por melhor ou por mais lucrativo que possa ser atuar no mercado de autoajuda, pensar que cada um esteja preparado para solucionar os próprios problemas depois de uma palestra de fim de semana ou depois de comprar alguns e-books ou cobertos motivacionais, é muito simplista.
Realmente, somos capazes de solucionar muitos nossos problemas, se formos bem orientados ou tivemos dispostos a isso. Mas nem todas as pessoas têm a mesma cultura, equilíbrio emocional ou estrutura mental para encarar seus próprios fantasmas, demônios e neuroses. Não é tão simples como parece. Quem trabalha com o emocional alheio não pode fazer promessas que não será capaz de cumprir, sob pena de deixar alguém pior do que já estava, com suas esperanças destroçadas.
Não se trata apenas de questões psicológicas simples, mas cada indivíduo pode ter fatores e emoções obscuros e enterrados em seu subconsciente de forma tão profunda que ele nem se lembra de que um dia os teve. Mas basta tocar em algum ponto mais sensível de sua psique que esses castanhas vem a tona assombra-lo com toda sua força.
Tem pessoas que têm podem ter problemas psiquiátricos graves, com tendências homicidas ou suicidas, esquizofrenia ou alucinações, só para citar alguns. Esse tipo de problema não pode ser abordado e nem será resolvido de forma simplista e irresponsável.
Cada problema que se apresenta pode ser mais que uma questão meramente comportamental. A solução pode ser um trabalho integrado que envolva conceitos psicológicos e espirituais em conjunto.
O cérebro humano é uma máquina maravilhosa, mas é um órgão do corpo humano como qualquer outro, tem resquícios animais e ancestrais, precisando ser domado e domesticado. Controlar nossos cérebros não significa reprimir nossas mentes, pensamentos e emoções, mas canalizar nossas energias e emoções posta trabalharem em um conjunto harmônico com resultados mais imediatos e duradouros. Somos corpo e alma e não há motivos para agirmos como se para cuidar de um ter que desprezar o outro. Não há necessidade de conflitos interiores que nos mantém internamente divididos e desgastados.
Não é porque que não vemos o ar que deixamos de sentir os seus efeitos. Da mesma forma, não temos ainda sequer provas científicas da existência de uma alma, quanto mais da existência de Deus, mas a realidade  efeitos vão continuar existindo mesmo sem acreditarmos em nada disso, com ou sem a nossa fé.
Quem se mete com estes assuntos esta se envolvendo com forças poderosas e misteriosas, que não costumam ser debatidas em público e nem em redes sociais. Quem se atrever a abordar estas questões tem que ter um excelente preparo e lidar com os conteúdos de forma seria, não apenas encarando como um nicho de mercado lucrativo, onde cobra-se para vender esperanças e soluções fáceis. Não se pode colocar a segurança pessoal acima dos nossos ideais, a entrega tem que ser integral. Evidentemente temos que saber quais são nossos ideais para nos entregarmos de corpo e alma. Não e trata de entregar seus caminhos e esperanças a outro ser humano, mas em algo que você realmente acredite e de sentido a sua existência.
Não devemos nos apegar as pessoas, mas verificar se nos alinhamos aos seus ideais. Muitos dos problemas que temos estão relacionados com a expectativa que criamos sobre situações que não temos o menor controle. O coração alheio não nos pertence, mas podemos abraçar os ideais de alguém que se identifiquem com nossos próprios ideais.
A espiritualidade e psicologia se completam, da mesma forma que o corpo não vive sem uma alma, e uma alma não permanece neste plano sem um corpo físico que a abrigue e lhe permita se manifestar e produzir suas obras para colher e prestar contas mais adiante.
Mesmo com todas essas limitações, a autoajuda e o autoconhecimento são opções cada vez mais viáveis, cada um pode se tornar responsável e decidir por qual caminho que seguir, sendo também responsável por suas ações e tendo méritos em suas vitórias; deixar de ser manipulado pelos meios de comunicação de massa e por quem só se interessa em criar algo lucrativo e ganhar muito dinheiro em cima das dificuldades alheias.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Vaidade e estupidez

