domingo, 25 de fevereiro de 2018

NAMORO À MODA ANTIGA - parte III
Lutar contra uma cultura dominante não é algo que se faça de um momento para o outro. A pressão para que você seja igual aos outros é muito grande, pressão externa continuará e poderá fazer com que você desista de ser feliz ao lado de alguém. E se você já experimentou o sexo apenas como um impulso para satisfazer um desejo, sem se importar com quem tivesse tendo a relação íntima, então a luta será ainda mais dura para você.
Aprendi que não se deve resistir a uma tentação, quanto mais você resistir, mais dará forças a ela dentro de você. Ao invés de resistir a uma tentação, você deve superá-la.
E para superar algo que lhe tenta, substitua por outra coisa que desvie sua atenção daquela tentação. Evite se aproximar se não sentir-se forte o suficiente para não sucumbir aos seus próprios desejos imediatistas. Seja sincero com você mesmo e com o maior número de pessoas. Mas lembre-se, ser sincero não significa ser um tolo. Falar demais é tolice.
Aproxime-se de pessoas de bem que não te julgarão se você admitir que sente-se tentado por algo ou por alguém. Pessoas sabias sabem aconselhar sem condenar com as palavras ou com gestos.
Antes de pensar em namorar com alguém, conheça-se a si mesmo. Aprenda a se amar e aceitar a você mesmo. Procure melhorar aqueles comportamentos que lhe causam problemas e te desagradam. Saiba o que lhe agrada mais, desenvolva seus talentos naturais. Sempre que possível, presenteie-se.
Tema um círculo social saudável, com pessoas de bem e que sejam de sua confiança. Estreite os laços de amizade: Seria amigos verdadeiros lhe advertirão se você se interessar por alguém que possa tentar te enganar para tentar tirar proveito de você.
Lembre-se, você quer alguém para compartilhar a vida com você, e não um apenas provedor de suas necessidades básicas. O amor ao vem para aqueles que o merecem e sabem reconhecê-lo. Ter alguém em sua vida não é a solução para todos os seus problemas, mas uma companhia para os bons e maus momentos.
Se escolheu a pessoa errada para namorar ou conviver com você, não tente achar culpados. Assuma a responsabilidade pelos seus próprios atos, seja uma pessoa madura para poder viver no mundo adulto. Se cometer algum erro na escolha da pessoa que quis se relacionar, corrija o erro de alguma forma: avalie se aquela pessoa te faz bem e ajuda em seu crescimento pessoal.
As vezes lamentamos quando não conseguimos ter a pessoa que despertou o nosso interesse. Mas se avaliarmos bem, ou não estávamos preparados para aquela pessoa em nossa vida, ou ela não merecia todo o que tínhamos de bom para oferecer. Tem pessoas que só atrasam nossa vida.
Uma relação não deve ser vista como a causa para boa felicidade, mas deve ser vista como consequência de nos felicidade. Depositar nos ombros de outra pessoa a responsabilidade de nos fazer feliz é um fardo muito pesado. Não devemos pensar em ter alguém como muleta, mas como companhia em nossa trajetória de na vida.
NAMORO À MODA ANTIGA -parte II
Há anos que falar em namorar sem envolver sexo passou a ser um tabu. Se antes os homens faziam questão de casar com mulheres virgens, de décadas para cá a virgindade passou a ser um problema para quem a possui. Quem se declara virgem, é motivo de piada em vários setores da sociedade. Qualquer momento de mal humor logo é ridicularizado como falta de relação sexual.
Até para quem pensa em casamento o escárnio também é cruel. Não há o louvor incentivo em manter-se casto para o matrimônio. A moda passou a ser promíscuo, morar junto e ter filhos sem planejamento. As mulheres qui te, até então, eram recatadas passaram a ter um comportamento cada vez mais semelhante ao do homem e também aderiram a ideia do sexo ocasional.
A chamada "liberdade de escolha", passava, necessariamente, com a dissolução da ideia de família e consequente dissolução do núcleo familiar. Some-se a isso, as mulheres conquistaram espaço na sociedade mas também os deveres inerentes a eles. Trabalhar fora de casa implicou em abandonar sua filhos nas mãos de terceiros que nem estavam preparados ou tinham interesse em as consumir com filhos de pais cada vez mais ausentes.
