Transformar o próprio desejo sexual em um sentimento de amor é um ato supremo de consciência. Vencer o desejo sexual decorrente de impulsos hormonais primitivos e dizer aflorar em si o desejo de estar com alguém pelo que ela é e não apenas pelo prazer físico que ela desperta, é a consagração dos esforços para superar a si mesmo.
Deixar guiar-se apenas pelos próprios desejos é irresponsável e até perigoso. Imagine corpo como um cavalo selvagem: Seu instinto será da conservação da espécie e da própria virá. Seu interesse é sentir-se seguro, conter, beber, dormir e procriar. Não planeja o futuro, apenas aumentar suas chances de sobrevivência sua e de seus descendentes. Assim age como quem vive para satisfazer apenas os desejos do corpo, sua realidade esta focada apenas nesta dimensão e nesta existência, com todos os desejos a serem realizados e explosões de humor que acredite que tenha direito. Acumular bens para si e para seus herdeiros também faz parte do pensamento de quem é adepto desta filosofia de vida, também conhecida como materialismo.
Já quem não deixar dominar-se por instintos primários, assemelha-se a um valente cavaleiro que consegue domar um poderoso corcel, tornando-o obediente sem, contudo, esquecer-se de que um animal selvagem mesmo sendo domesticado, continua sendo um animal de natureza selvagem. Não devemos mortificar nosso corpo físico pelos desejos carnais que ele sente, mas devemo-nos conduzir de tal forma que este desejo seja para nos engrandecer emocionalmente e não nos destruir.
Não há nada de errado em te desejo físico por alguém, desde que a origem deste desejo seja afetiva e não meramente um ato reflexo biológico decorrente de estímulo sensorial como a visão, audição, tato ou olfato. Para a felicidade ser duradoura, devemos estar no controle de novos desejos e não apenas reagir como animais selvagens que vivem pelo instinto de sobrevivência. Por termos consciência de nossa existência, a responsabilidade por cada ato praticado é maior do que se fossemos organismos biológicos desprovidos de consciência.
Estimular a própria afetividade é um desafio em um mundo que incentiva relações promíscuas e as reações de fúria diante de alguma ofensa.
Tal qual como descrito na época por um guerreiro muçulmano, o cavaleiro medieval era um conjunto formidável entre cavaleiro, cavalo e lança, onde os três formavam um único bloco coeso de força e disciplina, assim deve ser a alma e o corpo, únicos, caminhando na mesma direção.
Ou seja, seu corpo tem que estar em sintonia com sua mente perde conseguirem chegar a algum lugar. Imagine que seu desejo mais íntimo é ser pianista, mas sua lógica diz que você seja engenheiro mecatrônico porque terá mais facilidade de arranjar emprego e ser um pianista não te dará um futuro. Você segue a carreira de engenheiro, se forma, se emprega e se aposenta sem nunca ter investido em sua carreira musical. Será uma pessoa infeliz, pois seu corpo e mente terão escolhido caminhos opostos.
Outro exemplo para elucidar melhor a questão, um homem deseja uma mulher com padrões de beleza diferente do que seu meio social aprova. Ele gosta de mulher acima do peso ou de cor de pele diferente da sua. Conhece uma mulher como ele gosta: amável, gentil, inteligente, bem humorada e companheira, mas com padrões estéticos diferentes daquelas aprovados pelos seus pares. Por fraqueza de espírito, ele renuncia ao amor de sua vida e se casa com alguém por quem não se sente atraído, e forma uma família. Por melhor que possa ser a nova mulher, ele nunca se sentirá uma pessoa completa porque terá renunciado ao amor de sua vida por medo das críticas alheias.
Quantas vezes a pessoas renunciam aos seus sonhos mais íntimos por medo de assumir responsabilidade por suas próprias decisões e ações? Devemos ser unos, e não viver desejando algo que seria bom para nós mas não assumimos por medo da reação dos outros. Devemos ser pessoas íntegras, com total sintonia com o que pensamos e sentimos, com o que desejamos e fazemos.
