quinta-feira, 31 de março de 2022

A JUVENTUDE DE HOJE EM DIA

Autor: João Luiz 

A apenas algumas décadas atrás, aqui no Condado de Sugar Lake City, era a coisa mais difícil para um rapaz chegar até a uma garota. O cara toma que ser o melhor dos melhores para de chamar a atenção de alguma mulher atraente. Hoje em dia, vejo os adolescentes andando com as meninas sem dar mais importância, sem grandes barreiras de comunicação.
Os tempos mudam, algumas coisas melhoram e outras pioram. Se antes o cara tinha que ser bonitão ou ter boas condições financeiras, hoje em dia basta estar aonde tem mulher, tipo escola, festas ou mesmo trabalho.
Hoje em dia os caras não se esforçam muito para ter alguém. Isso é ruim porque torna as relações um tanto banais. Como não se tem muito esforço, também não se valoriza a companhia da outra pessoa. Não há um esforço em ser agradável ou se tornar uma pessoa melhor e assim ser mais atraente.
A sexualização da juventude também ocorre cada vez mais cedo. E diversos tipos de militâncias chamam isso de liberdade de escolha. Jovens imaturos tomando decisões que vão afetar os afetar pelo resto de suas vidas. E existe até uma contradição em nossa sociedade: Embora relações com jovem sejam condenáveis, ao mesmo tempo existe uma exaltação as mulheres jovens ou "novinhas".
Como muitas dessas jovens não estão preparadas emocionante e financeiramente para lidar com gravidez indesejada, as consequências podem ser desastrosas para a jovem mãe e seu inocente bebê, ainda mais se o provavelmente também jovem pai não assumir a responsabilidade pelo seu ato. Se essas jovens forem de uma classe social de baixa renda, o ciclo de pobreza pode se perpetuar por um tempo indefinido.
Os jovens de hoje são menos preconceituosos que as gerações anteriores, mas também estão menos preparados para lidar com a responsabilidade de suas ações. Deve-se canalizar a energia juvenil para coisas mais produtivas do que o prazer carnal imediato e irresponsável.

domingo, 27 de março de 2022

A BAIXA AUTOESTIMA DOS BRASILEIROS

Autor: João Luiz

Durante muitos anos os brasileiros foram doutrinados da razões por sermos um país de tantas desigualdades, embora seja um país rico em recursos. Tanto a escola, os livros de História e a grande mídia contribuíram para este sentimento de inferioridade que a maior parte da população carrega.
Muitos acreditam que foi a formação do país a culpa por isso. De Portugal vieram os brancos degradados pela sociedade de lá, da África vieram os negros como escravos, e os nativos eram indígenas selvagens que deveriam ser civilizados de acordo com o padrão europeu. O que não fosse europeu era inferior, na visão geral. 
As novelas, o cinema, as revistas e até os telejornais nos venderam a ideia de que a América do Norte e Europa eram muito superiores os restante do mundo, tanto em educação, riquezas, cultura e até na cor da pele. Até hoje existe que acredite que te a cor da pele branca é motivo de superioridade. 
Brasileiros com sobrenome estrangeiro era tratado com mais referência ou sentia-se superior e alguma forma aos outros, esforçando-se para pronunciar seu tão amado sobrenome. Até mesmo produtos importados eram tratados como se tivessem vindo de alguma morada divina, tamanho destaque que eram tratados. 
A tecnologia dos países ricos é realmente impressionante em vários aspectos, mas ela foi desenvolvida com os recursos de todo planeta, embora não beneficiem a todos. Além disso, muitas pessoas que contribuiram para este desenvolvimento tecnológico são de várias raças, e não apenas os brancos caucasianos.
E nem países desenvolvidos também existem bolsões de miséria, em maior ou menor grau que o nosso. Existe violência doméstica e urbana, violações de direito, problemas com vícios e tudo mais. Só que isso não é divulgado com tanta ênfase como nossos problemas são expostos.
Felizmente, com a popularização da Internet, muito do que era divulgado apenas por um pequeno grupo do quebrado. Hoje qualquer um pode divulgar seu ponto de vista particular sobre um determinado assunto. E isso serve para mostrar que não somos inferiores como nos foi incutido por muito tempo. 

