domingo, 25 de fevereiro de 2018

NAMORO À MODA ANTIGA - parte I
O tempo passa e os costumes também. Algumas coisas mudam para melhor e outras parecem que só fazem piorar a cada mudança pelo que passam. Antigamente, as pessoas eram obrigadas a seguirem rígidos padrões sociais de comportamento, quem não as enquadrasse era severamente punido ou mesmo excluído daquele convívio social. As mulheres eram as maiores vítimas desde rigor todo, sendo obrigadas a ser submeterem a tirania dos homens, sejam eles pais, irmãos, maridos, religiosos, professores, chefes e colegas de trabalho ou mesmo de outras mulheres que se intitulavam os bastiões da moralidade. 
Não considerava-se o fato de que alguns destes opressores tivessem algum transtorno psicológico leve ou mesmo grave, como sociopatia ou psicopatia. A mulheres estavam expostas a todo tipo de humilhação e violência, e a razão do homem quase sempre prevalecia.
A mulher tinha que se casar, mesmo que decidisse ficar solteira. Mulher solteira, viúva ou separada não tinha valor algum para a sociedade, eram vistas como uma ameaça aos maridos de outras mulheres. Os casamentos poderiam ser arranjados ou a mulher só se casava com aqueles pretendentes que a família aprovasse. As mulheres não tinham o direito de escolha de seus parceiros e maridos.
Uma gravidez indesejada seria catastrófico para a mulher, embora quase não desse punição para o homem. A mulher poderia ser expulsa de casa e ter que se tornar uma prostituta, como única forma de sobreviver e criar seu filho.
Contudo, havia também uma valorização da família. A sociedade dava a devida importância a unidade família, só errava na maneira de demonstrar isso. Facilmente confundia-se obediência com submissão.
Então vem a mudanças implantadas principalmente pela nova política, mídia e setores ditos revolucionários da sociedade.
Em nome da liberdade de escolha e do livre arbítrio, lança-se a pílula anticoncepcional e permite-se ter relações sexuais com o risco reduzido de uma gravidez. Isso provoca uma revolução nos costumes e uma geração inteira ficou contaminada pela ideia do sexo livre e inconseqüente. Desprezou-se a ideia de proibição, era a geração do "é proibido proibir". Tudo passa a ser liberado, desde bebidas alcoólicas ao sexo irresponsável.
A famílias começaram a ser coisas como um ambiente repressor em restringia vários tipos de prazeres imediatos e intensos. Os valores morais foram perdendo cada vez mais espaço para a liberação geral dos prazeres. Os limites começaram a serem rompidos cada vez mais, a ponto dos filhos desafiarem seria próprios pais e os alunos enfrentarem professores em sala de aula.
Mas todo prazer, por mais intenso que seja, acaba por tornar-se enjoativo e deixa de produzir os efeitos até alucinantes de antes. Se outrora a bebida alcoólica, o cigarro e o sexo desenfreados davam prazer, com o tempo deixaram de serem tão prazerosos. Então as drogas pesadas começaram a fazer parte de uma sociedade cada vez mais ávida peça busca incessante do prazer.
Surge a figura do traficante de drogas para abastecer um mercado consumidor em franca expansão. Como os valores morais perderam espaço na sociedade, o uso de drogas pesadas teve espaço cada vez maior para crescer.
Mas o que isso tudo tem haver em relação ao tema deste artigo que era Namoro à Moda Antiga? Tem tudo haver. O namoro tradicional não provoca os efeitos alucinógenos de uma relação sexual selvagem. Para alguns, pode parecer tão tranquilo que chega a ser previsível e monótono.

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