A História pode nos ensinar lições valiosas na vida. A Segunda Guerra Mundial tem muitas coisas nas quais podemos prestar a atenção e aprender algo. A vaidade é uma delas.
Em várias ocasiões a Alemanha nazista tende a oportunidade de ganhar a guerra. Tinha comandantes e generais competentes e comprometidos com os ideais expressionistas daquela doutrina.
A vaidade do alto comando francês os fez acreditar que os alemães, derrotados na Primeira Grande Guerra fossem incapazes de vencer o mais bem equipado exército do início da guerra. Eles menosprezaram ideias novas e quiseram se defender como sempre fizeram. Os alemães inovaram nas estratégias e fizeram aquilo que os franceses não esperavam que eles fizessem.
Os alemães já tinham dominado a Europa quase totalmente, tendo só a Inglaterra resistindo e acuada em sua própria ilha. Mas a vaidade de Adolf Hitler impediu que seus comandantes continuassem a tomar decisões que estavam levando a Alemanha a uma vitória avassaladora. Hitler era um estrategista incompetente mas queria mostrar a todos que as decisões eram dele. Não costumava ouvir ninguém que dissesse o que ele não queria ouvir. Imagine só: Colocar tido a perder apenas para tentar mostrar que todos estavam errados e que certa só as decisões dele.
E isso continua a acontecer ainda nos dias de hoje. Quantos dirigentes de empresa ou chefes hierárquicos assinam uma empresa apenas para mostrar que conseguem tomar decisões sem consultar ninguém?
A vaidade não é algo ruim em si, pois pode servir para levantar nossa própria autoestima, mas ela deve ser sempre impregnada de muita humildade e sabedoria, para que o indivíduo não deixe a estupidez contaminar suas decisões.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Pais: culpados ou inocentes?

"Os pais são os culpados sem culpa." Essa afirmação é proferida em palestras de Programação Neolinguística - PNL e serve para retratar a problemática dos sucessivos fracassos de alguém ao longo de sua vida.
Mas vou começar do início. Todas as limitações que temos começaram a ser escritas antes mesmos de nascermos, no útero de nossas mães. Na ânsia de nos proteger e dar-nos aquilo que elas não receberam, vão nossa incutindo ideias na nossa cabeça que são difíceis de serem modificadas mais tarde. Ao tentarem fazer diferente com seis filhos, os pais acabam por reproduzir em seus filhos a mesma crença que receberam de seus próprios pais.
Nenhum pai ou mãe, em sã consciência, vai desejar mal aos próprios filhos. Por mais que eles tentem dar uma boa educação doméstica aos seus filhos, outra padrões de comportamento que eles receberam na infância vão acompanhá-los por toda a vida deles, e como um programa de computador comprometido pela existência de vírus, a educação que os pais dão aos seus filhos são tão falhas quanto a educação que ele receberam dos pais deles. E a ignorância vai se perpetuando.
Não pense que você dará uma educação perfeita aos seria filhos. Provavelmente será uma reprodução da educação que você recebeu de seus pais e que tanto condena depois de adulto. Você acha que será um pai ou mãe perfeitos, mas não será isso que seria filhos dirão depois deles adultos. Essa limitação gera um círculo vicioso que passa dos pais para os filhos e de geração em geração.
A maior parte das pessoas que se tornam pais ou mães estão despreparados e tendo maus exemplos em suas próprias famílias. Some-se a isto a própria estrutura da sociedade que muda constantemente e não avisa em que direção esta indo, deixando os pais sem saberem como preparar seus filhos poderá os desafios imprevisíveis que a vida lhes trará.
Um filho que depois de adulto, quer culpar seus pais por tudo de ruim que lhe aconteceu só está procurando alguém para responsabilizar por suas próprias decisões erradas. Culpar alguém e se eximir da culpa é um comportamento típico de quem tem atitudes infantis. Assim como a criança normalmente se desculpa do que fez de errado acusando os outros, um adulto infantilizado não assumirá facilmente a culpa por suas próprias decisões desastrosas.
Mas não podemos negar que certos ambiente familiares são uma verdadeira escola do crime posta as crianças, com adultos não se respeitando, agredindo-se, mentindo, embriagando-se, drogando-se e outras altitudes que são um péssimo exemplo para as crianças. Quando essas crianças crescerem, dificilmente saberão respeitar seus filhos, pois eles mesmos cresceram em um ambiente onde o respeito ao outro não existia.
Cada caso é um caso, mas em via de regra, quem recebeu educação deficiente em sua infância, só fará reproduzir a deficiências que recebeu ao longo do tempo.
O amor e o respeito podem vir a mudar muita realidades que nunca viveram essas experiências. Saber perdoar é um grande passo que se dá poderá se livrar de uma vez por todas essas limitações impostas pelos seus pais, que são tão vítimas quanto são culpados pelos erros que cometem e cometeram.
Não espere seus pais fossem velhos e vulneráveis para começar a cobrar dívidas antigas, procure perdoa-los o quanto antes você tomar consciência de sua situação de limitação. Em vez de tentar puni-los, esforce-se para ajudá-los no que for possível de sua parte.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

