Em pleno século XXI, existem mulheres que ainda acreditam que haja homens que sejam capazes de cair aos seus encantos apenas por causa de umas belas curvas. Mulheres que acreditam que o homem que paga algumas cervejas e levam elas de caso para o motel nos primeiros encontros virá a se apaixonar perdidamente porque elas fizeram todas as fantasias dele.
Não dá para acreditar que existem pessoas tolas a esse ponto, mas é o que mais existe. Mulheres que se iludem pelo brilho da pintura de um veículo motorizado e embriagam-se nos odores do combustível. E a história continua a se repetir. Depois de algumas aventuras amorosas, esse tipo de homem abandona essa mulher iludida por outra mais atraente. E assim por diante.
A solidão pede pode ter várias faces. Tem pessoas que estão casadas a anos e sentem-se solitárias, outras pessoas que trocam de parceiros a todo momento e também sentem-se só.
Nas atuais circunstâncias econômicas, o homem não tem condições de bancar as vontades de uma mulher por muito tempo. A estratégia deles são sempre a mesmas: chamar a atenção de uma mulher com um carro, roupas da moda, cerveja e dinheiro. Promessas de que elas terão todos os sonhos e vontades delas realizados, contanto que elas demonstrem "gratidão" e sejam bem generosas com eles no sexo. Mas o potencial de fato deles tem limitações mensais, e depois de poucas saídas, ele levará ela para a casa dele ou dela e estado sexo como ele quer e de graça. Mas o sexo por si só enjoa, se não tiver algo para completar o vazio que ele deixa. Sem afeição a relação tem os dias contados. Tem que haver entrosamento mais do que sexual.
Além disso, ao longo do tempo as mulheres foram condicionadas a dar o que o homem que em troca de atenção e facilidades. Historicamente falando, a mulher foi vista como se humano de segunda categoria ao longo dos milênios e em várias culturas.
Mais recentemente, dos anos sessenta para cá que a mulher começou a ganhar espaço na sociedade. Mas isso não foi uma conquista delas e sim uma jogada do poder econômico para aumentar o número de consumidores para seus produtos. A mulher começou a trabalhar e querer consumir produtos femininos direcionados a ela. Ou seja, a mulher conquistou estado na sociedade mas não que esta sociedade tenha reconhecido seu valor, mas por interesses econômicos das classes dominantes.
Se antes a mulher era a fêmea reprodutora ou apenas um simples objeto de prazer sexual para o homem, ela foi induzida a acreditar que tinha conquistado um espaço. Mas ensinou essa mulher a lidar com esta "liberdade". As mães não souberam ensinar as filhas a terem dignidade e independência diante das novas mudanças, e os próprios homens não souberam lidar com esta muda realidade. Se antes bastava para o homem impor sua vontade, de alguma anos para cá este mesmo homem teve que começar a se interessar sobre as vontades das mulheres, e ninguém ensinou isso outras eles. Até mesmo porque um homem sensível demais ainda tem sua masculinidade questionada nos dias atuais.
A mulher quer sentir os prazeres que o homem sente, mas a mulher é biologicamente diferente do homem e não vai ser uma revolução sexual e cultural que vai mudar totalmente milênios de comportamentos ancestrais.
A mulher tem que compreender que há muita pressão em cima do homem e não lhe deram o conhecimento para lidar com essas pressões. Também a mulher tem que compreender que ela é dona de seu próprio corpo e que não tem que cumprir papel social nenhum se não estiver disposta: Ela não deve ser obrigada a ser mãe se não desejar, e nem se submeter a tirania de um homem só para continuar casada. A mulher tem que entender de uma vez por todas que nem sexo e nem filho segura casamento. O que mantém um casal unido são as afinidades de interesses.
A mulher tem todo o direito de sentir prazer com seu próprio corpo e um homem de verdade deve sentir-se na responsabilidade de satisfazer sua parceira como ele também quer estar sexualmente satisfeito. A fidelidade deve se uma escolha de cada um e não uma imposição da outra parte envolvida, e o respeito mútuo deve ser uma constante na relação.
Se a mulher quiser até se conhecer seu corpo e seus órgãos genitais para saber onde e como ela segue prazer, não estará fazendo nada de errado. Mas neste quesito deve-se evitar tocar-se constantemente em sua próprio corpo para estimular seu próprio prazer, para que isso não se torne um vício e ela não se esqueça seu propósito.
A mulher tem que se envolver com parceiros que tenham mais afinidade com os interesses dela: das a vontade dela é só sexo e aventura sem compromisso emocional, então procure alguém assim; mas se ela deseja um parceiro para uma relação duradoura com envolvimento emocional, então ela deve buscar um parceiro que tenha as mesmas intenções. Se ela que relação estável, terá que convencer o homem de que ela é uma mulher de confiança para que ele sinta-se a vontade para assumir um compromisso serio, que ele queira ser visto em público com ela, apresentá-la a família dele e se apresentar a família dela.
Culturalmente, o homem foi criado para casar com uma mulher que pudesse ser apresentada a sociedade e que pudesse gerar seria filhos. A sociedade ainda cobra muito para que um casal tenha filhos. Ainda há muito resquícios de machismo, onde o fingem pode trair abertamente mas a mulher não. Nenhum homem tem coragem de assumir compromisso com uma mulher que gosta de trair, pois ficará conhecido nos meios sociais como "corno". Já uma mulher não fica estigmatizada como "corna". Cada um escolhe os próprios caminhos que que trilhar.
