domingo, 29 de outubro de 2023

HOMEM GROSSEIRO É BOM PRA CONVIVER?

Autor: João Luiz

Com quem você acha pior de conviver: um homem violento e homicida ou um cara bonzinho e chato? A resposta mais óbvia seria a primeira, afinal, um chato você pode mandar embora e um violento é mais difícil. Porém, na realidade acontece exatamente o contrário: parece que os homens brutos sempre estão com alguém e que os bonzinhos ficam só. Mas por que isso acontece?
Historicamente falando, homens mais rudes eram capazes de proteger seu grupo de ameaças externas, como animais selvagens ou de outros grupos inimigos. No mundo atual, embora existam outros meios de se defender, como agentes especializados na segurança pública e armas de defesa pessoal, um homem rude pode ter permanecido no imaginário popular como alguém capaz de prover uma segurança a mais.
Pode ser também que os homens rudes sejam vistos como altamente seguros de si mesmos pelos outros. E isso pode ser altamente atraente para uma pessoa insegura e cheia de conflitos internos não resolvidos. 
 Só que esta aparente segurança deles pode estar repousando sobre uma capacidade de provocarem aos cruéis sem nenhum remorso, pois um estado estado de fúria pode dar a sensação se um poder a mais. Além disso, a capacidade de poder tirar a vida de alguém dá para algumas pessoas a sensação de controlar a vida e a morte, quase como se fosse uma divindade. Do ponto de vista social, homens mais maus são mais dissimulados e sabem ser muito agradáveis quando lhes convém.
Isso explica porque homens cafajestes conseguem mais sucesso em seus relacionamentos. Eles são normalmente autênticos (pode ser de maneira negativa, mas são autênticos). Já os chamados bonzinhos tentam agradar tanto que acabam passando uma ideia de falsidade, e isso deixa a impressão de que são pouco confiáveis.
Quando a mulher costuma perceber o tipo de homem que se envolveu, costuma ser tarde demais para se desvincular fácil dele, pois ela pode já estar economicamente dependente dele e socialmente isolada. É muito mais fácil controlar alguém inseguro que não pode se manter, que está afastada da sociedade e que já vive num ambiente constante de medo e agressões. 
Já os bonzinhos, na sua ânsia de agradar a quem não curte um tipo pacífico, passa a imagem de um ser fraco desprovido de vontade própria. Os bonzinhos costumam querer se adaptar ao que os outros demonstram desejar, e isso passa uma ideia de falsidade. Podem até ser bons amigos, mas não é o tipo de homem que está na fantasia da maioria das mulheres. 
Qual é a solução? Procurar nos outros aquilo que você deseja pode te custar muito caro, em vários sentidos. Chegar um uma relação fragilizado e inseguro é receita certa para o sofrimento. É melhor estar pleno de si mesmo e bem resolvido antes de pensar em se envolver com alguém. Não ignore os avisos que costumam vir com atitudes gentis e palavras lisonjeiras que são agradáveis aos ouvidos e é tudo que você quer ouvir.

