quarta-feira, 22 de maio de 2019

EUFORIA, DESÂNIMO E EQUILÍBRIO
Autor: João Luiz

Tem dias que estamos eufóricos com alguma coisa que fizemos ou que deu certo e nossa levantou o ânimo. Tem outros dias que parece que tudo que fazemos dá errado e não conseguimos repetir aquela sensação de euforia do dia anterior. Daí a importância do equilíbrio, evitando picos de euforia e vales de desânimos no relevo de nossas emoções.
A força está em nós, não adianta procurar essa força em algo externo, como um emprego, em novo relacionamento, compra de algum bem supérfluo outro prazer momentâneo. A paz tem que estar conosco, sem impormos algum tipo de condição.
Serenidade para enfrentar os desafios da vida neste período turbulento em que estamos vivendo é uma boa forma de não nos decepcionarmos desnecessariamente, não nos enfraquecermos e ainda viver uma vida feliz com o que já conquistamos .

segunda-feira, 20 de maio de 2019

O PASSADO JÁ ERA - parte III
Autor: João Luiz

Esta cada vez mais evidente que o passado já era, mesmo que as algumas pessoas ainda insistam em ignorar isso. Nada será mais como foi um dia. Aquela previsibilidade que existia já não existe mais. Se antes já era uma dúvida, agora é uma certeza. Isso não ocorre somente aqui no Brasil, mas em todo o mundo.
Se antes as pessoas podiam programar-se para estudar, se empregar, comprar uma casa financiada, casar, ter filhos e educá-los até a idade adulta, agora isso faz parte de um passado que que não mais retorna. E não adianta pensar que mudando governos essa realidade vasto mudar, porque não vai.
O que devemos é entender essa nova realidade e buscar oportunidades dentro dela. Investir em si mesmo, nas relações de amizade e profissionais,, desenvolver os próprios talentos, deixar de querer utilizar fórmulas de sucesso ultrapassados aprendidas com nossos pais e na escola (que podem ter funcionado em outras épocas, mas não em nossa época atual e em diante).
O que você tem de bom ou sabe fazer diferenciado que pode interessar a outras pessoas e até às empresas? Quais são sua pontos fortes? E quais são sua pontos fracos, e o que você está fazendo para melhorá-los? Quando foi que você investiu realmente em você e em seus conhecimentos? Não basta fazer um curso técnico ou mesmo acadêmico se você não tiver aptidão ou talento para as tarefas relacionados com sua formação. Afaste-se também de pessoas pessimistas, arrogantes, que deixam você se sentir pior do que já está se sentindo. Afinal, o maior responsável pelo seu sucesso ou fracasso é só você mesmo e mais ninguém.
Descubra quais são seus medos, e impedimentos para que você possa ter uma vida plena de realizações. Pode acreditar: Você é o maior obstáculo para seu sucesso, mas também é o maior responsável em adquirir seus sonhos, desde que seja perseverante e não se deixe abater. Você sabe quais são problemas e como resolvê-los. Mas o tempo que isso levará para se resolver dependerá de quanto tempo você levou para chegar a este ponto e quanto esta disposto a sacrificar para mudar sua história.

domingo, 5 de maio de 2019

NÃO JULGUEIS
Autor: João Luiz

"Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós".
Mateus  7: 1-2

Este texto não trata de questões ou dogmas religiosos, mas é coerente ter Jesus Cristo como um grande mestre, não desmerecendo outros que também marcaram sua passagem pela História através de seus atos e conhecimentos.
As pessoas são únicas e sua interpretação de mundo decorre de sua cultura familiar e social, suas experiências pessoais e coletivas, além de sua própria estrutura cerebral. Embora pareça que as pessoas interajam, na verdade, interagimos com a representação mental que fazemos das pessoas e do mundo (daí o perigo de querer tornar absoluta uma verdade meramente pessoal). A realidade não passa da nossa crença do que pensamos ser real. O elo que nossa liga às outras pessoas é muito frágil e pode ser denominado Empatia.
Empatia é a capacidade de colocarmo-nos nossa lugar dos outros. Não é a realidade absoluta, mas é o que mais se aproxima dela e nos permite que saiamos de uma visão estreita de mundo e tentemos ver o mundo por um outro ângulo, através do ponto de vista de outra pessoa. Quando conseguimos transcender nossa própria e limitada realidade, passamos ter uma maior capacidade de compreender as razões peças quais as pessoas agem desta ou daquela maneira, e tomam esta ou aquela decisão.
E se somos capazes de compreender o que motiva as pessoas, elas deixam de ser um ser totalmente desconhecido, e o ser humano é propenso a temer o desconhecido tomando-o como uma potencial ameaça, as pessoas podem querer eliminar esta suposta ameaça e todas as formas.
Quando compreendemos algo ou alguém, nos sentimos mais a vontade para tomar decisões e impressões negativas tendem a ser diluídas com mais facilidade. Quando compreendemos também os outros não nos preocupamos em avaliá-lo com tanto rigor, evitamos julgar e até condenar.
E quando deixamos de julgar, deixamos de nos sentir julgados. Afinal, as pessoas têm mais o que fazer e com o que se preocupar do que perder tempo em avaliar cada palavra e atitude nossa. Se podemos ser capazes de amar até nossos inimigos, imagine quem não nos representa uma ameaça?
"No momento em que eu realmente entender o meu inimigo, o entender bem o suficiente para derrotá-lo, então, nesse exato momento, eu também amo ele".
Orson Scott Card

