Por melhor ou por mais lucrativo que possa ser atuar no mercado de autoajuda, pensar que cada um esteja preparado para solucionar os próprios problemas depois de uma palestra de fim de semana ou depois de comprar alguns e-books ou cobertos motivacionais, é muito simplista.
Realmente, somos capazes de solucionar muitos nossos problemas, se formos bem orientados ou tivemos dispostos a isso. Mas nem todas as pessoas têm a mesma cultura, equilíbrio emocional ou estrutura mental para encarar seus próprios fantasmas, demônios e neuroses. Não é tão simples como parece. Quem trabalha com o emocional alheio não pode fazer promessas que não será capaz de cumprir, sob pena de deixar alguém pior do que já estava, com suas esperanças destroçadas.
Não se trata apenas de questões psicológicas simples, mas cada indivíduo pode ter fatores e emoções obscuros e enterrados em seu subconsciente de forma tão profunda que ele nem se lembra de que um dia os teve. Mas basta tocar em algum ponto mais sensível de sua psique que esses castanhas vem a tona assombra-lo com toda sua força.
Tem pessoas que têm podem ter problemas psiquiátricos graves, com tendências homicidas ou suicidas, esquizofrenia ou alucinações, só para citar alguns. Esse tipo de problema não pode ser abordado e nem será resolvido de forma simplista e irresponsável.
Cada problema que se apresenta pode ser mais que uma questão meramente comportamental. A solução pode ser um trabalho integrado que envolva conceitos psicológicos e espirituais em conjunto.
O cérebro humano é uma máquina maravilhosa, mas é um órgão do corpo humano como qualquer outro, tem resquícios animais e ancestrais, precisando ser domado e domesticado. Controlar nossos cérebros não significa reprimir nossas mentes, pensamentos e emoções, mas canalizar nossas energias e emoções posta trabalharem em um conjunto harmônico com resultados mais imediatos e duradouros. Somos corpo e alma e não há motivos para agirmos como se para cuidar de um ter que desprezar o outro. Não há necessidade de conflitos interiores que nos mantém internamente divididos e desgastados.
Não é porque que não vemos o ar que deixamos de sentir os seus efeitos. Da mesma forma, não temos ainda sequer provas científicas da existência de uma alma, quanto mais da existência de Deus, mas a realidade efeitos vão continuar existindo mesmo sem acreditarmos em nada disso, com ou sem a nossa fé.
Quem se mete com estes assuntos esta se envolvendo com forças poderosas e misteriosas, que não costumam ser debatidas em público e nem em redes sociais. Quem se atrever a abordar estas questões tem que ter um excelente preparo e lidar com os conteúdos de forma seria, não apenas encarando como um nicho de mercado lucrativo, onde cobra-se para vender esperanças e soluções fáceis. Não se pode colocar a segurança pessoal acima dos nossos ideais, a entrega tem que ser integral. Evidentemente temos que saber quais são nossos ideais para nos entregarmos de corpo e alma. Não e trata de entregar seus caminhos e esperanças a outro ser humano, mas em algo que você realmente acredite e de sentido a sua existência.
Não devemos nos apegar as pessoas, mas verificar se nos alinhamos aos seus ideais. Muitos dos problemas que temos estão relacionados com a expectativa que criamos sobre situações que não temos o menor controle. O coração alheio não nos pertence, mas podemos abraçar os ideais de alguém que se identifiquem com nossos próprios ideais.
A espiritualidade e psicologia se completam, da mesma forma que o corpo não vive sem uma alma, e uma alma não permanece neste plano sem um corpo físico que a abrigue e lhe permita se manifestar e produzir suas obras para colher e prestar contas mais adiante.
Mesmo com todas essas limitações, a autoajuda e o autoconhecimento são opções cada vez mais viáveis, cada um pode se tornar responsável e decidir por qual caminho que seguir, sendo também responsável por suas ações e tendo méritos em suas vitórias; deixar de ser manipulado pelos meios de comunicação de massa e por quem só se interessa em criar algo lucrativo e ganhar muito dinheiro em cima das dificuldades alheias.