sexta-feira, 6 de outubro de 2023

A QUESTÃO DO AUTOCONHECIMENTO

Autor: João Luiz

Quando você decide embarcar na jornada do autoconhecimento, você vai numa viagem só de ida, porque não terá mais volta. 
Pode ser assustador você imaginar que irá perder o contato com seus amigos, parentes, colegas de trabalho, ou seja, perderá sua vida social atual. Isso porque as pessoas se acomodam e, para falar dos mesmos assuntos, tem que perder o interesse em tudo que aquele grupo não valoriza. Todos tem que falar a mesma língua, ter os mesmos interesses e valorizar as mesmas coisas para manter a união deste grupo. 
Na relação a dois não é muito diferente. No início da relação costumamos desprezar coisas que nós interessam ou nos agradam para manter a outra pessoa feliz, caso ela não curta tudo que gostamos. O erro está em achar que com o tempo iremos mudar a opinião dos outros para que eles comecem a gostar daquilo que realmente nos agrada.
Porém, para alcançar essa tal felicidade, precisamos seguir em frente, nem que para isso tenhamos que nos afastar de tudo e de todos que impedem nosso crescimento pessoa pessoal 
Durante muito tempo eu renunciei aos meus talentos naturais para ser igual aos outros. Resultado: prejudiquei minha vida acadêmica e profissional, pois parei de me dedicar aos estudos para não ficar muito diferente das outras pessoas. Elas não se agradaram de mim porque eu era muito superficial e não estava em meu estado de autenticidade. Depois resolvi assumir meus talentos, porém acabou sendo se forma soberba e continuei a dar errado na vida.
Atualmente, parece que encontrei o equilíbrio entre usar de meus talentos ao máximo sem que isso deixe as pessoas ressentidas pelo fato de não tem desenvolvido os talentos dela como eu tenho feito. Ao invés disso, tenho procurado incentivar as pessoas a desenvolverem o que ela tem de melhor, e todos temos muitas coisas boas, só que ainda foi devidamente estimulado a exercer o melhor de cada um. 
Viemos sozinhos para este mundo e dele vamos partir sozinhos, e disso não tem como escapar. É melhor aceitar tranquilamente esse fato e aprender a conviver conosco agora de tentar abrir o coração ao um relacionamento.

É MESMO DE ALGUÉM QUE VOCÊ PRECISA?

Autor: João Luiz

Você deseja ardentemente ter alguém em dia vida, para compartilhar os momentos bons e os momentos ruins? Quanto de energia você tem dispensado para chegar a esse objetivo? Quanto tempo você suporta ficar sozinho? Mas será mesmo que é de outra pessoa que elas precisam?
Tem pessoas que acreditam que sua vida será resolvida quando achar uma pessoa para ser sua parceira. Porém, o verdadeiro problema pode ser que ela não se suporte e precise de alguém para se distrair de si mesma. Quando distrações como barzinhos, paredão, bebidas, comidas, cigarros ou viagens já não são o suficiente para sufocar aquela voz da consciência que fala cada vez mais alto com a pessoa, então ela tenta arranjar alguém para tentar arranjar essa tal felicidade. 
Mas a consciência só clama quando a pessoa está se desviando do caminho da retidão constantemente, e nada do que a pessoa ficar vai lhe dar um momento de sossego enquanto ela não aprender a encontrar a paz em si mesma em um momento só seu sem distrações externas. 
Não tem como fugir de si mesmo por tempo indefinido. Pode até fugir, mas não pode se esconder. Um dia, em algum momento você terá que enfrentar seus pesadelos e responder a sua consciência.
Quando a pessoa encontra a paz em si mesma, ela se torna cada vez mais agradável e isso não passa despercebido aos olhos de outros que também buscam alguém assim que esteja no reino da paz, e será uma união perfeita e duradoura. 
Uma pessoa que esteja em paz tende a ser uma pessoa autêntica, e isso é muito atraente para quem ama a verdade sem questões obscuras. O mistério que cada pessoa carrega sempre haverá, é seu mundo particular, mas será de uma áurea leve e serena. 
Quando descobrimos quem somos e desenvolvemos nossos próprios talentos, estamos cumprindo o que nos foi designado, e isso vai ter tornando uma pessoa cada vez mais única. Isso não significa que qualquer pessoa será adequada para ser sua parceira, mas quem se aproximar de você fará isso por gostar de quem você realmente é e expõe publicamente. Então não haverá aquela sensação de que houve enganos e tapeação.
Temos que aprender a conviver conosco, com nossas falhas e com nosso lado obscuro. Controlar de forma serena nossa fúria e deixar de falar mal dos outros para nós livrarmos do peso extra que carregamos sem necessidade. Depois de fazer esta limpeza interna, o amor chegará de forma natural e tranquila em sua vida, pois seu coração estará preparado para recebê-lo.
Lógico que desejar estar com alguém como casal ou amizade é normal. É muito mais que isso, é saudável e nós faz lembrar que somos humanos e, devido a isso, somos seres sociáveis. Estranho é alguém optar por viver isolado da humanidade.
Quando acontece de alguém preferir viver só ou num núcleo social fechado, pode significar quem desajuste mental. Obviamente que existem casos e casos, quando ficar isolado é uma questão de sobrevivência por estar cercado de pessoas não confiáveis. Mas isso ocorre em situações específicas. Em casos de guerra ou estar em um ambiente hostil é mais seguro ser o mais discreto possível. Mas em situações normais, é saudável estar com outras pessoas, se forem pra ser um complemento pra você e você pra elas. 