"e os que só andam muito lentamente podem avançar muito mais, se seguem sempre o mesmo caminho reto, do que aqueles que correm e dele de distanciam."
(Discurso do método, primeira parte)
Este enunciado já diz tudo. De que adianta se apressar para tentar chegar a algum lugar se tomar as decisões erradas e que são prejudiciais a si mesmo e aos outros?
Tem pessoas que ordem levar a vida toda para conseguir algo, mas o que elas conquistam ninguém consegue tirar, pois elas o conquistaram por direito. O que Deus dá ninguém tira. Mas tendemos a demorar em alcançar a realização dos nosso sonhos por nossa própria responsabilidade e de ninguém mais.
Devemos ser perseverantes para conquistar algo, mas também ter sabedoria e humildade para reconhecer quando não vamos alcançar o que tanto desejamos e que, se formos analisar, normalmente não precisamos, mas queremos a qualquer custo.
A fruta só dá no tempo certo. Se tivermos ansiedade para conquistar algo, tudo que conseguiremos alcançar é mais ansiedade. Devemos analisar todas as possibilidades e identificar onde estamos errando e refazer os planos quantas vezes dor necessário.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

"A diversidade de nossas opiniões não provém do fato de sermos uma mais racionais do que os outros, mas somente de conduzirmos nossos pensamentos por vias diversas e não considerarmos as mesmas coisas." (Discurso do Método, primeira parte)
Ninguém deve se sentir melhor que ninguém, afirma buscar se superar e de uma pessoa melhor a cada dia. A arrogância é um comportamento típico de quem não tem maturidade e que qualquer vantagem que tenha em relação aos outros já se torna motivo para se engrandecer.
Hoje um tempo que eu me achava melhor que os outros e que, quando desponta-se na vida, eu não saberia mais o que seria dificuldades de nenhum tipo. Mas o tempo passou e a tão sonhada prosperidade não chegou como eu imaginava. Não caiu em minhas mãos apenas por eu sentir que tinha qualidades que me destacava das demais pessoas.
Hoje em dia percebo que o fato de eu saber algo a mais que alguém não me torna melhor ou mais que este alguém, apenas que valorizamos e nos interessamos por que assuntos diferentes. Isso me deu liberdade para fazer e agir como penso e quero, sem a necessidade de maiores explicações ou aprovação alheia. A humildade é uma virtude a ser seguida e praticada a todo momento.                       

