Às vezes, sem nos darmos conta, vivemos em vários ambientes ou mundos diferentes simultaneamente: família, vizinhos, colegas de trabalho e de estudo, religioso, entre outros. Muitas das vezes esses mundos não se comunicam uns com os outros. Ou seja, membros da família não sabem como agimos com os colegas do trabalho, que por sua vez não sabem como os vizinhos nos tratam, e assim por diante.
Em um mundo com o pensamento arcaico de que devemos fazer parte de círculos fechados com regras rígidas de conduta, cada ambiente social acaba por se tornar uma prisão da qual não conseguimos nos expressar de forma leve e livre. Nos são cobrados comportamentos que devem ser comuns a todos, e quem não seguir esses padrões de comportamento corre o risco de ser expulso daquele ambiente fechado.
Tem pessoas que creem que os filhos pertencem unicamente aos pais. Os pais são os responsáveis por conduzirem seus filhos, mas não são os donos deles. Os amigos tendem a terem ciúmes dos próprios amigos, e ficam irritados se aparece alguém naquela roda de amizades que começa a te algum tipo de destaque, pois tem piedosas que acreditam que antiguidade é posto. Ou seja, como fazem parte da formação original daquele grupo de amigos, devem ter sempre prioridade nas manifestações de afeto.
Os casais tem um ao outro como propriedade particular de isso exclusivo. Obviamente o respeito deve existir entre um casal, mas uma relação não deve se vista como uma prisão emocional. O amor liberta, e não conduz ao cárcere privado. O ciúmes do cresce onde há dúvidas sobre o sentimento da outra pessoa e dos nossos próprios sentimentos. Pessoas que valorizam demais a beleza estética e o sexo, tendem a sofrer mais com a desconfiança de seus parceiros. Sexualizar demais a relação conduz ao isolamento e posteriores cobranças de um para com o outro, onde um acusa o outro de tê-lo feito perder oportunidades de estar melhor de vida se não tivesse permitido que a relação tornar-se uma prisão domiciliar. Depois que os casais separam-se ou ficam viúvos, o despreparo para reinserir-se na sociedade torna-se uma tarefa árdua e angustiante.
Os idosos são as grandes vítimas e também servem como exemplo do que acontece quando cultivamos ambientes exclusivistas e de exclusão onde novos membros dificilmente são aceitos: à medida em que o tempo passa, o isolamento vai ficando cada vez mais evidente e a dificuldade de se relacionar com outros tipos de pessoas começa a se tornar um problema de difícil solução.
O ideal é todos os ambientes sociais dos quais fazemos parte estejam integrados de alguma forma. A melhor maneira de fugir de relações vazias, e que nos deixam com a sensação de que estamos em uma prisão, é não nos contentarmos com relações sociais que exigem que façamos parte de um círculo fechado. Onde houver afinidade de ideias, deve haver sempre espaço para a inclusão de novos membros. Para que se sente inseguro em permitir que as relações sejam para libertar e não aprisionar, deve saber que a melhor maneira de "prender" alguém é deixá-la livre em continuar conosco por opção de amar e não medo de perder.
Em um mundo com o pensamento arcaico de que devemos fazer parte de círculos fechados com regras rígidas de conduta, cada ambiente social acaba por se tornar uma prisão da qual não conseguimos nos expressar de forma leve e livre. Nos são cobrados comportamentos que devem ser comuns a todos, e quem não seguir esses padrões de comportamento corre o risco de ser expulso daquele ambiente fechado.
Tem pessoas que creem que os filhos pertencem unicamente aos pais. Os pais são os responsáveis por conduzirem seus filhos, mas não são os donos deles. Os amigos tendem a terem ciúmes dos próprios amigos, e ficam irritados se aparece alguém naquela roda de amizades que começa a te algum tipo de destaque, pois tem piedosas que acreditam que antiguidade é posto. Ou seja, como fazem parte da formação original daquele grupo de amigos, devem ter sempre prioridade nas manifestações de afeto.
Os casais tem um ao outro como propriedade particular de isso exclusivo. Obviamente o respeito deve existir entre um casal, mas uma relação não deve se vista como uma prisão emocional. O amor liberta, e não conduz ao cárcere privado. O ciúmes do cresce onde há dúvidas sobre o sentimento da outra pessoa e dos nossos próprios sentimentos. Pessoas que valorizam demais a beleza estética e o sexo, tendem a sofrer mais com a desconfiança de seus parceiros. Sexualizar demais a relação conduz ao isolamento e posteriores cobranças de um para com o outro, onde um acusa o outro de tê-lo feito perder oportunidades de estar melhor de vida se não tivesse permitido que a relação tornar-se uma prisão domiciliar. Depois que os casais separam-se ou ficam viúvos, o despreparo para reinserir-se na sociedade torna-se uma tarefa árdua e angustiante.
Os idosos são as grandes vítimas e também servem como exemplo do que acontece quando cultivamos ambientes exclusivistas e de exclusão onde novos membros dificilmente são aceitos: à medida em que o tempo passa, o isolamento vai ficando cada vez mais evidente e a dificuldade de se relacionar com outros tipos de pessoas começa a se tornar um problema de difícil solução.
O ideal é todos os ambientes sociais dos quais fazemos parte estejam integrados de alguma forma. A melhor maneira de fugir de relações vazias, e que nos deixam com a sensação de que estamos em uma prisão, é não nos contentarmos com relações sociais que exigem que façamos parte de um círculo fechado. Onde houver afinidade de ideias, deve haver sempre espaço para a inclusão de novos membros. Para que se sente inseguro em permitir que as relações sejam para libertar e não aprisionar, deve saber que a melhor maneira de "prender" alguém é deixá-la livre em continuar conosco por opção de amar e não medo de perder.
Nenhum comentário:
Postar um comentário