NAMORO À MODA ANTIGA -parte II
Há anos que falar em namorar sem envolver sexo passou a ser um tabu. Se antes os homens faziam questão de casar com mulheres virgens, de décadas para cá a virgindade passou a ser um problema para quem a possui. Quem se declara virgem, é motivo de piada em vários setores da sociedade. Qualquer momento de mal humor logo é ridicularizado como falta de relação sexual.
Até para quem pensa em casamento o escárnio também é cruel. Não há o louvor incentivo em manter-se casto para o matrimônio. A moda passou a ser promíscuo, morar junto e ter filhos sem planejamento. As mulheres qui te, até então, eram recatadas passaram a ter um comportamento cada vez mais semelhante ao do homem e também aderiram a ideia do sexo ocasional.
A chamada "liberdade de escolha", passava, necessariamente, com a dissolução da ideia de família e consequente dissolução do núcleo familiar. Some-se a isso, as mulheres conquistaram espaço na sociedade mas também os deveres inerentes a eles. Trabalhar fora de casa implicou em abandonar sua filhos nas mãos de terceiros que nem estavam preparados ou tinham interesse em as consumir com filhos de pais cada vez mais ausentes.
Quem decide ter uma relação saudável baseada no amor e não apenas em sexo, enfrentará muita resistência e descrença de uma sociedade embriagada com a ideia do sexo livre, da violência e da falta de amor das mais diversas formas.
E qual a vantagem de se namorar a moda antiga? Quando realmente namoramos com alguém, temos tempo para conhecer melhor essa pessoa e nossos sentimentos mais profundos por ela. Podemos apresentar o que temos de melhor, de nossa essência. Termos tempo para amadurecer a ideia de ficar com alguém até pela vida inteira. Mas sem aquela ilusão apregoada de alma gêmea que vai acompanhar-nos ir toda a eternidade.
Esse mito da Alma Gêmea torna o amor uma prisão e não um fator de libertação. Podemos amar alguém pela afinidade de ideias e até pelo seu aspecto físico. Isso não significa que aquela pessoa teria sido nossa única escolha na vida, mas que foi, naquele momento, a mais viável.
Estimular alguém sexualmente é até fácil, difícil é manter o interesse de alguém diante das dificuldades do cotidiano. Podemos até sentir uma forte atração emocional e física por mais de uma pessoa, mas isso não significa que devemos passar a vida indecisos de com quem devemos ficar ou que somos promíscuos por natureza.
Devemos saber que, ao se aproximar de alguém, a atração pode ser irresistível, dela pelo aspecto físico ou pela sua inteligência ou modo de ser. Nesse aspecto, devemos ser sinceros conosco mesmo e com as pessoas envolvidas. Assim ninguém se machuca. Em relação a relação amorosa, podemos até mesmo cometer o erro de nos envolvermos com alguém que parecia ser o amor de nossa vida, mas esse erro pode ocorrer por falta de experiência e nunca proposital.
Quando envolvemos outras pessoas em nossas vidas, a relação amorosa deixa de ser uma prisão para ser uma libertação. Podemos até ser um bom exemplo para uma sociedade tão necessitada e descente nos poderes milagrosos que só o amor permite.
Há anos que falar em namorar sem envolver sexo passou a ser um tabu. Se antes os homens faziam questão de casar com mulheres virgens, de décadas para cá a virgindade passou a ser um problema para quem a possui. Quem se declara virgem, é motivo de piada em vários setores da sociedade. Qualquer momento de mal humor logo é ridicularizado como falta de relação sexual.
Até para quem pensa em casamento o escárnio também é cruel. Não há o louvor incentivo em manter-se casto para o matrimônio. A moda passou a ser promíscuo, morar junto e ter filhos sem planejamento. As mulheres qui te, até então, eram recatadas passaram a ter um comportamento cada vez mais semelhante ao do homem e também aderiram a ideia do sexo ocasional.
A chamada "liberdade de escolha", passava, necessariamente, com a dissolução da ideia de família e consequente dissolução do núcleo familiar. Some-se a isso, as mulheres conquistaram espaço na sociedade mas também os deveres inerentes a eles. Trabalhar fora de casa implicou em abandonar sua filhos nas mãos de terceiros que nem estavam preparados ou tinham interesse em as consumir com filhos de pais cada vez mais ausentes.
Quem decide ter uma relação saudável baseada no amor e não apenas em sexo, enfrentará muita resistência e descrença de uma sociedade embriagada com a ideia do sexo livre, da violência e da falta de amor das mais diversas formas.
E qual a vantagem de se namorar a moda antiga? Quando realmente namoramos com alguém, temos tempo para conhecer melhor essa pessoa e nossos sentimentos mais profundos por ela. Podemos apresentar o que temos de melhor, de nossa essência. Termos tempo para amadurecer a ideia de ficar com alguém até pela vida inteira. Mas sem aquela ilusão apregoada de alma gêmea que vai acompanhar-nos ir toda a eternidade.
Esse mito da Alma Gêmea torna o amor uma prisão e não um fator de libertação. Podemos amar alguém pela afinidade de ideias e até pelo seu aspecto físico. Isso não significa que aquela pessoa teria sido nossa única escolha na vida, mas que foi, naquele momento, a mais viável.
Estimular alguém sexualmente é até fácil, difícil é manter o interesse de alguém diante das dificuldades do cotidiano. Podemos até sentir uma forte atração emocional e física por mais de uma pessoa, mas isso não significa que devemos passar a vida indecisos de com quem devemos ficar ou que somos promíscuos por natureza.
Devemos saber que, ao se aproximar de alguém, a atração pode ser irresistível, dela pelo aspecto físico ou pela sua inteligência ou modo de ser. Nesse aspecto, devemos ser sinceros conosco mesmo e com as pessoas envolvidas. Assim ninguém se machuca. Em relação a relação amorosa, podemos até mesmo cometer o erro de nos envolvermos com alguém que parecia ser o amor de nossa vida, mas esse erro pode ocorrer por falta de experiência e nunca proposital.
Quando envolvemos outras pessoas em nossas vidas, a relação amorosa deixa de ser uma prisão para ser uma libertação. Podemos até ser um bom exemplo para uma sociedade tão necessitada e descente nos poderes milagrosos que só o amor permite.
Nenhum comentário:
Postar um comentário