As pessoas não desenvolverem seus próprios talentos quando dividem seus interesses em pessoais e sociais. Não podem chegar a lugar algum e alcançar sua felicidade se permanecem vivendo uma vida em contradição. Nossa força está em nossa umidade. Podemos alcançar objetivos supremos se canalizarmos todas as nossas forças e objetivos em uma única direção ou em um único ponto. Dessa forma podemos também definir a força de nossa fé, seja lá no que ou em quem decidirmos acreditar
Deixar guiar-se apenas pelos próprios desejos é irresponsável e até perigoso. Imagine corpo como um cavalo selvagem: Seu instinto será da conservação da espécie e da própria virá. Seu interesse é sentir-se seguro, conter, beber, dormir e procriar. Não planeja o futuro, apenas aumentar suas chances de sobrevivência sua e de seus descendentes. Assim age como quem vive para satisfazer apenas os desejos do corpo, sua realidade esta focada apenas nesta dimensão e nesta existência, com todos os desejos a serem realizados e explosões de humor que acredite que tenha direito. Acumular bens para si e para seus herdeiros também faz parte do pensamento de quem é adepto desta filosofia de vida, também conhecida como materialismo.
Já quem não deixar dominar-se por instintos primários, assemelha-se a um valente cavaleiro que consegue domar um poderoso corcel, tornando-o obediente sem, contudo, esquecer-se de que um animal selvagem mesmo sendo domesticado, continua sendo um animal de natureza selvagem. Não devemos mortificar nosso corpo físico pelos desejos carnais que ele sente, mas devemo-nos conduzir de tal forma que este desejo seja para nos engrandecer emocionalmente e não nos destruir.
Não há nada de errado em te desejo físico por alguém, desde que a origem deste desejo seja afetiva e não meramente um ato reflexo biológico decorrente de estímulo sensorial como a visão, audição, tato ou olfato. Para a felicidade ser duradoura, devemos estar no controle de novos desejos e não apenas reagir como animais selvagens que vivem pelo instinto de sobrevivência. Por termos consciência de nossa existência, a responsabilidade por cada ato praticado é maior do que se fossemos organismos biológicos desprovidos de consciência.
Estimular a própria afetividade é um desafio em um mundo que incentiva relações promíscuas e as reações de fúria diante de alguma ofensa.
Tal qual como descrito na época por um guerreiro muçulmano, o cavaleiro medieval era um conjunto formidável entre cavaleiro, cavalo e lança, onde os três formavam um único bloco coeso de força e disciplina, assim deve ser a alma e o corpo, únicos, caminhando na mesma direção.
Ou seja, seu corpo tem que estar em sintonia com sua mente perde conseguirem chegar a algum lugar. Imagine que seu desejo mais íntimo é ser pianista, mas sua lógica diz que você seja engenheiro mecatrônico porque terá mais facilidade de arranjar emprego e ser um pianista não te dará um futuro. Você segue a carreira de engenheiro, se forma, se emprega e se aposenta sem nunca ter investido em sua carreira musical. Será uma pessoa infeliz, pois seu corpo e mente terão escolhido caminhos opostos.
Outro exemplo para elucidar melhor a questão, um homem deseja uma mulher com padrões de beleza diferente do que seu meio social aprova. Ele gosta de mulher acima do peso ou de cor de pele diferente da sua. Conhece uma mulher como ele gosta: amável, gentil, inteligente, bem humorada e companheira, mas com padrões estéticos diferentes daquelas aprovados pelos seus pares. Por fraqueza de espírito, ele renuncia ao amor de sua vida e se casa com alguém por quem não se sente atraído, e forma uma família. Por melhor que possa ser a nova mulher, ele nunca se sentirá uma pessoa completa porque terá renunciado ao amor de sua vida por medo das críticas alheias.
Quantas vezes a pessoas renunciam aos seus sonhos mais íntimos por medo de assumir responsabilidade por suas próprias decisões e ações? Devemos ser unos, e não viver desejando algo que seria bom para nós mas não assumimos por medo da reação dos outros. Devemos ser pessoas íntegras, com total sintonia com o que pensamos e sentimos, com o que desejamos e fazemos.
As pessoas não desenvolverem seus próprios talentos quando dividem seus interesses em pessoais e sociais. Não podem chegar a lugar algum e alcançar sua felicidade se permanecem vivendo uma vida em contradição. Nossa força está em nossa umidade. Podemos alcançar objetivos supremos se canalizarmos todas as nossas forças e objetivos em uma única direção ou em um único ponto. Dessa forma podemos também definir a força de nossa fé, seja lá no que ou em quem decidirmos acreditar
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