Quem decide ter uma relação saudável baseada no amor e não apenas em sexo, enfrentará muita resistência e descrença de uma sociedade embriagada com a ideia do sexo livre, da violência e da falta de amor das mais diversas formas.
E qual a vantagem de se namorar a moda antiga? Quando realmente namoramos com alguém, temos tempo para conhecer melhor essa pessoa e nossos sentimentos mais profundos por ela. Podemos apresentar o que temos de melhor, de nossa essência. Termos tempo para amadurecer a ideia de ficar com alguém até pela vida inteira. Mas sem aquela ilusão apregoada de alma gêmea que vai acompanhar-nos ir toda a eternidade.
Esse mito da Alma Gêmea torna o amor uma prisão e não um fator de libertação. Podemos amar alguém pela afinidade de ideias e até pelo seu aspecto físico. Isso não significa que aquela pessoa teria sido nossa única escolha na vida, mas que foi, naquele momento, a mais viável.
Estimular alguém sexualmente é até fácil, difícil é manter o interesse de alguém diante das dificuldades do cotidiano. Podemos até sentir uma forte atração emocional e física por mais de uma pessoa, mas isso não significa que devemos passar a vida indecisos de com quem devemos ficar ou que somos promíscuos por natureza.
Devemos saber que, ao se aproximar de alguém, a atração pode ser irresistível, dela pelo aspecto físico ou pela sua inteligência ou modo de ser. Nesse aspecto, devemos ser sinceros conosco mesmo e com as pessoas envolvidas. Assim ninguém se machuca. Em relação a relação amorosa, podemos até mesmo cometer o erro de nos envolvermos com alguém que parecia ser o amor de nossa vida, mas esse erro pode ocorrer por falta de experiência e nunca proposital.
Quando envolvemos outras pessoas em nossas vidas, a relação amorosa deixa de ser uma prisão para ser uma libertação. Podemos até ser um bom exemplo para uma sociedade tão necessitada e descente nos poderes milagrosos que só o amor permite.
NAMORO À MODA ANTIGA - parte I
O tempo passa e os costumes também. Algumas coisas mudam para melhor e outras parecem que só fazem piorar a cada mudança pelo que passam. Antigamente, as pessoas eram obrigadas a seguirem rígidos padrões sociais de comportamento, quem não as enquadrasse era severamente punido ou mesmo excluído daquele convívio social. As mulheres eram as maiores vítimas desde rigor todo, sendo obrigadas a ser submeterem a tirania dos homens, sejam eles pais, irmãos, maridos, religiosos, professores, chefes e colegas de trabalho ou mesmo de outras mulheres que se intitulavam os bastiões da moralidade. 
Não considerava-se o fato de que alguns destes opressores tivessem algum transtorno psicológico leve ou mesmo grave, como sociopatia ou psicopatia. A mulheres estavam expostas a todo tipo de humilhação e violência, e a razão do homem quase sempre prevalecia.
A mulher tinha que se casar, mesmo que decidisse ficar solteira. Mulher solteira, viúva ou separada não tinha valor algum para a sociedade, eram vistas como uma ameaça aos maridos de outras mulheres. Os casamentos poderiam ser arranjados ou a mulher só se casava com aqueles pretendentes que a família aprovasse. As mulheres não tinham o direito de escolha de seus parceiros e maridos.
Uma gravidez indesejada seria catastrófico para a mulher, embora quase não desse punição para o homem. A mulher poderia ser expulsa de casa e ter que se tornar uma prostituta, como única forma de sobreviver e criar seu filho.
Contudo, havia também uma valorização da família. A sociedade dava a devida importância a unidade família, só errava na maneira de demonstrar isso. Facilmente confundia-se obediência com submissão.
Então vem a mudanças implantadas principalmente pela nova política, mídia e setores ditos revolucionários da sociedade.
Em nome da liberdade de escolha e do livre arbítrio, lança-se a pílula anticoncepcional e permite-se ter relações sexuais com o risco reduzido de uma gravidez. Isso provoca uma revolução nos costumes e uma geração inteira ficou contaminada pela ideia do sexo livre e inconseqüente. Desprezou-se a ideia de proibição, era a geração do "é proibido proibir". Tudo passa a ser liberado, desde bebidas alcoólicas ao sexo irresponsável.