Virtudes

" ... Pois não é o suficiente ter o espírito bom, o principal é aplica-lo bem. As maiores elas são capazes dos maiores vícios, tanto quanto das maiores virtudes..."
É um mito acreditar que pessoas boas que só fazem o bem são incapazes de fazer maldades. Esse tipo de gente é que é capaz de fazer grandes estragos na vida de alguém ou mesmo da sociedade. Cada um escolhe o caminho que quer seguir e arca com as consequências. Fazer o bem ou o mal é uma questão de escolha pessoal. Não basta deixar de fazer o mal com medo de ser pego e punido pelas autoridades humanas, essa escolha tem que se uma escolha pessoal e interior de cada um. Todos são livres para escolher o caminho que desejam seguir,por mais que pareça que não há alternativas, sempre há como escolher.
Normalmente a pessoas que se declaram incapazes de fazer o mal a alguém são as que vivem em função do medo e querem alguém que faça o trabalho sujo que elas não têm coragem de fazer por covardia e não por compaixão. Pessoas assim são merecedoras da desconfiança dos outros.
Pense nos mestres que mudaram o curso da humanidade com seus bons exemplos de vida, obras realizadas e ensinamentos. Todos eles tiveram que lutar constantemente para não desistir de fazer o bem nem mesmo diante as torturas impostas a eles. Eles não se acomodaram ou se acovardaram diante das iminentes ameaças a sua integridade física e risco de morte. Eles perseveraram diante de todos os obstáculos que colocaram em seu caminho para que eles desistissem e deixassem de ser um exemplo aos demais. Renunciaram a tudo em nome seria suas crenças pessoais.
Mesmo eles seriam capazes de cometerem atrocidades se tivessem escolhido o caminho do mal, da riqueza, da fama ou da segurança no lugar e romagem o mundo um lugar melhor para se viver. Eles deram esperanças e forças quando tudo parecia perdido. Da mesma forma, pessoas execráveis como Adolf Hitler poderia ter feito muito bem a humanidade se tivesse utilizado seus talentos pessoais para construir no lugar de destruir.
O bem e o mal são agora lados da mesma moeda, eles coexistem e tentam ocupar espaço no coração de cada um. Mas a escolha do que vai prevalecer é de cada pessoa, conscientemente ou não. Ignorância não torna alguém menos culpado de aos maldosos ou de omissão ao bem que poderia ter praticado. Cada um é responsável pelos seus próprios atos.
Já está comprovado: Seu cérebro não sabe a diferença entre realidade e fantasia. E ê bem fácil comprovar isso, basta você se lembrar como se sente ao ver um filme ou uma novela que mexe com seus sentimentos. Você sabe que são atores interpretando personagens de uma história escrita e amplamente divulgada, mesmo assim você torce pelos mocinhos e fica com raiva do vilão; no caso de filmes de terror e suspense, você fica com medo e pode até ter pesadelos de histórias cunhadas em tela e que não tem a menor possibilidade de te atingir na vida real.
Se com histórias notadamente fictícias você se emociona, imagine se alguém jurar algo para você, ou se você ver algo e interpreta errado? Você terá suas conclusões como uma verdade absoluta e real, e você acreditará nela. Os profissionais de marketing, os políticos, alguns líderes religiosos, as empresas e grandes corporações usam desta facilidade que o ser humano tem em acreditar como real aquilo que lhe contam e se aproveitam disso em benefício próprio.
O ser humano continua vivendo com uma falsa liberdade de escolhas. As ideologias não deixaram de existir, apenas mudaram de nome e estão mais profissionais do que nunca estiveram. Se você não prestar a atenção, vai fazer tudo o que te mandarem sem perceber que esta sendo manipulado. Esta manipulação se dá até no âmbito familiar, com a pessoas chantageando umas às outras para conseguir benefícios sem o merecerem de fato.
