sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

O amor é tão desejado e tão mal compreendido. Viver o amor de forma democrática, distribuindo a todos que possam recebê-lo, não eh tão simples quando intencionamos em colocá-lo em prática. Facilmente o amor é confundido com desejo e se tentar ampliá-lo a mais de uma pessoa, pode vir a ser interpretado como safadeza.
Mesmo com todos esses riscos de ser mal interpretado, o amor deve ser vivido da forma mais ampla possível. O amor só vem para aqueles que o merecem, e não para pessoas que não sabem multiplica-lo. O sentimento do amor é grandioso demais para ficar confinado entre um casal ou entre uma mãe e um filho.
Mas amor também é confiança, se existe desconfiança, o amor se afasta e da espaço ao medo de perder e ai ciúmes. O amor esta acima de nossas fraquezas carnais. O amor passeia por este mundo, mas está sempre de olho na eternidade e na luz divina. O amor é a luz divina e não pode ser contaminado pela mesquinhez humana.
Para viver o amor em plenitude temos que deixá-lo solto e não tentar aprisiona-lo. Se ele realmente te pertencer, não tem nada e nem ninguém que o tomará de você, pois terá sido um presente si próprio Senhor Deus pelo seu desprendimento e confiança em algo que você não compreende totalmente mas deseja de forma serena, em outras consigo mesmo.

 

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