Não dá para acreditar que existem pessoas tolas a esse ponto, mas é o que mais existe. Mulheres que se iludem pelo brilho da pintura de um veículo motorizado e embriagam-se nos odores do combustível. E a história continua a se repetir. Depois de algumas aventuras amorosas, esse tipo de homem abandona essa mulher iludida por outra mais atraente. E assim por diante.
A solidão pede pode ter várias faces. Tem pessoas que estão casadas a anos e sentem-se solitárias, outras pessoas que trocam de parceiros a todo momento e também sentem-se só.
Nas atuais circunstâncias econômicas, o homem não tem condições de bancar as vontades de uma mulher por muito tempo. A estratégia deles são sempre a mesmas: chamar a atenção de uma mulher com um carro, roupas da moda, cerveja e dinheiro. Promessas de que elas terão todos os sonhos e vontades delas realizados, contanto que elas demonstrem "gratidão" e sejam bem generosas com eles no sexo. Mas o potencial de fato deles tem limitações mensais, e depois de poucas saídas, ele levará ela para a casa dele ou dela e estado sexo como ele quer e de graça. Mas o sexo por si só enjoa, se não tiver algo para completar o vazio que ele deixa. Sem afeição a relação tem os dias contados. Tem que haver entrosamento mais do que sexual.
Além disso, ao longo do tempo as mulheres foram condicionadas a dar o que o homem que em troca de atenção e facilidades. Historicamente falando, a mulher foi vista como se humano de segunda categoria ao longo dos milênios e em várias culturas.
Mais recentemente, dos anos sessenta para cá que a mulher começou a ganhar espaço na sociedade. Mas isso não foi uma conquista delas e sim uma jogada do poder econômico para aumentar o número de consumidores para seus produtos. A mulher começou a trabalhar e querer consumir produtos femininos direcionados a ela. Ou seja, a mulher conquistou estado na sociedade mas não que esta sociedade tenha reconhecido seu valor, mas por interesses econômicos das classes dominantes.
Se antes a mulher era a fêmea reprodutora ou apenas um simples objeto de prazer sexual para o homem, ela foi induzida a acreditar que tinha conquistado um espaço. Mas ensinou essa mulher a lidar com esta "liberdade". As mães não souberam ensinar as filhas a terem dignidade e independência diante das novas mudanças, e os próprios homens não souberam lidar com esta muda realidade. Se antes bastava para o homem impor sua vontade, de alguma anos para cá este mesmo homem teve que começar a se interessar sobre as vontades das mulheres, e ninguém ensinou isso outras eles. Até mesmo porque um homem sensível demais ainda tem sua masculinidade questionada nos dias atuais.
A mulher quer sentir os prazeres que o homem sente, mas a mulher é biologicamente diferente do homem e não vai ser uma revolução sexual e cultural que vai mudar totalmente milênios de comportamentos ancestrais.
A mulher tem que compreender que há muita pressão em cima do homem e não lhe deram o conhecimento para lidar com essas pressões. Também a mulher tem que compreender que ela é dona de seu próprio corpo e que não tem que cumprir papel social nenhum se não estiver disposta: Ela não deve ser obrigada a ser mãe se não desejar, e nem se submeter a tirania de um homem só para continuar casada. A mulher tem que entender de uma vez por todas que nem sexo e nem filho segura casamento. O que mantém um casal unido são as afinidades de interesses.
A mulher tem todo o direito de sentir prazer com seu próprio corpo e um homem de verdade deve sentir-se na responsabilidade de satisfazer sua parceira como ele também quer estar sexualmente satisfeito. A fidelidade deve se uma escolha de cada um e não uma imposição da outra parte envolvida, e o respeito mútuo deve ser uma constante na relação.
Se a mulher quiser até se conhecer seu corpo e seus órgãos genitais para saber onde e como ela segue prazer, não estará fazendo nada de errado. Mas neste quesito deve-se evitar tocar-se constantemente em sua próprio corpo para estimular seu próprio prazer, para que isso não se torne um vício e ela não se esqueça seu propósito.
A mulher tem que se envolver com parceiros que tenham mais afinidade com os interesses dela: das a vontade dela é só sexo e aventura sem compromisso emocional, então procure alguém assim; mas se ela deseja um parceiro para uma relação duradoura com envolvimento emocional, então ela deve buscar um parceiro que tenha as mesmas intenções. Se ela que relação estável, terá que convencer o homem de que ela é uma mulher de confiança para que ele sinta-se a vontade para assumir um compromisso serio, que ele queira ser visto em público com ela, apresentá-la a família dele e se apresentar a família dela.
Culturalmente, o homem foi criado para casar com uma mulher que pudesse ser apresentada a sociedade e que pudesse gerar seria filhos. A sociedade ainda cobra muito para que um casal tenha filhos. Ainda há muito resquícios de machismo, onde o fingem pode trair abertamente mas a mulher não. Nenhum homem tem coragem de assumir compromisso com uma mulher que gosta de trair, pois ficará conhecido nos meios sociais como "corno". Já uma mulher não fica estigmatizada como "corna". Cada um escolhe os próprios caminhos que que trilhar.
Muito bom!!
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