Sua mente é poderosa, até mesmo para acreditar em histórias criadas com o seu conhecimento ou não. Quem serem o poder político, econômico ou mesmo religioso pode não ter interesse que você adquira sua independência de ideias e pode resistir e usar todo o aparelho que possuir para deixá-lo em dúvida e abalar suas convicções pessoais. Faça o que julgar necessário para começar a pensar com suas própria cabeça e não com ideias implantadas em você Já está comprovado: Seu cérebro não sabe a diferença entre realidade e fantasia. E ê bem fácil comprovar isso, basta você se lembrar como se sente ao ver um filme ou uma novela que mexe com seus sentimentos. Você sabe que são atores interpretando personagens de uma história escrita e amplamente divulgada, mesmo assim você torce pelos mocinhos e fica com raiva do vilão; no caso de filmes de terror e suspense, você fica com medo e pode até ter pesadelos de histórias cunhadas em tela e que não tem a menor possibilidade de te atingir na vida real.
Se com histórias notadamente fictícias você se emociona, imagine se alguém jurar algo para você, ou se você ver algo e interpreta errado? Você terá suas conclusões como uma verdade absoluta e real, e você acreditará nela. Os profissionais de marketing, os políticos, alguns líderes religiosos, as empresas e grandes corporações usam desta facilidade que o ser humano tem em acreditar como real aquilo que lhe contam e se aproveitam disso em benefício próprio.
O ser humano continua vivendo com uma falsa liberdade de escolhas. As ideologias não deixaram de existir, apenas mudaram de nome e estão mais profissionais do que nunca estiveram. Se você não prestar a atenção, vai fazer tudo o que te mandarem sem perceber que esta sendo manipulado. Esta manipulação se dá até no âmbito familiar, com a pessoas chantageando umas às outras para conseguir benefícios sem o merecerem de fato.
Sua mente é poderosa, até mesmo para acreditar em histórias criadas com o seu conhecimento ou não. Quem serem o poder político, econômico ou mesmo religioso pode não ter interesse que você adquira sua independência de ideias e pode resistir e usar todo o aparelho que possuir para deixá-lo em dúvida e abalar suas convicções pessoais. Faça o que julgar necessário para pensar com suas própria cabeça e Badoo com ideias implantadas de Já está comprovado: Seu cérebro não sabe a diferença entre realidade e fantasia. E ê bem fácil comprovar isso, basta você se lembrar como se sente ao ver um filme ou uma novela que mexe com seus sentimentos. Você sabe que são atores interpretando personagens de uma história escrita e amplamente divulgada, mesmo assim você torce pelos mocinhos e fica com raiva do vilão; no caso de filmes de terror e suspense, você fica com medo e pode até ter pesadelos de histórias cunhadas em tela e que não tem a menor possibilidade de te atingir na vida real.
Se com histórias notadamente fictícias você se emociona, imagine se alguém jurar algo para você, ou se você ver algo e interpreta errado? Você terá suas conclusões como uma verdade absoluta e real, e você acreditará nela. Os profissionais de marketing, os políticos, alguns líderes religiosos, as empresas e grandes corporações usam desta facilidade que o ser humano tem em acreditar como real aquilo que lhe contam e se aproveitam disso em benefício próprio.
O ser humano continua vivendo com uma falsa liberdade de escolhas. As ideologias não deixaram de existir, apenas mudaram de nome e estão mais profissionais do que nunca estiveram. Se você não prestar a atenção, vai fazer tudo o que te mandarem sem perceber que esta sendo manipulado. Esta manipulação se dá até no âmbito familiar, com a pessoas chantageando umas às outras para conseguir benefícios sem o merecerem de fato.
Sua mente é poderosa, até mesmo para acreditar em histórias criadas com o seu conhecimento ou não. Quem serem o poder político, econômico ou mesmo religioso pode não ter interesse que você adquira sua independência de ideias e pode resistir e usar todo o aparelho que possuir para deixá-lo em dúvida e abalar suas convicções pessoais. Faça o que julgar necessário para pensar com suas própria cabeça e não com ideias implantadas em você de forma engenhosa por outras pessoas.