sexta-feira, 25 de março de 2022

ACOLHIMENTO

Autor: João Luiz 

Quem não gosta de se sentir acolhido quando se sente só?
Uma das melhores sensações é sentir-se acolhido quando estamos fragilizados, desprotegidos, carentes ou recém-chegados. Aquele abraço na hora certa e de maneira certa, sem malícias ou interesses obscuros.
Nada daquele sentimento de posse que o ciúme proporciona. É como se sentir em casa, esteja aonde estiver. De fato, é muito bom ser acolhido com sinceridade.
Mas nem sempre temos a sorte e estar em um ambiente acolhedor. Nem sempre a família é acolhedora, assim como seus colegas de estudos e de trabalho. E ser dependente demais dessa sensação de estar acolhido pode ser perigoso para si mesmo, pois pode ir buscar acolhimento em pessoas erradas e mal intencionadas. Em um momento de fragilidade, pode ser vítima de golpes e de pessoas manipuladoras.
Com esta longa e desgastante quarentena, muitas pessoas fizeram vulneráveis emocionalmente e, com isso, tornarem-se presas fáceis para golpistas e pessoas maliciosas de todo tipo.
Por exemplo: amizades ou romance na Internet pode ser uma experiência bem desagradável. Você deve avaliar os riscos que pode correr, tanto do ponto de vista de algum tipo de violência ou financeiro mesmo. Assim como você, tem muitas pessoas boas por aí. A questão é você saber identificá-las para não sofrer mais adiante.
Se não temos ainda a felicidade de estar com outras pessoas boas, então que sejamos fortes e também nos sintamos a vontade conosco mesmo. Não é algo que pode ser desenvolvido de uma hora para outra, mas prática pode levar a um estado de paz conosco interior, mesmo que a solidão possa aparecer de vez em quando.

A PAIXÃO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

Autor: João Luiz 

O medo de ficar só e sem assistência pode fazer as pessoas fazerem muitas bobagens durante a vida, umas sem grande importância e outras bobagens que podem gerar graves consequências para si e para os outros. E isso abre caminho para alguém se entregar a avassaladora força das paixões. 
A paixão e os desejos canais são fortes e até viciantes. Até mesmo grande parte da sociedade trata do assunto como algo normal e até necessário. O ser humano é um ser biológico e sociável, e a vontade e necessidade e estar com outro não é apenas sexual, mas psicológica e afetiva. Some-sea isso, tem o fato da energia sexual ser a energia mais poderosa que o ser humano pode gerar, pois ela está relacionada com o instinto primitivo de sobrevivência e o medo de ficar só e abandonado.
Mas isso não é justificativa para entregar-se a desejos passageiros e inconsequentes. 
Com a situação econômica indefinida como está atualmente e as pessoas  sentindo-se inseguras em no que se refere ao seu próprio futuro, ficam vulneráveis aos próprios desejos como "válvulas de escape". Qualquer situação que gere um mínimo de segurança pode ser interpretada como possibilidade de sobrevivência, e passa a ser desejada com todas as forças.
Mas a paixão ela tem prazo de validade curto e é muito volátil, qualquer coisa pode desiludir. Mas a ansiedade de sentir-se em uma "zona de conforto", faz com que as pessoas apaixonadas ignorem todas as evidências de que há uma série de incompatibilidades com a pessoas desejada, e as dolorosas consequências do costumam se revelar depois que o casal passa a conviver junto ou depois de passado o período inicial de euforia da relação.
A paixão não deixa de ser um vício que mexe com várias áreas da psique humana. Ela se entranha em seu subconsciente, o que a torna mais difícil de ser combatida, pois envolve prazer físico intenso, aprovação social, falsa sensação de segurança e de domínio sobre outro.
Uma pessoa apaixonada acredita que seu desejo é tão intenso que será capaz de dominar e conquistar o desejo da outra pessoa, mesmo contra a vontade dela. Esse é um dos aspectos ilusórios da paixão: Fazer alguém acreditar que será correspondido apenas pelo fato deste alguém desejar intensamente o outro.
Não há nada de errado em querer viver uma grande história de amor. O amor é revigorante, necessário em nossas vidas, nos dá um conforto, faz-nos sentir aceitos e plenos, deixa a vida com um colorido especial, nos dá forças para superar os obstáculos que surgem ao longo de nossa vida. Mas amor é um sentimento que alguém só consegue alcançar se tiver maturidade e consciência. A paixão cega as pessoas e as afasta as pessoas do site maduro e consciente. Temos que ser verdadeiros e sinceros conosco e com as outras pessoas para que possamos viver o amor em sua plenitude, de forma duradoura e tranquila, compartilhando uma vida a dois na forma de casal, e compartilhando o sentimento de forma mais coletiva, verdadeira com outras pessoas que tenham desejo de amor semelhante

