O PASSADO JÁ ERA? parte II
Autor: João Luiz
As pessoas não perceberam, mas a época da ostentação e da inflexibilidade já fazem parte do passado. Hoje em dia tem que ser uma pessoa criativa, desenvolver os próprios talentos e se desapegar dos conceitos tradicionais. As relações, sejam elas sociais ou profissionais exigem que nós ofereçamos algo além de tentar satisfazer nossas próprias necessidades.
Se for no âmbito profissional, um candidato a emprego tem que mostrar as vantagens que a empresa terá em inseri-lo em seu quadro de funcionários. Não basta estar qualificado em cursos relacionados a execução de suas atividades, mas sua capacidade em oferecer soluções a demandas que surgem espontaneamente é mais um diferencial. Profissionais criativos e com boa capacidade de relacionamento e empatia estão em alta com empresas deste novo período em que a humanidade esta passando.
Evidentemente que quem ocupa uma função de destaque na empresa mas não conseguiu evoluir seu pensamento, não desenvolveu suas aptidões e sua criatividade, vai se sentir ameaçado pela presença de profissionais mais adaptados às novas demandas.
Nas relações sociais, aí podemos incluir relações familiares, amizades e amorosas, temos que avaliar se temos real afinidade com as pessoas que compõem cada ambiente distinto destes.
Nas relações familiares, não tratar cada membro da família com alguém sem necessidades próprias diferentes das nossas, mas respeitar seu limites. Nas relações de amizades, entender que a diversidade de pensamentos pode enriquecer nossa vida por oferecer a oportunidade de perceber algo sob um novo ponto de vista.
E nas relações amorosas, saber diferenciar o que é uma simples atração física de uma atração emocional que ultrapassa os limites da aparência e da conveniência. Para termos um amor temos que merecê-lo e não apenas desejar tê-lo para satisfazer uma necessidade imediata ou alguma frustração passada.
Resumindo, temos que saber o que temos de útil que possa interessar a alguém. Os talentos nos foram emprestados para serem multiplicados e temos que coloca-los a serviço de outras pessoas. Quando servimos de boa vontade a pessoas que mereçam essa demonstração de amor, aumentamos nossa força interior.
Nada mais será como antes.
Autor: João Luiz
As pessoas não perceberam, mas a época da ostentação e da inflexibilidade já fazem parte do passado. Hoje em dia tem que ser uma pessoa criativa, desenvolver os próprios talentos e se desapegar dos conceitos tradicionais. As relações, sejam elas sociais ou profissionais exigem que nós ofereçamos algo além de tentar satisfazer nossas próprias necessidades.
Se for no âmbito profissional, um candidato a emprego tem que mostrar as vantagens que a empresa terá em inseri-lo em seu quadro de funcionários. Não basta estar qualificado em cursos relacionados a execução de suas atividades, mas sua capacidade em oferecer soluções a demandas que surgem espontaneamente é mais um diferencial. Profissionais criativos e com boa capacidade de relacionamento e empatia estão em alta com empresas deste novo período em que a humanidade esta passando.
Evidentemente que quem ocupa uma função de destaque na empresa mas não conseguiu evoluir seu pensamento, não desenvolveu suas aptidões e sua criatividade, vai se sentir ameaçado pela presença de profissionais mais adaptados às novas demandas.
Nas relações sociais, aí podemos incluir relações familiares, amizades e amorosas, temos que avaliar se temos real afinidade com as pessoas que compõem cada ambiente distinto destes.
Nas relações familiares, não tratar cada membro da família com alguém sem necessidades próprias diferentes das nossas, mas respeitar seu limites. Nas relações de amizades, entender que a diversidade de pensamentos pode enriquecer nossa vida por oferecer a oportunidade de perceber algo sob um novo ponto de vista.
E nas relações amorosas, saber diferenciar o que é uma simples atração física de uma atração emocional que ultrapassa os limites da aparência e da conveniência. Para termos um amor temos que merecê-lo e não apenas desejar tê-lo para satisfazer uma necessidade imediata ou alguma frustração passada.
Resumindo, temos que saber o que temos de útil que possa interessar a alguém. Os talentos nos foram emprestados para serem multiplicados e temos que coloca-los a serviço de outras pessoas. Quando servimos de boa vontade a pessoas que mereçam essa demonstração de amor, aumentamos nossa força interior.
Nada mais será como antes.
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