Normalmente costumamos participar de um ou mais meios sociais, seja por vontade própria ou por imposição das circunstâncias. Pode ser classificado como familiar, escolar ou acadêmico social, profissional ou mesmo circunstancial (tipo numa viagem de excursão).
Em todos esses meios sociais temos papéis a desempenhar, comportamentos que as outras esperam de nós. Normalmente representamos e não costumamos ser totalmente autênticos para não escandalizar os demais. Só que participar desses vários meios nos obriga a representar papéis diferentes e não temos muita liberdade de sermos autênticos em todos esses meios, nos limitando a agir como de nós é esperado.
Geralmente são ambientes que não interagem entre si e quem tem a oportunidade de nos ver em dois ou mais ambientes, fica surpreso como mudamos de comportamento de um ambiente para o outro, como que tivéssemos mais de uma personalidade.
Colegas de trabalho se comportam como colegas e nada mais. O contato se resume enquanto existe o vínculo com a empresa e geralmente dentro do horário de expediente. Do portão para fora da empresa a realidade vítimas ser outra, se comportando quase como completos estranhos. Não podemos deixar de mencionar que a vitória de um em qualquer área não costuma ser comemorada com sinceridade por outros colegas que não tiveram conquista alguma, além de só servirem para aumentar a distância entre estes colegas, pois agem mais como concorrentes do que como aliados.
Colegas de escola ou faculdade tem uma relação um pouco mais coesa e sincera, pelo menos com algum colega que se identifique mais. O sucesso de um pode abrir caminho para quem estiver próximo. Não são concorrentes no desempenho, apenas na popularidade.
E no meio familiar a relação parece ser de amor x ódio. Se amam mas vivem em competição de poder. A relação de dominador e dominado está presente em várias ocasiões. Os mais velhos tendem a sentirem-se no direito de comandar e ditar a regras aos mais novos, mesmo que estes não tenham o mesmo ponto de vista que os primeiros. Nas festas e reuniões familiares, é cobrada a presença de cada um, senão poderá haver retaliação para quem se fez ausente e não teve uma boa justificativa.
A sociedade sempre espera um comportamento padrão de cada um de nós e em cada ambiente que frequentamos, havendo os flexibilidade para improvisos. Se alguém quiser ser autêntico em cada ambiente que frequenta, tem que se impor sem, contudo, ganhar desnecessariamente a antipatia e resistência dos demais.
Em todos esses meios sociais temos papéis a desempenhar, comportamentos que as outras esperam de nós. Normalmente representamos e não costumamos ser totalmente autênticos para não escandalizar os demais. Só que participar desses vários meios nos obriga a representar papéis diferentes e não temos muita liberdade de sermos autênticos em todos esses meios, nos limitando a agir como de nós é esperado.
Geralmente são ambientes que não interagem entre si e quem tem a oportunidade de nos ver em dois ou mais ambientes, fica surpreso como mudamos de comportamento de um ambiente para o outro, como que tivéssemos mais de uma personalidade.
Colegas de trabalho se comportam como colegas e nada mais. O contato se resume enquanto existe o vínculo com a empresa e geralmente dentro do horário de expediente. Do portão para fora da empresa a realidade vítimas ser outra, se comportando quase como completos estranhos. Não podemos deixar de mencionar que a vitória de um em qualquer área não costuma ser comemorada com sinceridade por outros colegas que não tiveram conquista alguma, além de só servirem para aumentar a distância entre estes colegas, pois agem mais como concorrentes do que como aliados.
Colegas de escola ou faculdade tem uma relação um pouco mais coesa e sincera, pelo menos com algum colega que se identifique mais. O sucesso de um pode abrir caminho para quem estiver próximo. Não são concorrentes no desempenho, apenas na popularidade.
E no meio familiar a relação parece ser de amor x ódio. Se amam mas vivem em competição de poder. A relação de dominador e dominado está presente em várias ocasiões. Os mais velhos tendem a sentirem-se no direito de comandar e ditar a regras aos mais novos, mesmo que estes não tenham o mesmo ponto de vista que os primeiros. Nas festas e reuniões familiares, é cobrada a presença de cada um, senão poderá haver retaliação para quem se fez ausente e não teve uma boa justificativa.
A sociedade sempre espera um comportamento padrão de cada um de nós e em cada ambiente que frequentamos, havendo os flexibilidade para improvisos. Se alguém quiser ser autêntico em cada ambiente que frequenta, tem que se impor sem, contudo, ganhar desnecessariamente a antipatia e resistência dos demais.
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