domingo, 29 de julho de 2018

A LEVEZA DO AMOR
Autor: João Luiz
Por mais que a correria do cotidiano deixe-nos fragilizados aos impulsos primários de satisfação momentânea, sabemos que só satisfazer o corpo não satisfaz. E quando bate aquele vazio que o sexo não satisfaz, alguns tentam preencher o vazio com bebidas alcoólicas, mais sexo e até com drogas pesadas.
O amor verdadeiro é uma das poucas coisas que podemos nos fartar sem enjoar, causar dependência ou sofrimentos futuros. O amor é leve e é maior do que nós mesmos. O amor não cabe em uma única pessoa, precisa ser compartilhado para que realmente ele tenha espaço para se aproximar.
O que os casais chamam de amor quando exigem atenção exclusiva para do mesmos, não é amor e sim domínio ou posse. É um ato mesquinho de egoísmo que quer garantir pelo controle aquilo que é essencialmente livre. O amor é livre, mas exige fidelidade e sinceridade das pessoas. Onde há promiscuidade o amor passa longe. O amor é mais leve do que a promiscuidade, então não há como existir amor em uma relação promíscua.
É lamentável que a maior parte das pessoas só descubram o valor do amor, de uma relação fiel e da amizade quando já é tarde demais. A maior parte das pessoas só se conscientizam disso quando já é irremediavelmente tarde, quando já perderam várias oportunidades de serem felizes, já estão idosas, doentes e solitárias.
Quando sentires uma centelha de amor em seu coração não deixe ela de apagar. Faça todo o possível para aumentar o fogo do amor em sua vida., se deixares essa centelhas de amor se apagar, poderá levar muito tempo até seu coração estar preparado para receber uma nova oportunidade de amar nesta existência. Até lá, muitas das pessoas que poderiam ter sido beneficiadas com seu amor já terão partido de seu convívio, de uma forma ou de outra.
Ninguém vai realmente se lembrar de você pela roupas que você usou, pelos lugares que visitou, pelos restaurantes que frequentou ou pelo sexo alucinado que você fazia. Você vai ser lembrado pela emoções que provocou, sejam elas quais forem. Então que sejam as melhores lembranças possíveis, permeadas de um amor inesquecível e que não provoquem sofrimento aqueles que se lembrarem de você, mas uma lembrança agradável como um perfume suave.

sábado, 28 de julho de 2018

O PASSADO JÁ ERA? parte III
Autor: João Luiz
No filme Planeta dos Macacos - A Guerra, na cena final os seres humanos remanescentes ainda lutam com a mesma mentalidade de antes, mas são soterrados em uma avalanche de neve, enterrando com eles o restante da cultura humana.
Semelhante a essa cena do filme, parece ser o momento em que estamos vivendo: As pessoas ignorando a dificuldades atuais como se fosse uma crise passageira que vai  passar e tudo vai voltar a ser como era a dois ou três anos atrás. Mas nada vai voltar a ser como era. Acabou!
2018 parece estar sendo um ano que em o passado ficará no passado com todos seus preconceitos e ideais. Quem quiser ter alguma chance de sobreviver com dignidade, trate logo de entender o momento que estamos passando e se atualizar.
O que aprendemos na escola foi baseado em conceitos "racionais e lógicos" que não estão mais tendo serventia em época de rápidas mudanças. A intuição será o conhecimento que deverá ser aprimorado cada vez mais e o amor o sentimento que deverá ser difundido sem restrição.
Deve-se usar os próprios talentos como uma lanterna e uma bussola em um momento de incertezas em que s direção em que a humanidade esta caminhando está se tornando um mistério cada vez maior.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

O PASSADO JÁ ERA? parte II
Autor: João Luiz
As pessoas não perceberam, mas a época da ostentação e da inflexibilidade já fazem parte do passado. Hoje em dia tem que ser uma pessoa criativa, desenvolver os próprios talentos e se desapegar dos conceitos tradicionais. As relações, sejam elas sociais ou profissionais exigem que nós ofereçamos algo além de tentar satisfazer nossas próprias necessidades.
Se for no âmbito profissional, um candidato a emprego tem que mostrar as vantagens que a empresa terá em inseri-lo em seu quadro de funcionários. Não basta estar qualificado em cursos relacionados a execução de suas atividades, mas sua capacidade em oferecer soluções a demandas que surgem espontaneamente é mais um diferencial. Profissionais criativos e com boa capacidade de relacionamento e empatia estão em alta com empresas deste novo período em que a humanidade esta passando.
Evidentemente que quem ocupa uma função de destaque na empresa mas não conseguiu evoluir seu pensamento, não desenvolveu suas aptidões e sua criatividade, vai se sentir ameaçado pela presença de profissionais mais adaptados às novas demandas.
Nas relações sociais, aí podemos incluir relações familiares, amizades e amorosas, temos que avaliar se temos real afinidade com as pessoas que compõem cada ambiente distinto destes.
Nas relações familiares, não tratar cada membro da família com alguém sem necessidades próprias diferentes das nossas, mas respeitar seu limites. Nas relações de amizades, entender que a diversidade de pensamentos pode enriquecer nossa vida por oferecer a oportunidade de perceber algo sob um novo ponto de vista.
E nas relações amorosas, saber diferenciar o que é uma simples atração física de uma atração emocional que ultrapassa os limites da aparência e da conveniência. Para termos um amor temos que merecê-lo e não apenas desejar tê-lo para satisfazer uma necessidade imediata ou alguma frustração passada.
Resumindo, temos que saber o que temos de útil que possa interessar a alguém. Os talentos nos foram emprestados para serem multiplicados e temos que coloca-los a serviço de outras pessoas. Quando servimos de boa vontade a pessoas que mereçam essa demonstração de amor, aumentamos nossa força interior.
Nada mais será como antes.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

