sábado, 29 de setembro de 2018

PROFECIAS, VIDÊNCIA OU SINAIS?
Autor: João Luiz
Quando um general alemão vou aviões americanos Mustang sobrevoando Berlin no final da Segunda Guerra Mundial, ele percebeu que os nazistas haviam perdido a guerra.
Não é preciso ser um profeta ou um vidente para saber o resultado de um conjunto de ações. Por mais que as pessoas queiram ignorar os fatos, a realidade será sempre a realidade e uso não vai mudar. O que muda é a interpretação e a reação de cada um diante de cada um nas mesmas circunstâncias. Exercícios simples nos mostram o quanto o cérebro pode ser enganado, e a história de vida de cada um só faz reforçar isso.
O ser humano veio sozinho a este mundo e vai voltar sozinho. Um dos maiores desafios é suportar a si mesmo. Por incrível que pareça, boa parte das pessoas não conseguem se suportar e, por este motivo, procuram distrações o tempo todo, tipo: novela, futebol, bebidas alcoólicas, baladas, sexo irresponsável e drogas pesadas. Não é difícil concluir aonde este tipo de atitude destrutiva pode levar alguém.
Não precisamos agir como hipócritas que acusam os outros de pecadores quando nos mesmos pensamos ou temos atitudes reprováveis. Todos estão sujeitos a comentem erros e ninguém está livre de cometer alguma estupidez e nem está livre de algum ato insano. O que nos diferencia de qualquer criminoso ou outro tipo de pecador é que nos sabemos refrear nossos impulsos mais destrutivos.
Tal como o comandante alemão, devemos perceber os sinais de tudo o que ocorre a nossa volta e conosco mesmo, para que possamos nos antecipar aos fatos e precaver do que for possível.
COMODISMO
Autor: João Luiz

Às vezes, estamos em uma situação que não gostamos mas não conseguimos nos desvencilhar dela. São situações que provocam insatisfações que podem levar uma pessoa a sérios desequilíbrios mentais e emocionais.
Mas o que impede de sairmos destas de situações desagradáveis? O comodismo. E o que seria esse comodismo? Comodismo seria não ter coragem de lutar ou enfrentar o desconhecido. A falsa sensação de segurança que sente uma pessoa acomodada impede ela de reagir e enfrentar os desafios da vida.
As oportunidades passam e não voltam. Pode até surgir alguma oportunidade parecida, mas não será as mesmas e o tempo perdido estará perdido para sempre.
Assumir responsabilidade pelas consequências do que fazemos é sinal de maturidade. Não adianta procurar outros culpados pelo atraso em sua vida, além de você mesmo, que não vai encontrar. As pessoas gostam de apregoar que Deus nos dá livre arbítrio, mas basta algo dar errado que normalmente achamos culpados em todos os lugares e dimensões, menos em nós mesmos.
Aproveitar cada oportunidade de se uma pessoa melhor é o que melhor podemos fazer por nós mesmos. Nunca saberemos se a oportunidade será a última para evoluirmos e atingirmos a nossa plenitude.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

O QUE VOCÊ É PARA MIM?
Você é o brilho dos meus olhos ao te olhar
Você é meu sorriso ao ganhar um beijo seu
Você é corpo inteiro a se arrepiar
Quando em seus braços você me acolheu
Você é meu segredo mais oculto
Meu desejo mais profundo, o meu querer
Minha fome de prazer sem disfarçar
Você é minha fonte de alegria, o meu sonhar
É meu luar em plena luz do dia
É minha pele, proteção, é meu calor
Você é meu cheiro a perfumar o nosso amor
Você é minha saudade reprimida
O meu sangrar ao ver sua partida
É meu peito a apelar, gritar de dor
Ao se ver ainda mais distante do seu amor
Você é meu ego, minha alma
É meu céu, o meu inferno a minha calma
Você é meu tudo, meu  nada
Minha pequena, és minha amada
Você é meu mundo, meu poder
Minha vida, é só minha e eu em você