O ENCONTRO DO QUE PERDEMOS EM OUTRAS PESSOAS

"Quando descobrimos nossas partes "faltantes" nos outros, sentimo-nos poderosa e irresistivelmente atraídos. Podemos até mesmo acreditar que "precisamos" deles em nossa vida, até o momento em que nos lembramos de que o que nos atrai é algo que ainda temos dentro de nós ... e que, simplesmente, está adormecido. Tendo consciência de que essas características e traços ainda estão conosco, podemos retirar a camuflagem que os encobre para incorporá-los outra vez em nossa vida. E, ao fazermos isso, subitamente descobrimos que não estamos mais nos sentindo poderosa, magnética e inexplicavelmente arrastados para a pessoa que originalmente espelhou esses nossos traços.
Esse inexplicável sentimento que temos quando estamos com outra pessoa — o magnetismo e a chama que nos fazem sentir tão cheios de vida — na realidade somos nós mesmos! Trata-se da essência dessas partes que nós perdemos e do reconhecimento de que as queremos de volta em nossa vida "
Do livro: A Matriz Divina, de Gregg Braden

O trecho acima nos dá uma ideia do motivo pelo qual surgem e acabam os relacionamentos: buscamos nos outros aquilo que sentimos falta em nós mesmos, mas depois que aprendemos a recuperar que permitimos que o mundo tire de nós, o interesse pelo outro simplesmente desaparece. Por este motivo, não devemos nos apegar a ninguém, pois nós ainda podemos estar dependentes do outro, mas o outro pode não estar mais dependente de nós como estava no início da relação. Então isso significa que toda relação que toda relação tem prazo de validade e está fadada ao fracasso? Não necessariamente. Uma relação que tem bases sólidas e o casal, familiares ou amigos compartilham de ideias e sentimentos, não tem motivos para acabar depois que uma das partes se encontrar e perder o interesse no outro. O ser humano está sempre se renovando e reinventando suas ideias, se ele se permitir isso, e por isso mesmo sempre  pode permanecer interessante. Em uma relação onde todos evoluem e aprendem constantemente, não há motivos para esse tipo de preocupação. A paixão pode acabar e com ela toda a ilusão de que já encontrou alguém para a vida toda, mas o amor permanece e só tende a crescer com o tempo.
Ser emocionalmente dependente de alguém é uma forma de servidão, onde uma das partes renuncia a sua própria liberdade e identidade em troca carinho e proteção de outra pessoa

O perigo de amar demais alguém

"Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes."
Marcos 12:30,31
Veja bem o que o ensinamento prega: Amar a Deus acima de tudo e de todos. Será que se amarmos primeiro nosso semelhante não estaríamos mais preparados para amar a Deus? Categoricamente, não. Amar a Deus em primeiro lugar tem seus motivos.
Nunca é demais amar a Deus e Ele nunca te decepciona. Ele esta no lugar Dele na também está sempre contigo. Ele é a força/energia que te mantém vivo. Amar a Ele é também amar a você mesmo, pois você é parte Dele.
Mas se você escolhe amar outra pessoa em primeiro lugar, você certamente sofrerá em algum momento, ou fará esta pessoa sofrer.
Quando conhecemos alguém, conhecemos a pessoa naquele momento, é como uma foto impressa. Mas a vida é dinâmica e as pessoas mudam com o passar do tempo, e nem seu seu acompanhante consegue seguir no mesmo ritmo. Esse dinamismo faz com que as pessoas mudem seus interesses em direção nem sempre paralelas a de seu acompanhante. Isso pode acarretar decepções e cobranças que envenenam a relação e podem deixar alguém descrente no amor. As pessoas são inconstantes e tem o direito de mudar de opinião, mas nem sempre quem está por perto vai compreender isso.
Além de tudo, uma grande decepção pode causar estragos irrespiráveis na psique ou no coração de alguém, deixá-la indiferente ao sentimento e a dor de outras pessoas. Pode fazer com que esta pessoa desiludida perca a vontade de amar e de viver, ou mesmo perca sua sanidade mental.
Ninguém está no coração de ninguém para saber da pureza e das intenções de outrem. Não há como avaliar o perigo que esta exposto até ser tarde demais. Existem mentes perigosas e desequilibradas que são capazes dos atos mais baixos só posta conseguirem o que querem, não importando o prejuízo que possam causar a terceiros.
Por estes motivos, pode-se amar a Deus de forma constante e ilimitada sem se preocupar com algum tipo de decepção, mas o mesmo não pode ser dito do amor ilimitado por outro ser humano.
A melhor maneira de afastar o que mais desejamos e sofrer a perda de algo ou alguém é dedicar tempo demais a esta pessoa ou a esse algo. Amar demais a coisas deste mundo é maneira garantida de trazer sofrimento para si mesmo. Se apegar demais as pessoas ou situações não é coisa boa.
Não temos controle sobre nossos próprios pensamentos, quanto mais ao ambiente e as pessoas que nos cercam. Tudo nesta vida não passa de uma provação, tanto o que temos quanto o que queremos ter. Amar demais um companheiro ou companheira, filhos, trabalho, dinheiro, posição social, beleza ou saúde. Tudo que você dedica tempo ou esforço demais pode ser tirado de você, pois vida nos testa o tempo todo. Não se torne refém do que você deseja para si. Apenas deseje, mas aceite receber o que deseja ou não receber. Não de apegue a nada e nem a ninguém. Viemos sozinhos e nus a este mundo e dele sairemos sem levar nada, além dos sentimentos que cultivamos.
Nem sempre as pessoas suportam perder aquilo que tanto desejaram ou lutaram para conseguir, e quando perdem podem vir a amaldiçoar a tudo e a todos, reclamando da injustiça que sofreram. A preocupação e ansiedade atraem tudo aquilo que mais tememos. Lembre-se: O que é realmente seu ninguém toma, pois foi lhe dado por alguém que realmente ter ama.