Realmente, somos capazes de solucionar muitos nossos problemas, se formos bem orientados ou tivemos dispostos a isso. Mas nem todas as pessoas têm a mesma cultura, equilíbrio emocional ou estrutura mental para encarar seus próprios fantasmas, demônios e neuroses. Não é tão simples como parece. Quem trabalha com o emocional alheio não pode fazer promessas que não será capaz de cumprir, sob pena de deixar alguém pior do que já estava, com suas esperanças destroçadas.
Não se trata apenas de questões psicológicas simples, mas cada indivíduo pode ter fatores e emoções obscuros e enterrados em seu subconsciente de forma tão profunda que ele nem se lembra de que um dia os teve. Mas basta tocar em algum ponto mais sensível de sua psique que esses castanhas vem a tona assombra-lo com toda sua força.
Tem pessoas que têm podem ter problemas psiquiátricos graves, com tendências homicidas ou suicidas, esquizofrenia ou alucinações, só para citar alguns. Esse tipo de problema não pode ser abordado e nem será resolvido de forma simplista e irresponsável.
Cada problema que se apresenta pode ser mais que uma questão meramente comportamental. A solução pode ser um trabalho integrado que envolva conceitos psicológicos e espirituais em conjunto.
O cérebro humano é uma máquina maravilhosa, mas é um órgão do corpo humano como qualquer outro, tem resquícios animais e ancestrais, precisando ser domado e domesticado. Controlar nossos cérebros não significa reprimir nossas mentes, pensamentos e emoções, mas canalizar nossas energias e emoções posta trabalharem em um conjunto harmônico com resultados mais imediatos e duradouros. Somos corpo e alma e não há motivos para agirmos como se para cuidar de um ter que desprezar o outro. Não há necessidade de conflitos interiores que nos mantém internamente divididos e desgastados.
Não é porque que não vemos o ar que deixamos de sentir os seus efeitos. Da mesma forma, não temos ainda sequer provas científicas da existência de uma alma, quanto mais da existência de Deus, mas a realidade efeitos vão continuar existindo mesmo sem acreditarmos em nada disso, com ou sem a nossa fé.
Quem se mete com estes assuntos esta se envolvendo com forças poderosas e misteriosas, que não costumam ser debatidas em público e nem em redes sociais. Quem se atrever a abordar estas questões tem que ter um excelente preparo e lidar com os conteúdos de forma seria, não apenas encarando como um nicho de mercado lucrativo, onde cobra-se para vender esperanças e soluções fáceis. Não se pode colocar a segurança pessoal acima dos nossos ideais, a entrega tem que ser integral. Evidentemente temos que saber quais são nossos ideais para nos entregarmos de corpo e alma. Não e trata de entregar seus caminhos e esperanças a outro ser humano, mas em algo que você realmente acredite e de sentido a sua existência.
Não devemos nos apegar as pessoas, mas verificar se nos alinhamos aos seus ideais. Muitos dos problemas que temos estão relacionados com a expectativa que criamos sobre situações que não temos o menor controle. O coração alheio não nos pertence, mas podemos abraçar os ideais de alguém que se identifiquem com nossos próprios ideais.
A espiritualidade e psicologia se completam, da mesma forma que o corpo não vive sem uma alma, e uma alma não permanece neste plano sem um corpo físico que a abrigue e lhe permita se manifestar e produzir suas obras para colher e prestar contas mais adiante.
Mesmo com todas essas limitações, a autoajuda e o autoconhecimento são opções cada vez mais viáveis, cada um pode se tornar responsável e decidir por qual caminho que seguir, sendo também responsável por suas ações e tendo méritos em suas vitórias; deixar de ser manipulado pelos meios de comunicação de massa e por quem só se interessa em criar algo lucrativo e ganhar muito dinheiro em cima das dificuldades alheias.
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