VOCÊ É ROMÂNTICO?

Autor: João Luiz

Você se considera uma pessoa romântica? Que loucuras você já fez por amor? Acha que o romantismo está em alta ou em baixa? Mas, afinal de contas, o que é romantismo?
Romantismo, ao contrário do que a maior parte das pessoas pensam, não foi um uma ideia ou um conceito que surgiu espontaneamente. Foi um movimento cultural elaborado pela elites intelectuais como forma de expressão artística. Não é algo que se desenvolveu com a humanidade. 
Particularmente pra mim, essa história de romantismo é a maior roubada que alguém pode embarcar, porque ela passa a desejar e idealizar uma situação que pode nunca se tornar realidade. 
O chamado romântico idealiza a pessoa que ele quer se envolver, e essa pessoa já está pronta para satisfazer todas as fantasias que ele elaborou sozinho. Quando essa pessoa romântica encontra alguém que possa ser encaixar no seu ideal de  porque esse ideal romântico ainda é tão forte na sociedade moderna. O romantismo facilita a ideia de que pode haver um paraíso na terra, basta achar a pessoa certa e, de repente, todos os problemas estão resolvidos. 
O romântico acha que o mundo vai parar assim que ele conseguir achar sua alma gêmea (outra ideia estúpida) e girar em torno dele porque ele merece a felicidade.
Essa tal felicidade... Para o romântico, a felicidade está em encontrar e ficar com a pessoa certa para sempre (como se as pessoas fossem sempre as mesmas). O romântico acredita que a pessoa que ele achou nova vai mudar e sempre vai ser como ele mesmo idealizou. 
Mas as pessoas mudam o tempo todo, em sua maioria. Podemos comparar as pessoas como um filme que é movimento, e não como uma fotografia que pode até amarelar mas as figuras sempre estarão na mesma posição. 
É fácil transferir a responsabilidade da felicidade da gente a outra pessoa que "caiu de paraquedas" em nossas vidas. Essa pessoa para a ser responsável em prover todas as sensações e sentimentos que precisamos para nos sentirmos em paz e em estado de plenitude. 
Mas quem realmente vai querer se manter em uma relação em que a outra pessoa pode declarar que poderá perder o gosto de viver se seu amado o deixar? É um peso muito grande transferir a responsabilidade de nós felicidade a outra pessoa.
A outra pessoa em nossa vida deve ser uma recompensa por tudo aquilo que fizemos para ser melhores a cada dia e ela se sentiu atraída por alguém que a completasse. Não devemos tratar a outra pessoa como uma muleta que tem a responsabilidade de nós manter em pé. A outra pessoa nada mais é do que alguém que curte nossa companhia e caminha pela estrada da vida aí nosso lado.
Ninguém é a mesma pessoa o tempo todo. O mundo muda, as ideias mudam e os interesses mudam. Manter-se unido a alguém significa conseguir compreender que o outro que está ali tem interesses pessoais próprios e cabe a nós identificar esses interesses e saber se ainda nos encaixamos na vida desta pessoa. Uma relação se mantém como uma conquista diária e continua. Não basta colocar alguém dentro de casa, abastecer de comida e passar as contas. A vida a dois é muito mais do que isso. O romântico não compreende que a outra pessoa não seja uma extensão dos seus desejos e pensamentos.
O romântico tende a fazer o papel do bonzinho que a maior parte das mulheres podem até sentir pena deles, mas não suportam conviver com alguém assim. O bonzinho é aquele que ama sozinho e sempre se "ferra". As mulheres querem um homem de verdade ao seu lado, e não um banana obediente e fraco. O divertido para uma mulher é tentar conquistar um homem domina-lo, mas no dia em que ela consegue fazer isso, ela perde o interesse. E o romântico é aquele bonzinho dominado que não desperta emoção em outra pessoa porque, no final da contas, ele está se importando aumente com ele e mais ninguém.