A famílias começaram a ser coisas como um ambiente repressor em restringia vários tipos de prazeres imediatos e intensos. Os valores morais foram perdendo cada vez mais espaço para a liberação geral dos prazeres. Os limites começaram a serem rompidos cada vez mais, a ponto dos filhos desafiarem seria próprios pais e os alunos enfrentarem professores em sala de aula.
Mas todo prazer, por mais intenso que seja, acaba por tornar-se enjoativo e deixa de produzir os efeitos até alucinantes de antes. Se outrora a bebida alcoólica, o cigarro e o sexo desenfreados davam prazer, com o tempo deixaram de serem tão prazerosos. Então as drogas pesadas começaram a fazer parte de uma sociedade cada vez mais ávida peça busca incessante do prazer.
Surge a figura do traficante de drogas para abastecer um mercado consumidor em franca expansão. Como os valores morais perderam espaço na sociedade, o uso de drogas pesadas teve espaço cada vez maior para crescer.
Mas o que isso tudo tem haver em relação ao tema deste artigo que era Namoro à Moda Antiga? Tem tudo haver. O namoro tradicional não provoca os efeitos alucinógenos de uma relação sexual selvagem. Para alguns, pode parecer tão tranquilo que chega a ser previsível e monótono.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Às vezes, depois de uma boa noite de sono, as ideias seguem com mais facilidade, pois a criatividade de manifesta de forma mais clara.
Amanheci com a ideia de que não devo pensar o mal de forma alguma, e que devo afastar a dúvidas de numa mente e meu coração a todo custo. Não há como ter fé se o coração está transbordando de dúvidas.
Na ânsia de me comunicar com todo tipo de pessoa e estabelecer uma conexão, tenho falar a linguagem desde tipo de gente. O problema é que se estou tentando conversar com uma pessoa negativa, tenho que falar mal de tudo e de todos para que eu consiga chamar a atenção dela, e é nesse ponto que sinto que estou colocando peso desnecessário em minha alma que me prendem às mazelas deste mundo. Pensar e falar mal, se lamentar de algo é o tipo de atitude que não nos eleva em nada e só faz nos prejudicar.
Sexualizar demais as relações é outro ponto que prende à este mundo. Ao invés de tentarmos estabelecer uma conexão sexual por causa de um período de carência, melhor seria iniciar uma relação com um pleno sentimento de amor. O amor liberta e não se envergonha de se relacionar simultaneamente com várias pessoas, já o desejo sexual chega a ser doentio se compartilhado com mais de uma pessoa.
Pensar e sentir sempre o bem, aliado ao amor, para que às ideias fluam e o amor prospere no mar de lama que costumamos insistir em nos envolver.
 

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Para conhecermos o amor temos que nos entregar a ele sem reservas. Mas para isso temos que nos desprender de vários conceitos aprendidos e arraigados ao longo do tempo.
O amor é um sentimento e, como tal, deve ser livre. O que normalmente acontece é que a sociedade moderna confunde facilmente amor com desejo. O desejo é mesquinho e possessivo, prende e não liberta. Antes de termos o desejo, devemos cultivar o sentimento do amor. O desejo deve ser submisso e não subversão soberano em nossas vidas. Quem deve reinar absoluto em nossos corações é o amor.
Mas quando sabemos que estamos amando? Sabemos quando deixamos nossos interesses em segundo plano, quando a dedicação a quem precisa de nós é mais importante que nossos interesses imediatistas. Isso não significa que devemos renunciar a nós mesmos, mas aprender com esta oportunidade de sermos realmente úteis aos nossos semelhantes.
Mas o amor não é uma emoção leve. Pode ser algo que toma conta de todo nosso ser. Quando nos entregamos ao amor não devemos impor condições. Por exemplo: Quando nos entregamos a alguém, estamos vulneráveis, podemos estar seguros ou sofrermos amargamente. Mas não se pode dizer que existe uma relação de amor enquanto nos nos desarmamos e confiança no outro.