sábado, 12 de agosto de 2017

O cérebro e a realidade

Já está comprovado: Seu cérebro não sabe a diferença entre realidade e fantasia. E ê bem fácil comprovar isso, basta você se lembrar como se sente ao ver um filme ou uma novela que mexe com seus sentimentos. Você sabe que são atores interpretando personagens de uma história escrita e amplamente divulgada, mesmo assim você torce pelos mocinhos e fica com raiva do vilão; no caso de filmes de terror e suspense, você fica com medo e pode até ter pesadelos de histórias cunhadas em tela e que não tem a menor possibilidade de te atingir na vida real.
Se com histórias notadamente fictícias você se emociona, imagine se alguém jurar algo para você, ou se você ver algo e interpreta errado? Você terá suas conclusões como uma verdade absoluta e real, e você acreditará nela. Os profissionais de marketing, os políticos, alguns líderes religiosos, as empresas e grandes corporações usam desta facilidade que o ser humano tem em acreditar como real aquilo que lhe contam e se aproveitam disso em benefício próprio.
O ser humano continua vivendo com uma falsa liberdade de escolhas. As ideologias não deixaram de existir, apenas mudaram de nome e estão mais profissionais do que nunca estiveram. Se você não prestar a atenção, vai fazer tudo o que te mandarem sem perceber que esta sendo manipulado. Esta manipulação se dá até no âmbito familiar, com a pessoas chantageando umas às outras para conseguir benefícios sem o merecerem de fato.
Sua mente é poderosa, até mesmo para acreditar em histórias criadas com o seu conhecimento ou não. Quem serem o poder político, econômico ou mesmo religioso pode não ter interesse que você adquira sua independência de ideias e pode resistir e usar todo o aparelho que possuir para deixá-lo em dúvida e abalar suas convicções pessoais. Faça o que julgar necessário para pensar com suas própria cabeça e não com ideias implantadas de forma engenhosa em você.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O ENCONTRO DO QUE PERDEMOS EM OUTRAS PESSOAS



"Quando descobrimos nossas partes "faltantes" nos outros, sentimo-nos poderosa e irresistivelmente atraídos. Podemos até mesmo acreditar que "precisamos" deles em nossa vida, até o momento em que nos lembramos de que o que nos atrai é algo que ainda temos dentro de nós ... e que, simplesmente, está adormecido. Tendo consciência de que essas características e traços ainda estão conosco, podemos retirar a camuflagem que os encobre para incorporá-los outra vez em nossa vida. E, ao fazermos isso, subitamente descobrimos que não estamos mais nos sentindo poderosa, magnética e inexplicavelmente arrastados para a pessoa que originalmente espelhou esses nossos traços.
Esse inexplicável sentimento que temos quando estamos com outra pessoa — o magnetismo e a chama que nos fazem sentir tão cheios de vida — na realidade somos nós mesmos! Trata-se da essência dessas partes que nós perdemos e do reconhecimento de que as queremos de volta em nossa vida "
Do livro: A Matriz Divina, de Gregg Braden