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

VOCÊ FALA MAL DOS OUTROS?

Autor: João Luiz

Você fala mal dos outros? Tem alguém que você conheça que, por falta de oportunidade de falar as coisas pra ela, você fala dela? Você acha isso certo ou errado? Isso te deixa aliviado ou sentido um peso?
Uma das coisas mais difíceis que acho que posso deixar de fazer é falar mal das pessoas. Parece que casa vez que vamos falar com alguém, inevitavelmente acabamos falando de alguém, e geralmente falamos mal. As conversas com pessoas pessoas no dia-a-dia, as redes sociais ,os meios de comunicação, estão sempre focando nas atitudes ruins das outras pessoas. É muito mais fácil você conseguir estabelecer um diálogo se houver um NÓS e um ELES. NÓS somos sempre os bonzinhos e as vítimas e ELES são os maus insensíveis. 
Se você estiver conversando com alguém e se atrever a tentar colocar os dois pontos de vista, você deixará de fazer parte de NÓS pois estará defendendo os interesses DELES. Não existe, na maior parte do tempo, essa questão de ser imparcial, então o estímulo para se fazer de vítima é sempre maior do que o estímulo para avaliar os dois lados da questão. Até mesmo porque de você tentar ser imparcial na conversa, poderá desagradar a outra pessoa que está narrando a história. 
As divergências familiares, religiosas, políticas, profissionais, culturais, sociais, raciais, de gênero, de futebol, entre tantas outras podem ser o pretexto para encontrar um "culpado", pois cai naquela questão do NÓS (vítimas) contra ELES (culpados).
O ruim de ficar falando mal das pessoas, por mais erradas que elas estejam agindo, é porque acabamos por passar a mensagem de que somos melhores que os outros e que temos a capacidade de julgar quem quer que seja. Isso acaba sendo até uma atitude de soberba, de arrogância mesmo. 
Acontece que nem sempre temos maturidade o suficiente para tolerar que alguém nos contradiga. Também é mais fácil conseguir apoio social quando fazemos o papel de vítima dos outros. Quando falamos mal de alguém ou de qualquer coisa, é mais fácil conseguir solidariedade, pois as pessoas também procuram um responsável pela males que as aflingem. Fica mais fácil para os outros se identificarem conosco e até nos apoiarem. Geralmente é um apoio que não resolve nada e nem chega a nenhuma conclusão prática. 
O ruim disso tudo é que cria-se o hábito de reclamar e buscar um culpado por tudo de ruim que acontece conosco ou que deixamos de conquistar. É cômodo e prático ter alguém que possa ser responsabilizado pela falta de sucesso e coragem de viver que casa um pode ter, em maior ou menor grau. 
Não há como deixar de falar mal dos outros se tiver se sentindo muito carente e estiver buscando apoio e compaixão alheia, assim como não vai deixar de falar não for outros enquanto não tiver maturidade o suficiente para deixar de sempre culpar os outros por tudo de ruim que acontece. Quem realmente quiser a encontrar solução para seus próprios problemas, tem que deixar de procurar culpados e buscar soluções que realmente atendam às suas necessidades. 

terça-feira, 3 de outubro de 2023

VOCÊ ACREDITA NO AMOR?