Quem vive no amor, vive a cada momento, mas este momento pode se estender por toda a eternidade. Não se ama se houver no coração o sentimento do medo ou da tristeza. O amor não disputa espaço e não briga para ficar. Se acomodamos a tristeza ou o medo em nosso coração, o amor vai embora e recupera-lo pode ser bem difícil. Mas se alguém nos dá motivos para não nos entregarmos, então existem trevas obscuras no coração desta pessoa, ou mesmo no nosso próprio coração, e em terreno assim não há fertilidade para o amor crescer.
O amor não se esconde, ele quer crescer e aparecer. É ilusão acreditar que o amor nos faça sofrer. O que nos faz sofrer são nossas próprias vontades e teimosia em insistir em relações fadadas ao fracasso.
Não tenha medo de amar. Comece a viver sua experiência de amor com pessoas em que você possa confiar, tipo familiares e amigos que você sinta que tem interesse em seu bem.
Quando envolvemos sexo na relação, linha entre o sentimento e a posse fica indefinida e até confusa. O sexo faz parte desta dimensão e não vai para s eternidade. Ele sabe que tem prazo de validade, então quer se manter o quanto puder. E relações sexuais costumam levar as paixões, que também pertencem a este mundo e tem prazo de validade de, aproximadamente, dois anos, depois disso pode até virar amor mas normalmente vira rotina, vai na monotonia e termina a relação de forma agonizante.
A energia sexual é a mais poderosa que nosso corpo pode gerar. Sufoca-la pode ter consequências sérias em nossa saúde e mental. Essa energia não é para ser reprimida, mas canalizada. Isso significa transforma-la em um amor sem medidas, a isso damos o nome de sublimar o amor.
Não deixe que as dúvidas te afastem do caminho que você pode percorrer se amar verdadeiramente. O amor pode fazer milagres. Quando mudamos nosso pensamento e sentimento, o mundo muda a nossa volta. Nossa percepção de realidade para a ser outra. Mas viver no amor pode significar ter que mudar de relacionamento, amizades que não evoluem com você e se se afastar de alguns familiares que não acompanhem seu ritmo. Só assim você poderá viver o amor em sua plenitude.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Sei que o brasileiro em geral não tem o costume de ler, pensar e refletir i por conta própria, culta de um sistema de  educação falido e de pais ausentes ausentes pela força do trabalho. Mesmo assim, termos que vencer as barreiras que nos limitam para vencer em um período turbulento de mudanças como estad que estamos vivendo. Nada será como ano antes. Escrevo est estes textos como forma de compartilhar o pouco que sei e aumentar meu próprio conhecimento e exercer meus telheiro talentos, e aconselho cada um exercer i que tem de melhor. Se não descobriu ainda, melhor tratar de descobrir o quanto antes. Até quando cada um vai de esquivar das próprias responsabilidades?
"É melhor pedir perdão do que permissão". Ouvi esta frase em um filme que não me lembro da história e é uma frase um tanto polêmica, mas ela me ajuda em momentos em que estou paralisado Pirelli medo e pela indecisão.
Quantas vezes deixamos de tomar decisões importantes pelo medo de errar e até parecermos ridículos? Quantas oportunidades  perdidas na vida apenas por que queríamos ter tanta certeza de que tudo sairia como planejamos que a oportunidade passou e a dúvida ficou?
Não devemos fazer nada para magoar alguém por egoísmo ou covardia. Tem situações em que temos que existe m expressar o que consideramos uma verdade, mesmo que isso magoe outras pessoas. Não devemos fazer sempre tudo o que pretendemos esperando que os outros sempre nos compreendam e nos perdoem, mas também temos que tomar atitudes na vida e nem sempre temos certeza dos resultados. Quando fazemos algo novo, tanto podemos acertar quanto podemos errar, e é neste momento que o medo paralisa os mais indecisos e até os covardes.
Não devemos ser tão exigentes conosco mesmo. Se um filho querido comete algo erro por porque esta aprendendo algo novo, pais conscientes não vai espanca-lo cada vez que ele erra. Da mesma forma, se cometemos um erro sem ter a intenção de errar, devemos tomar aquilo como uma experiência que deixa um aprendizado, e não simplesmente deixar de tentar de novo.