domingo, 16 de setembro de 2018

ATRAÇÃO POR IDEIAS
Autor: João Luiz
Para quem conhece mitologia grega, tem uma passagem em que Édipo tem que enfrentar a esfinge e decifrar seu enigma. E esse enigma tem relação com as fases de vida do ser humano. A ideia de gostar e até amar um corpo orgânico que nasce, cresce, envelhece, definha e morre não parece ser muito atraente. Sentir atração pela ideias que se renovam e até podem se perpetuar neste mundo parece ser mais promissor. Podemos até assimilar as ideias alheias e tomá-las como sendo nossas, mas não temos o real controle dos outros. E isso pode gerar decepções. As decepções ocorrem porque esperamos algo de alguém.
Quando amamos as ideias de alguém, esse alguém pode até faltar em nossas vidas, mas suas ideias e ensinamentos nos acompanham por toda nossa existência. Essa pessoa permanecerá viva em nossas vidas enquanto suas ideias estiverem vivas em nosso íntimo.
O corpo físico sofre mudanças com o passar dos anos, cresce até seu esplendor e vai envelhecendo e definhando até seu derradeiro sim. Não dá mesmo para se apaixonar por algo assim sem perder o encanto com o tempo. Mas as ideias de renovam ao longo do tempo e enquanto isso ocorrer, a mente não envelhecerá e permanecerá produtiva e interessante.
Desapegar-se da forma física e começar a se interessar Maria orelhas ideias e abstrações pode ser sinal de evolução pessoal e espiritual, onde o aparente vai perdendo cada vez mais para a essência do ser.
O tempo pode até apagar as lembranças, mas os sentimentos estão em algum lugar misterioso que só alguma forte decepção para apagar, mas não o tempo.

domingo, 9 de setembro de 2018

MITO DA CAVERNA
Autor: João Luiz
O Mito da Caverna, do filósofo grego Platão, serve bem para descrever como o ser humano acomoda-se ao viver na prisão da ignorância:
Neste estudo, Platão compara o ser humano à prisioneiros acorrentados que sempre viveram na ilusão de imagens distorcidas projetadas na parede de uma caverna. Um dia, um desses prisioneiros consegue fugir e depara-se com uma realidade diferente da qual ele estava acostumado, seus olhos e mente demoram a assimilar a nova realidade e ele terá duas opções: ou voltar a caverna e esquecer tudo o que vou no mundo real ou permanecer na realidade e esquecer os tempos de prisão e seus companheiros da vida até então. Se ele voltar e tentar explicar a realidade, pode até ser morto devido a ignorância de quem ao conhece a realidade projetada na parede.
Esse mito não é diferente do filme Matrix, onde as pessoas vivem em uma realidade simulada por computador e farão de tudo para defender o que acreditam ser real.
Com a espiritualidade não é diferente. O ser humano vive esta etapa material da vida como se fosse a única. Vive a vida como se ela encerrasse com a morte. A ignorância fazem com que as pessoas queiram acumular riquezas, salários, poder e bens como se isso garantisse uma tranquilidade na velhice e segurança para seus familiares.
O limitação mental no qual vivemos dificilmente permite que vejamos além do que nosso cérebro foi condicionado a pensar. Aprendemos desde cedo a ter uma visão de mundo e as regras para vivermos em sociedade, que por sua vez ensina aos nossos pais, professores e líderes religiosos através de uma hierarquia de comando social que está a serviço de quem está no poder. E quem está no controle não vai renunciar ao poder em nome do bem comum.
Somos responsáveis por cada um de nossas atitudes e não adianta procurar culpados na sociedade. No fim das contas, cada um responderá por cada ato praticado ao longo desta etapa vida e não haverá atenuantes que justifiquem a covardia, a omissão e o comodismo.
Libertar-se do condicionamento que aprisiona dependerá do que cada um estará decidido a renunciar e do esforço que fará para alcançar este propósito, pois haverão muitas perdas até começar a perceber os benefícios de de uma pessoa livre e responsável pelos próprios atos. Haverão momentos intermináveis de solidão e até perdas financeiras até atingir um novo nível de percepção de vida inimaginável para quem vive na escravidão do comodismo e do medo de viver.