Autor: João Luiz

Você acredita no amor? Você sabe como reconhecer o amor? Acha que ele ainda existe entre as pessoas? Será que o amor machuca tanto assim? Será que é melhor desistir de andar de vez e se poupar de tanta decepção? Será que é o momento certo de você se envolver com alguém? Você já estará maduro o suficiente e preparado para isso?
Muitas pessoas que já conversei nos últimos tempos, estão descrentes no amor. Sentem que já foram muito machucadas, enganadas, perderam tempo e dinheiro por amar a pessoa errada. O erro já começa na indefinição que as pessoas tem de amor. A uma confusão generalizada entre confundir amor com paixão. 
Amor é um sentimento que surge com o tempo e que vai ser "solidificando" à medida que conhecemos a outra pessoa. A paixão é uma sensação muito forte, irracional e imediatista. A paixão ignora qualquer aviso que possa colocar ela em dúvida. Só se acredita naquilo que queremos. 
O amor é algo realista. Já a paixão é idealizada. Vemos na outra pessoa tudo aquilo que desejamos encontrar, toda a perfeição que imaginamos. Não aceitamos bem mesmo que a própria pessoa diga que ela não é como imaginamos. Só queremos viver aquele momento como se fosse eterno. É a solução para todas as nossas angústias e aflições. É um sonho dourado do qual não queremos acordar. Ninguém que se atreva a dizer que toda aquela sensação que sentimos não é real, pra estará comprando uma briga feia. A paixão é uma descarga poderosa de hormônios que ofusca tudo daquilo que chamamos de razão. 
Mas um dia a conta chega para pagar. A paixão pode se revelar algo verdadeiro e se tornar amor, em casos mais raros. Ou a paixão pode ser tornar uma grande decepção quando o prazer da paixão for sendo diminuindo pela redução dos estímulos que provocam essa descarga de hormônios alucinantes no cérebro e que encobriu a razão por um tempo. 
A paixão é usada, muitas vezes, como uma fuga da realidade que nos atormenta. Um escape da obrigações que não cumprimos e cultivamos ao longo do tempo. É conveniente confundir paixão com amor. Pois para merecer o amor precisamos de maturidade e de boa importarmos realmente com a outra pessoa. Já com a paixão precisamos apenas nos importar com nós mesmos e com o que queremos. 
A paixão está relacionada com hormônio do prazer imediato chamado dopamina. É um hormônio que dá uma sensação de euforia, uma explosão de emoções quase alucinantes, e que sou se mantém por um tempo, pois não dá para o organismo suportar o nível de estresse que essas reações químicas todas provocam no corpo. A dopamina é um hominho relacionado com o vício, e como todo vício pode causar reações irracionais nas pessoas se ele não for alimentado constantemente. O vício trás essa sensação de euforia, mas a sua consequência é um inevitável estado de angústia a medida que seria efeitos vai se diluindo . Por se reforça o vício com doses cada vez mais fortes ou terá a síndrome da abstinência, que pode ser a depressão ou um estado de fúria que pode se tornar violenta. Isso ocorre também com a paixão.
O amor é um sentimento relacionado a maturidade, independente da idade. Só é capaz de amar que for capaz de suportar a frustração de não ter tudo o que deseja e quando deseja. O amor também é facilmente reconhecido por ser uma troca entre duas pessoas e exigir retribuição. Essa história de que um pode amar por dois é uma grande estupidez. Um ama e outro corresponde, simples assim. Se você acha que ama, vai lutar por seu amor, não vai desistir na primeira dificuldade. Mas se só você se esforça para estabelecer uma relação e a outra pessoa só quer receber tudo de graça sem demonstrar nenhum interesse real, é sinal de tem algo de muito errado nesta relação. 
Não se iluda com palavras vazias sem nenhuma atitude real da outra parte. Isso pode ser apenas manipulação do outro visando receber vantagens para si porque você "baixou a guarda" e resolveu confiar em alguém que ainda não se mostrou digno de todo seu amor e dedicação. 
Quando se interessar por alguém, procure saber o que você tem a oferecer e o que pode interessar a esta outra pessoa. Para você reconhecer o amor você tem que conhecê-lo antes. Você se ama o suficiente para poder compartilhar esse amor com outra pessoa? O amor é uma recompensa por tudo aquilo que você viveu e superou até ali, e também não é um fone em si mesmo. Ou seja, não é porque você conheceu o amor da sua vida que todos os demais problemas de sua vida vão deixar de existir (quem pensa assim está é apaixonado e não amando). Os problemas vai continuar a existir, as contas vai controlar a chegar, o ônibus vai continuar lotado, o cliente vai continuar a ser chato, e o frio vai continuar a incomodar. A diferença é que quando você está ao lado de quem vive realmente ama e que você também é correspondido, cada situação que a vida te apresentar será mais fácil para você resolver, pois estará mais calmo e tranquilo para enxergar cada situação com serenidade. Você não se sentirá tão só e terá alguém para te apoiar, mas não necessariamente concordar com você em tudo.