É muito cômodo ficar em um ambiente seguro e controlado, onde cada novidade só é experimentada após a aprovação do grupo em que vivemos, mas até quando alguém vai conseguir viver dessa forma limitada? Quantas pessoas lamentam pela vida de privações que tem e, mesmo assim, não tomam nenhuma atitude para muda-la? É uma contradição alguém querer chegar na frente se estiver acostumado a seguir sempre o que os outros fizeram antes. Pode até querer se iludir dizendo que está sendo precavido, mas só está se acomodando de forma preguiçosa e covarde.
A vida nos testa e sempre nos testará das formas mais inusitadas que bem conseguimos imaginar, e quem não estiver seguro de si mesmo, sofrerá as consequências até tornar-se uma pessoa consciente de seu valor e obrigações.
Merecem castigo aqueles que erram de propósito e sempre estão contando com a benevolência dos outros. Mas aqueles que erram porque decidiram sair do comodismo e se arriscar fazendo algo que acreditavam ser o certo, não devem ser tão rigorosos consigo mesmos. Mesmo que os outros os tentem penaliza-los porque cometeram algo erro se calculo e nem tudo saiu como o planejado, pessoas audaciosas podem até se abalar por um momento, mas sabem levantar-se e reforçar, curando as feridas e segundo adiante. E se alguém ficou magoado, tenha a humildade de pedir perdão e prossiga.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Às  vezes, sem nos darmos conta, vivemos em vários ambientes ou mundos diferentes simultaneamente: família, vizinhos, colegas de trabalho e de estudo, religioso, entre outros. Muitas das vezes esses mundos não se comunicam uns com os outros. Ou seja, membros da família não sabem como agimos com os colegas do trabalho, que por sua vez não sabem como os vizinhos nos tratam, e assim por diante.
Em um mundo com o pensamento arcaico de que devemos fazer parte de círculos fechados com regras rígidas de conduta, cada ambiente social acaba por se tornar uma prisão da qual não conseguimos nos expressar de forma leve e livre. Nos são cobrados comportamentos que devem ser comuns a todos, e quem não seguir esses padrões de comportamento corre o risco de ser expulso daquele ambiente fechado.
Tem pessoas que creem que os filhos pertencem unicamente aos pais. Os pais são os responsáveis por conduzirem seus filhos, mas não são os donos deles. Os amigos tendem a terem ciúmes dos próprios amigos, e ficam irritados se aparece alguém naquela roda de amizades que começa a te algum tipo de destaque, pois tem piedosas que acreditam que antiguidade é posto. Ou seja, como fazem parte da formação original daquele grupo de amigos, devem ter sempre prioridade nas manifestações de afeto.
Os casais tem um ao outro como propriedade particular de isso exclusivo. Obviamente o respeito deve existir entre um casal, mas uma relação não deve se vista como uma prisão emocional. O amor liberta, e não conduz ao cárcere privado. O ciúmes do cresce onde há dúvidas sobre o sentimento da outra pessoa e dos nossos próprios sentimentos. Pessoas que valorizam demais a beleza estética e o sexo, tendem a sofrer mais com a desconfiança de seus parceiros. Sexualizar demais a relação conduz ao isolamento e posteriores cobranças de um para com o outro, onde um acusa o outro de tê-lo feito perder oportunidades de estar melhor de vida se não tivesse permitido que a relação tornar-se uma prisão domiciliar. Depois que os casais separam-se ou ficam viúvos, o despreparo para reinserir-se na sociedade torna-se uma tarefa árdua e angustiante.
Os idosos são as grandes vítimas e também servem como exemplo do que acontece quando cultivamos ambientes exclusivistas e de exclusão onde novos membros dificilmente são aceitos: à medida em que o tempo passa, o isolamento vai ficando cada vez mais evidente e a dificuldade de se relacionar com outros tipos de pessoas começa a se tornar um problema de difícil solução.
O ideal é todos os ambientes sociais dos quais fazemos parte estejam integrados de alguma forma. A melhor maneira de fugir de relações vazias, e que nos deixam com a sensação de que estamos em uma prisão, é não nos contentarmos com relações sociais que exigem que façamos parte de um círculo fechado. Onde houver afinidade de ideias, deve haver sempre espaço para a inclusão de novos membros. Para que se sente inseguro em permitir que as relações sejam para libertar e não aprisionar, deve saber que a melhor maneira de "prender" alguém é deixá-la livre em continuar conosco por opção de amar e não medo de perder.