sábado, 4 de maio de 2019

FRAGILIDADE DA VIDA
Autor: João Luiz

À medida que vamos envelhecendo com sabedoria, percebemos a fragilidade da nossa vida, das relações pessoais, do nosso raciocínio e de toda estrutura social, política e econômica que criamos e aceitamos como verdades absolutas e imutáveis. Basta uma pequena mudança para desestruturar tudo aquilo que levamos anos organizando.
Uma pessoa independente de outrora, na velhice pode tornar-se incapaz de administrar sua própria conta bancária ou mesmo seu guarda-roupa. A descoberta de uma traição pode tornar o que foi uma família perfeita em uma sombra do passado. Mudanças econômicas podem tornar empresas e países fortes em uma nação de menor expressão no cenário mundial.
Mas o que está explanação toda quer dizer? A mensagem que estes exemplos todos nos passam é que nada é permanente neste mundo, todo passa, de uma forma ou de outra. Temos que viver cada momento presente, não nos apegando a nada e nem a ninguém, pois tudo e todos podem nos ser tirados de um momento para o outro.
O que permanece são nossas boas ações, os momentos felizes que vivemos em cada oportunidade e o amor que cultivamos por onde passamos.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

FANTASIA OU REALIDADE?
Autor: João Luiz

Desde os tempos mais antigos e em todas as culturas de todo o mundo, a humanidade criou a ideia da existência de seres não humanos, sejam eles superiores ou inferiores a nós. A fantasia, misturada a ignorância de conceitos básicos da ciência (como química, física ou medicina), criaram seres fantásticos no imaginário popular. A incapacidade de explicar fenômenos naturais simples foi motivo para atribuir poderes sobre-humanos a seres criados pela coletividade. Alguns desses seres foram chamados de deuses, ou demônios, ou outros seres mitológicos como fadas, duendes, quimeras, gênios, dragões ou mesmo alienígenas.
Na falta de explicações plausíveis, criou-se o ambiente perfeito para o surgimento de várias religiões em todo o mundo e em todas as épocas. Desde os povos mais primitivos até os mais desenvolvidos para sua época. E em nome da religiões, da intolerância e da ignorância, conhecimentos e métodos científicos e filosóficos foram totalmente destruídos ou atrasados por séculos ou milênios. Não só pela ignorância religiosa como pelas guerras entre os povos em geral, em que o vendedor destruía tudo que lembra-se os derrotados, inclusive seus conhecimentos práticos únicos em várias áreas.
Mas você já se perguntou o porquê da ideia da existência ou mesmo a criação de seres não humanos podem encantar tanto a humanidade? Nos últimos tempos, até mesmo pela dissipação de conteúdos variados pela Internet, temas como estes voltaram com toda força ao imaginário popular, até mesmo ideias absurdas como a Teoria da Terra Plana vem ganhando adeptos em todo o mundo e em vários segmentos da sociedade, assim como vem se reacendendo a velha disputa entre a teorias do Criacionismo e do Evolucionismo, para explicar a criação do mundo e da humanidade. Não podemos esquecer de promessas de prosperidade que documentários como O Segredo desencadeia em pessoas que acreditam em soluções simplistas para os mais variados problemas.
Deveríamos prestar mais a atenção ao encanto que estes assuntos exercem na coletividade. Temas como estes não ganhariam tanta força sem um motivo aparente. A par da ignorância, a busca por soluções mágica revitalizam ideias como estas de tempos em tempos. A possibilidade de ter problemas resolvidos com fórmulas mágicas, rituais ou pseudociências sempre terá seu espaço na sociedade.
Por exemplo, a ideia de seres alienígenas com inteligência superior gera tanto encanto pela possibilidade da humanidade beneficiar-se de seus conhecimentos e tecnologia, pois para atravessar o Cosmo e chegar até nos de maneira segura e calculada é preciso ter um conhecimento muito avançado em tecnologia e ciências em geral. De nada serviriam seu conhecimento se não pudéssemos nos beneficiar de alguma maneira. 
Desta forma, também podemos aprender algo com todo isso e aplicar o que foi foi exposto em nossa vida pessoal. O conhecimento que adquirimos só faz sentido se tiver alguma aplicação prática, e as outras pessoas só terão interesse se puderem aproveitá-los em seu próprio benefício, de alguma forma. Dai a importância de compartilhar o que temos de melhor.
Se temos ou fazemos algo de bom, só faz sentido divulgar se tivermos a intenção de compartilhar de algum jeito, seja se forma filantrópica ou mesmo comercial a preço justo. De outra forma, não passará de ostentação exibir algo que os outros desejam e não poderão ter. De que adianta exibir fotos de uma viagem maravilhosa, carros possantes ou de sua casa dos sonhos, se não tiver a intenção de compartilhar, de convidar ou dar uma carona?
O conhecimento é algo mais vasto do que as nossas próprias limitações permitem compreender. Mas, mesmo com tantas limitações, devemos compartilhar aquilo que valorizamos com pessoas que tenham interesse e possam ser beneficiadas, de alguma forma.