terça-feira, 27 de junho de 2017

Onde está o romantismo?

Onde está o romantismo nos dias de hoje? Cadê o flerte, a paquera? As mudanças de comportamento da sociedade nas últimas décadas tem tornado as pessoas descrentes no amor, no romance e na amizade.
A relações sexuais começando cada vez mais cedo, com jovens imaturos deixando-se levar pela efervescência de seus hormônios, confundem facilmente desejo sexual com amor, tem relações de forma irresponsável e promíscua até que uma gravidez indesejável ou desilusão amorosa acaba com seus sonhos e esperanças de uma vida de felicidade.
Não é difícil entender a consequências de tantas irresponsabilidade e imaturidade
Os homens, descrentes do amor das mulheres, já se aproximam na intenção de sexo. Socialmente, o homem e incentivado a ter o maior número de relações sexuais que puder, para assim ele ganhar o respeito dos outros.
E as mulheres, descrentes dos homens, deixam eles de aproximarem da na intenção de pedir ajuda para se manter e manter o filho que ela teve com outro homem do qual ela se dedicou mas não assumiu o filho que teve com ela, deixando-a amarga e desiludida com a vida e com o amor de algum homem. Hoje em dia, muitas estão sendo bem diretas e já vão avisando que não levam cueca de homem e nem querem bancar as empregadas, e ainda só se envolvem com homens que vão ajudá-las nas despesas domésticas. Ou seja, está mais para uma relação comercial do que amorosa. De nada adianta o homem falar coisas consideradas românticas, tentar atingir o coração de uma mulher com música agradável ou dança envolvente. Nada disso adianta tanto esforço do homem em tentar agradar se a mulher pensar em se envolver com alguém que faça o papel de substituto dos pais dela e ele ter que satisfazer a todas as suas vontades.
O bem e a sabedoria não está em fazer tudo que alguém de pede, normalmente as pessoas confundem vontade com necessidade, e geralmente não sabem do que realmente precisam. Você tem que deixar de olhar apenas sua a necessidades e prestar a atenção no outro, e irá ver que o que ele pensa que precisa na verdade não passa de um desejo de compensar algum tipo de frustração. Cada um deve alcançar tudo o que deseja com seus próprios esforços e méritos, senão ele ou ela não darão valor ao que receberem e estarão sempre insatisfeitos e querendo cada vez, seja lá o que for.
A afinidade de ideias é que deve unir um casal ou mesmo grupos de amigos, e não interesses mesquinhos e imediatistas, como prazer sexual ou um provedor das despesas domésticas. O sentimento deve de amor gratuito e incondicional, deve-se amar pelo amor, e não impor algum tipo de condição.
Quando há afinidade de ideias, ninguém precisa cobrar do outro nada, simplesmente cada um percebe o que o outro percebe e procura deixá-lo satisfeito, dentro dos limites do razoável. A sintonia de sentimentos permite que a necessidade alheia torne-se evidente sem que tenha que haver algum tipo de cobrança ou chantagem.
Namorar é um exercício de amor e entrega em confiança, mas deve ser algo leve e agradável, e não uma relação comercial tensa onde para que um ganhe o outro tenha que perder. Se o cinismo imperar na relação, torna-se evidente que não se trata de uma relação de amor, mas de uma relação de interesses pessoais e individuais, semelhante ao que ocorre na prostituição, onde um dá o prazer em troca de benefícios materiais.

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