PESSOAS INTELIGENTES, BONITAS E/OU SENSÍVEIS

Autor: João Luiz

Você já se sentiu na solidão? Como se não fizesse pare de nenhum grupo que você tem acesso?
É normal sentir-se sozinho, ainda mais quando você tem um certo nível de exigência ou aprecia certas qualidades que a maior parte das pessoas ao seu redor simplesmente despreza.
Pessoas com uma inteligência acima da média, pessoas bonitas e/ou  sensíveis, são alguns tipos de pessoas que pode passar por dificuldades na hora de se relacionar com outras pessoas.
Pessoas inteligentes pode acabar por serem vistas como chatas ou arrogantes. Por vezes são julgadas sem terem a oportunidade de se fazerem conhecidas como realmente são. Se a outra pessoa tiver complexo de inferioridade aí que o despeito pode ser ainda maior.
Pessoas bonitas são desejadas e ao mesmo tempo invejadas por seus atributos físicos. Geralmente, as outras pessoas não se importam em conhecê-las como realmente são, apenas desejam serem vistas com elas e possuírem seu corpo.
Pessoas sensíveis podem ser confundidas com pessoas cheias e frescuras ou até com pouco equilíbrio emocional, como se fossem se magoar com qualquer coisa. Socialmente, homem sensível não tem espaço, ainda mais se for heterossexual. As pessoas entendem que homem tem que ser tudo igual e que homem não chora.
Talvez você tenha se encaixado em algum tipo na descrição acima. O importante é você não deixar de ser quem você é e não tentar fazer os outros felizes se isso custar sua própria felicidade.
Por exemplo: uma pessoa pode não  ser dotada de grande beleza, mas desprezar a própria inteligência por medo de ficar muito acima da média e que isso deixá-la em companhia da solidão não é boa coisa a ser feita. No fim das contas, ela terá deixado de desenvolver os próprios talentos naturais e mesmo assim permanecerá insatisfeita e solitária.
O melhor a ser feito é buscar pessoas com ideias e interesses parecidos com os seus. Ou, pelo menos, buscar estar com pessoas que valorizem você pelas suas qualidades, e afastar-se daqueles que querem te modificar de qualquer maneira para que você se adapte a ela. 

terça-feira, 22 de março de 2022

VIDA A DOIS

Autor: João Luiz

Estar envolvido amorosamente com alguém é uma das melhores coisas da vida. É uma das poucas coisas que dão sentido à esta existência: Estar com alguém. Acordar ao lado de alguém. Uma massagem íntima e sem pressa. Um banho a dois. Um passeio a beira da praia ou no parque. Um cinema ou teatro. Viajar. Dividir um sanduíche... Estar ao lado e quem realmente você quer estar. 
São coisas tão simples mas que boa parte das pessoas não viveram ou não são a menor importância. Tem casais que parecem estar juntos não pelo amor, mas por pura comodidade. Para alguns homens, estar com alguém significa ter a casa organizada e comida feita. Para algumas mulheres, estar com alguém é sinônimo de segurança financeira. 
Muitas pessoas confundem o fogo ardente de uma paixão com a calma e um amor. A paixão é passageira.
As pessoas esquecem que podem adoecer e tudo que elas vão querer neste momento é de alguém que corre delas enquanto elas se recuperam. Também vão envelhecer, a vida social vai diminuir gradativamente, os filhos seguem seu caminho e tudo que poderá estar será aquele companheiro ou companheira de toda vida.
Não se deve deixar para valorizar os pequenos momentos para quando for tarde demais. Devemos sim viver o agora, mas se olho no futuro. Acreditar que uma relação se sustenta com anos de desprezo é estupidez. A intimidade deve ser vivida e valorizada a cada momento oportuno. 

domingo, 20 de março de 2022

O SOLITÁRIO CAMINHO PARA O AUTOCONHECIMENTO

Autor: João Luiz 

Podemos passar boa parte da vida na busca em encontrar um par ideal, seja como amizade ou romance. Tem gente que pega quem aparece na esperança de ter sorte em conhecer em algum momento da vida a pessoa que poderá preenchê-lo. Outras pessoas optam por esperar mais um pouco e avaliar cada pretendente que possa surgir ao longo do caminho. 
Para quem escolhe se tornar uma pessoa melhor para assim merecer ter alguém digno para si, pode ter uma certa desilusão: na medida que vamos nos tornando pessoas melhores do que éramos, também ficamos mais conscientes e exigentes com quem se aproxima de nós, e passamos a desprezar a mediocridade. Vamos nos tornando pessoas com um certo grau de evolução pessoal. 
Mas a sociedade não evolui tão rápido quanto um indivíduo e, com isso, pessoas com maior elevação moral vão se tornando cada vez mais difíceis de serem encontradas por quem apenas buscava uma boa companhia. 
Das duas uma: ou busca o crescimento pessoal e intelectual, nem que seja às custas de achar uma companhia, ou continua trilhando no caminho do crescimento pessoal e, porventura, encontrar alguém para trilhar este caminho e elevação junto com você.
De qualquer qualquer forma, renunciar a si mesmo apenas para permanecer na média das pessoas e assim aumentar a possibilidade de conhecer alguém é uma atitude arriscada. Pois mesmo que você renuncie a todos os seus talentos, você pode não ter a prosperidade que seria exatamente o que te fazia ser uma pessoa mais atraente.
Aprenda uma coisa: você se tornar melhor a cada dia não diminui os outros em nada. Pode até servir como motivação para os outros a começaram a se movimentar, desenvolver os próprios talentos e com isso serem donas de seus próprios destinos. Neste sentido, você poderá conhecer extraordinárias ao longo deste processo de autoconhecimento e não se sentirá tão só.