PAUSA MEDITAÇÃO
Autor: João Luiz
 dias que basta ouvir boas músicas de nosso agrado, esquecer a Internet e as redes sociais nem que seja um momento, desligar o telefone, não ligar e nem receber chamadas. Introspectar-se, mergulhar no próprio mundo, rever conceitos e ideias, dar um tempo para si mesmo. A isso damos o nome de reflexão.
"É preciso um momento de deserto. É preciso um momento de ausência das coisas todas nas quais passamos a maior parte do tempo e um momento de presença nossa em nós mesmos. É preciso entrar à sombra da árvore que todos nós temos em nosso pátio interior. Antes que estes árvore definhe ou se transforme em um pagadouro de intrusos indesejáveis que só nos roubam a nossa paz, o vigor de nos existência.
É fundamental para o ser humano a reflexão, a meditação. O silêncio interior, de vez em quando. Um terreno, meditação que mata um pouco a saudade que temos de nos mesmos. Cuidamos com esmero das máquinas que possuímos e com abandono de nós mesmos" (Filosofia -  Girard e Quadros).
Ao entrar em paz conosco mesmo, conseguimos perceber com mais nitidez o mundo a nos volta e deixamos de ser surpreendidos por coisas simples mas que tiram nosso sossego.
Temos que dar-nos esses momentos de descanso dos problemas do cotidiano, senão a vida perde o brilho e a razão de estarmos aqui neste mundo. Quem quer viver só em função de problemas que surgem a todo momento?

domingo, 22 de julho de 2018

O PASSADO JÁ ERA?
Autor: João Luiz
Para quem é mais atento, percebe que muitas coisas mudaram de uma tempos para cá: o tempo para estar cada vez mais curto e o passado parece estar perdendo a importância. O passado glorioso de alguns povos e civilizações não tem sido o suficiente para servir de motivação para as novas gerações. Quem conquistou poder e prestígio parece estar vivendo de um passado que não reflete mais a realidade atual. Até mesmo os títulos conquistados por alguns seleções de futebol não tem servido de inspiração para as pessoas.
É como se a humanidade estivesse passando por uma limpeza de ideias e sentimentos em uma grande máquina espiritual lavar. Um turbilhão de água que esta atirando as pessoas para direções diferentes daquelas que planejaram. E o sabão dessa grande máquina chama-se Tempo, que remove até as sujeiras mais difíceis e resistentes.
Mas as pessoas esquecerem-se do obvio: Mudança é para ser diferente, se fosse para continuar tudo igual seria Continuidade. Nada mais será como antes. O que era já não é mais. Uma mente criativa consegue entender isso e se adaptar aos novos tempos, mas uma mente viciada nos velhos hábitos resistirá até o último fôlego, na será vencida da mesma forma.
Uma das poucas coisas que parece fazer sentido é servirmos uns aos outros e deixarmos e viver uma vida isolada, baseada só nos próprios interesses.
Assim como Deus está onde precisam Dele, nos também devemos ser solícitos e aproveitar cada. O tempo para estar cada vez mais curto, não há mais tempo a perder.
O que passou, passou.

sábado, 21 de julho de 2018

DIVIDIR PARA CONQUISTAR
Autor: João Luiz
A História pode nos dar várias lições do comportamento humano. Uma delas é aquele princípio "Dividir para conquistar". Ao longo do tempo, essa tática foi utilizada nas mais diversas ocasiões, mas sempre da mesma forma: O inimigo utilizava-se de dissidências internas para dividir os opositores dentro de um mesmo território, fazer com que eles brigassem ele si e dominassem a ambos.
Essa estratégia ainda é utilizada por países e até por pessoas ávidas pela concentração de poder e controle. Isso acontece com os governantes e em qualquer ambiente social, seja ele empresas, escolas, amizades e até famílias. Quem age assim são pessoas manipuladoras que usam pequenas rixas entre as pessoas para causar dissidências e reinarem absolutas. Sua orientação moral é muito duvidosa e são capazes de qualquer coisa para alcançarem seus objetivos.
Embora pessoas pacificadoras possam parecem entediantes num primeiro momento, são confiáveis e respeitam a liberdade de escolha dos outros. Pacificadores não causam discórdias por razão alguma, nem mesmo em benefício próprio.
Preste sempre a atenção em pessoas que gostam de falar mal dos outros e de se posicionar como vítimas. Pode acreditar, você vai encontrar intenções obscuras em suas ações.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

DIVAGAÇÕES SOBREA PAIXÃO E O AMOR
Autor: João Luiz
 Normalmente, buscamos na juventude a euforia da paixão. Na maturidade, tendemos a buscar a serenidade do amor.
A paixão é passageira. É um fogo que arde mas queima seu combustível rapidamente. Quando seu fogo se esgota, procuramos reacende-lo com outra paixão. A paixão tem prazo de validade curto e acaba de uma forma ou de outra: ou vira amor ou obsessão quando não é correspondida.
É um problema quando a paixão acaba apenas para uma das partes e a outra não se conforma com o fim do relacionamento. Alguém sempre sai ferido, de uma forma ou de outra, de uma situação assim.
Com o amor é diferente. O amor e paciente e espera a vez dele. E cresce com o tempo a medida em que o tempo passa. O amor é exigente e cobra retribuição, não existe amor gratuito. Amar sem ser correspondido não é amor, é capricho de uma pessoa imatura que não está preparada para uma relação de verdade e se contenta em ficar se iludindo.