O trecho acima nos dá uma ideia do motivo pelo qual surgem e acabam os relacionamentos: buscamos nos outros aquilo que sentimos falta em nós mesmos, mas depois que aprendemos a recuperar que permitimos que o mundo tire de nós, o interesse pelo outro simplesmente desaparece. Por este motivo, não devemos nos apegar a ninguém, pois nós ainda podemos estar dependentes do outro, mas o outro pode não estar mais dependente de nós como estava no início da relação. Então isso significa que toda relação que toda relação tem prazo de validade e está fadada ao fracasso? Não necessariamente. Uma relação que tem bases sólidas e o casal, familiares ou amigos compartilham de ideias e sentimentos, não tem motivos para acabar depois que uma das partes se encontrar e perder o interesse no outro. O ser humano está sempre se renovando e reinventando suas ideias, se ele se permitir isso, e por isso mesmo sempre  pode permanecer interessante. Em uma relação onde todos evoluem e aprendem constantemente, não há motivos para esse tipo de preocupação. A paixão pode acabar e com ela toda a ilusão de que já encontrou alguém para a vida toda, mas o amor permanece e só tende a crescer com o tempo.
Ser emocionalmente dependente de alguém é uma forma de servidão, onde uma das partes renuncia a sua própria liberdade e identidade em troca carinho e proteção de outra pessoa.


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O sucesso nos dias atuais

Muito tem as falado sobre o individualismo e o comportamento interesseiro que parece que as pessoas têm tido de umas décadas para cá. Mas nem tudo é exatamente como se apresenta.
O pensamento humano sempre passa por períodos de transformações. Se antes tínhamos o total domínio sobre i comportamento das pessoas, que depois foi substituído pelo domínio das grandes corporações e a indústria das corporações, for pelos ressaltar que o domínio começa a ser pulverizado em vários núcleos de influência decorrentes do uso maciço da internet e de seus formadores de opinião pública, influenciando a população em questões políticas, econômicas, saúde, educação, cultura e religião, entre outros aspectos.
Mas qual a relação entre tudo isso que foi exposto e servir ao próximo? Tem tudo haver. Quem divulga conteúdo na internet, tem que agradar ao público. Se quiser ter sucesso, tem que atender as expectativas de um grande número de pessoas. Não se alcança o sucesso no mundo virtual se publicar conteúdos que interessem apenas ao próprio autor ou a um restrito número de pessoas, ou seja, tem que saber interpretar a demanda por conteúdos e atende-las da melhor forma possível. Só assim vai conseguir fidelizar seguidores que curtirão e compartilharão tudo que esse autor publicar.
Isso é uma grande lição a ser aprendida: Não se consegue a atenção das pessoas fazendo coisas que interesse só a si mesmo. Ou consegue perceber o mundo além de seus próprias fronteiras e limitações pessoais ou não terá futuro como youtuber ou palestrante.
Descer do pedestal. Ter humildade posta ver a realidade como ela realmente é e não apenas como a desejamos que ela seja seria uma das melhores formas de atingir um progresso visível em um curto espaço de tempo.
Mas o cérebro humano ainda é comandado por reações químicas e pulsos elétricos da células nervosas, estando fortemente influenciado pelos hormônios que produzem a mais diversas reações no organismo. Como se isso não bastasse, ainda tem fatores genéricos, culturais e emocionais que condicionam mais ainda nossa visão de mundo. Manter a imparcialidade e objetividade é um grande desafio, assim como ter foco no outro e não apenas nas próprias necessidades imediatas.
No fim das contas, se alguém quiser sair do nada e ter sucesso nos dias atuais, tem que repensar os próprios conceitos, praticar a humildade, ter empatia com seu semelhante e se esforçar para ver a realidade além de suas  próprias limitações.