TODA RELAÇÃO É DE INTERESSE

Autor: João Luiz

Você consegue imaginar algum tipo de relação que não seja de interesse? Ou você é daqueles que acha que amor é gratuito? Que as amizades não tem interesse envolvido?
Muita calma nessa hora, eu explico. Interesse é algo normal. Toda relação interpessoal, sem exceção, é de interesse, seja essa relação de amizade, social, amorosa, política, econômica e até religiosa. 
Quando nos envolvemos com alguém, também temos nossos próprios interesses pessoais envolvidos. 
Se for uma relação profissional, remuneração e prestígio são sua força. Se for de amizade, queremos poder contar com aquela pessoa. Se for uma relação amorosa, queremos prazer e acolhimento. Até mesmo nos relação com Deus tem interesses envolvidos: Deus quer que o amemos e o obedeçamos, em troca temos o amor e proteção Dele.
Logo toda relação tem um preço. A questão é saber qual é esse preço e se estamos dispostos a pagar para ter essa relação. As intenções tem que ser claras para saber se o envolvimento é vantajoso ou não para ambos. Se não houver interesses obscuros, então a relação pode ser boa e duradoura para ambas as partes.
O problema é que costumamos idealizar tudo, até as relações. Quando temos interesse em algo, esquecemos de levar em consideração outros fatores que podem nos causar muito sofrimento e prejuízo mais adiante.
Quando queremos estar com alguém que quer nos afastar de tudo e de todos que conhecemos, isso pode ser um mal sinal de que há algo muito de errado por trás das intenções da outra pessoa. Em situações normais, quem quer nosso bem não nos afasta dos outros intencionalmente.
Enfim, quando seus planos envolverem outras pessoas, tenha certeza de que há interesses envolvidos. A questão será e os interesses são conciliatórios ou conflitantes, e você precisa saber quanto isso vai te custar e se é mesmo vantajoso para você pagar o preço pela relação.

sexta-feira, 18 de março de 2022

COMO ACHAR A PESSOA IDEAL PARA VOCÊ

Autor: João Luiz

Quando estamos sozinhos, temos a tendência de querer encontrar a pessoa ideal para preencher aquele vazio apre estamos sentindo. E nesta busca procuramos alguém que personifique nossos ideais : beleza, força, poder, posição social, inteligência, ou o que mais estiver em nossa escala pessoal de valores.
Vamos tomar a beleza como exemplo: as pessoas tendem a serem mais tolerantes com pessoas que são reconhecidamente bonitas socialmente ou mesmo pessoalmente. Quando encontramos alguém que se encaixe em nossos padrões de beleza, podemos querer a todo custo incluí-las em nossas vidas, ignorabdo o fato de poder haver sérias incompatibilidades.
Por exemplo, de que adianta você se interessar por alguém que agora barzinhos se você não suporta bebidas alcoólicas? Ou de que adianta você estar com alguém que é muito caseiro se você gosta de passear em qualquer oportunidade? Ou ainda, como pode dar certo você se envolver com alguém que esbanja dinheiro se você valorizar cada centavo que ganha com seu trabalho?
Não adianta querer estar com alguém aí por beleza, dinheiro ou poder, se entre vocês não existe uma real afinidade de interesses. Não basta estar com alguém apenas por comodismo ou porque você não acredita que tem que aceitar quem aparece apenas por um atributo que você valoriza, ignorando todas as outras qualidades e defeitos desta pessoa que você escolheu para estar ao seu lado.
Assim como você, existem inúmeras outras pessoas em busca de uma boa companhia, seja posta amizade ou mesmo um romance. Mas para encontrá-las, você antes precisa entender que o que une duas pessoas de forma duradoura e satisfatória são as ideias. 
Se você for sincero consigo mesmo e souber o que realmente te faz feliz, então será mais fácil você identificar as pessoas pelas ideias delas. Dessa forma, você saberá se a relação terá um bom futuro ou não.